Eberron

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Re: Eberron

Mensagem#61 » 25 Mai 2012, 23:04

Caras, olhem como há gente sem noção: Coleção Livros Eberron - Dungeons And Dragons - Dnd 3.5 Ed - 820 REAIS!!!!

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB- ... st4all-_JM

UHAUHAUHAUAUAUAUAUAUUAHA

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Re: Eberron

Mensagem#62 » 26 Mai 2012, 01:47

Err... link completamente errado. Olhe direito antes de postar, mas presumo que seja esse. E não há nada de sem noção - são 9 livros hardcovers e 2 aventuras - o preço é relativamente caro, mas nada realmente fora da realidade.

So? :sobrancelha:
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Re: Eberron

Mensagem#63 » 26 Mai 2012, 12:04

Cara, 100 reais por cada livro? E isso tá certo Elven?
Pelamor.. :shock:

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Re: Eberron

Mensagem#64 » 26 Mai 2012, 13:26

Cara, 100 reais por cada livro? E isso tá certo Elven?
Pelamor..


Só se reinventaram a matemática - são 820 pratas por 9 livros e duas aventuras, como aventuras geralmente saem por 30 pratas, cada livro sai perto de 80 reais cada. E você pode olhar na Moonshadows e ver que essa é a faixa de preço normal para esses livros - ainda mais agora que estão fora de venda por grandes fornecedores, como a Amazon (ainda dá para comprar usados e novos por empresas associadas a ela - e sim, sai bem mais barato - mas você vai ter que ter a sorte de achar o livro que quer e torcer para quem vende entregar fora dos EUA ou Canadá). Não vou dizer que não estão caros, mas essa é a realidade de um mercado de nicho.
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Re: Eberron

Mensagem#65 » 26 Mai 2012, 20:33

Mas é caro ué. Os caras que colecionam e trocam entre si costumam vender esta títulos trabalham na casa dos 70 reais, não?
São usados.
Tá caro pacas.

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Re: Eberron

Mensagem#66 » 27 Mai 2012, 14:22

Mas é caro ué. Os caras que colecionam e trocam entre si costumam vender esta títulos trabalham na casa dos 70 reais, não?
São usados.


Não existe um "preço comum" para livros antigos ou fora de estoque - alguns livros chegam facilmente a 5 ou 6 vezes seu preço de mercado (KotOR, o livro mais procurado de Star Wars: Saga. Eu poderia vender o meu por 200-300 pratas tranquilamente), outros custam mais ou menos o mesmo e outros saem por pechinchas (2-5 dólares).

Tá caro pacas.


Não tanto.
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Re: Eberron

Mensagem#67 » 27 Mai 2012, 16:32

Elven quando se vende um lote a idéia é diminuir o valor. Cara, cada um 100 reais tá demais.
Pô quando nem o Allef dá o bota, há algp errado.. ( hehehehehe, provocação ON capitão)
:hum:

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Re: Eberron

Mensagem#68 » 27 Mai 2012, 16:51

Ae Elven, se quiser vender.. tamos ae.

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Re: Eberron

Mensagem#69 » 05 Jun 2012, 23:56

Acabo de ler a aventura "Grasp of the Emerald Claw" de Bruce R. Cordell. Rapaz, além da bela arte curti demais o estilo.
Agora estou tentando fazer com que nosso mestre a narre.

:tsc:

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Re: Eberron

Mensagem#70 » 13 Jun 2012, 21:18

Gnomos de Khorvaire II – Sociedade, Tecnomagia e “The Trust”

Conforme coloquei antes, os gnomos de Khorvaire tem um certo talento para atividades diplomáticas. Eles são um povo naturalmente inclinado a evitar conflitos, que se misturam facilmente com outras raças e devido a Casa Sivis, também demonstram habilidades incomuns em linguística e diplomacia. Zilargo é uma nação incrivelmente tolerante com diversas raças, crenças religiosas (tolerando até mesmo crenças como da Héxade Sombria e dos Cultos do Dragão Inferior) e também é um lugar onde a ocorrência de qualquer crime é bastante incomum, mesmo nas cidades que formam o Triunvirato. Ou seja, teríamos aqui uma raça pacífica, sem conflitos, a realização de um sonho hippie de paz e amor? Em seu cenário padrão de D&D, talve, mas Eberron? Claro que não.

Onde quer que habitem, mas especialmente em Zilargo onde formam uma considerável maioria, gnomos são atraídos inevitavelmente para intriga e espionagem. Assim como são hábeis em demonstrar os aspectos positivos da empatia (lembre-se que empatia é a capacidade de entender e “sentir” as emoções que outra pessoa poderia estar sentindo, de ser capaz de se colocar no lugar de alguém), gnomos também demonstram suas habilidades mais perturbadoras. Inspecionar a vida de outra pessoa é algo que um gnomo realiza quase como um ato reflexo – afinal, a mistura de curiosidade e empatia levam facilmente a fazer perguntas sobre “Porque aquele elfo age assim?” ou “Será que ele se preocupa tanto assim com sua esposa?”

Imagem
Os gnomos são tão bons nessa área que usam habilidades mentais em criaturas imunes a isso. :)

Essa habilidade natural e muito bem treinada da raça torna Zilargo um lar de manipuladores, peritos em extorsão, espionagem e suborno. Mas tais atividades são patrulhadas e investigadas por uma polícia secreta que pode ser descrita como uma mistura da PreCrime de Minority Report com os Ministérios do Partido de 1984. Seu nome é Trust (O nome não será traduzido aqui– explicações abaixo). Misturando-se facilmente com a sociedade Zil (e se os boatos não forem exagerados, sendo “a própria” sociedade Zil), seus agentes seguem um código de ação relativamente estrito para tentar evitar que certos crimes não ocorram, como o roubo, assassinato e traição – embora traindo a imagem de “Polícia Secreta Sinistra”, a Trust não inclui “liberdade de expressão” como traição e só toma ação quando tem uma margem de certeza muito grande quanto ao possível crime vindouro.

Mas não se enganem, leitores, que esse é o único talento dos gnomos. Suas mentes inquisitivas se adaptam a diversos campos do saber e da prática. Inspirados pelo que aprenderam sobre os Drows Sulatar e os Gigantes de Xen´Drik, os alquimistas e arcanistas de Zilargo desenvolveram a técnica do aprisionamento de elementais, algo que no momento nenhum outro grupo, nem mesmo os habilidades artífices Cannith, conseguem replicar. Essa técnica é um dos segredos da construção dos Navios Alados da Casa Lyrandar (que são capazes de controlar os elementais, mas não de aprisioná-los). Também tendo acesso a muitos dos melhores depósitos de gemas e pedras preciosas de Khorvaire, os joalheiros e ourives dessa terra são muito hábeis em fazer joias de grande beleza, geralmente reforçadas ou aperfeiçoadas com compostos alquímicos (outra área que os Zil competem de igual para igual, sendo talvez até melhores que os artífices Cannith e Lyrandar). Junto com esses depósitos de gemas, existe também o acesso Zil a diversos tipos de Fragmentos dos Dragões (Dragonshards), a pedra angular de muito da tecnomagia de Khorvaire e uma das ferramentas mais versáteis nas mãos das Casas Marcadas pelo Dragão.

Imagem
Um elementalista Zil - usando o aprisionamento tanto para a ciência quanto para a guerra.

Concluindo e sistematizando, Eberron apresenta uma das minhas visões favoritas dessa raça: Eles continuam sendo sujeitos empáticos, gentis e com propensão a inventar coisas. Mas também são manipuladores, espertalhões e cretinos – mantendo uma visão cinzenta, mas com pontos escuros e claros que caracterizam bem o cenário de Eberron.

* Traindo meu princípio de tentar traduzir sempre que possível, eu simplesmente não achei uma boa palavra para a Trust, devido aos diversos significados que a palavra possui e minha incerteza se há um elemento de humor ou ironia suave no nome. Levando em conta a natureza "tongue in cheek" de Eberron, esse nome poderia ser "Confiança" (como em "Trust us, we´re the State") ou mesmo o termo usando em ciências sociais (quando alguém confia no outro para realiza certos atos no futuro), mas também pode ser um "Truste" (uma prática econômica criminosa) ou algo como "Cuidado" (o responsável por cuidar de algo, como fazem com Zilargo). O melhor termo que sugiro para traduzir é Custódia, que pode adquirir o duplo significado de "alguém que cuida dos outros" como "uma forma de aprisionamento ou responsabilidade".
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Re: Eberron

Mensagem#71 » 14 Jun 2012, 00:12

Isso é que é gnomo. Valeu Elven.

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Re: Eberron

Mensagem#72 » 14 Jun 2012, 23:35

Realmente bem diferentes e interessantes.
Parabéns por mais esta luz neste título.

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Re: Eberron

Mensagem#73 » 17 Ago 2012, 12:16

Magia, Tecnomagia e Tudo Mais I - Introdução e Classes

Uma das características mais distintivas de Eberron é a forma como, por trás dos panos, opera e é utilizada a magia - especialmente se for a magia arcana. Embora tanto a prática da magia com auxílio divino quanto a magia vinda da comunhão espiritual tenham capacidades consideráveis e sejam utilizadas por praticamente todas as raças e culturas do cenário (uma exceção deve ser feita aos Goblinóides nos últimos períodos da cultura Dhakaan, que eram distintamente agnósticos e não utilizavam poderes divinos ou espirituais - mas a cultura Dhakaan anterior cultuava um panteão muito próximo tanto da Héxade Sombria quanto dos Soberanos, mas sem a separação que é feita nas Cinco Nações), nenhuma forma de magia é mais praticada, estudada e testada do que a magia arcana.

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Quem precisa rezar quando pode conseguir uma Shaarat de Dhakaan?

E o que é a magia arcana? Em Eberron, ela tem um papel muito próximo do que a Ciência é para nós, mas executada de formas muito variadas. Não se sabe qual é a origem e quem sustenta os poderes utilizados por arcanistas, mas provavelmente é algo inerente a Eberron (mais ou menos como as Leis Físicas são “parte do Universo”), dado que Dragões, Couatls e Rakshasas utilizam tais poderes desde a aurora do mundo. O poder arcano está presente em diversas formas, locais e objetos, como o sangue de criaturas como fadas e demônios, nas Marcas das Casas Marcadas pelo Dragão, nos Fragmentos Dracônicos encontrados acima, abaixo e em Eberron e mesmo em plantas e minerais, como mostrado pela prática alquímica.

Mais importante do que a própria natureza da Magia Arcana, é como ela é utilizada pelos povos e nações de Khorvaire. Como é abordada de forma controlada, reproduzível e passível de ser ensinada a praticamente qualquer um, existe um grande número de profissionais que executam pequenos serviços mágicos (os Magewrights) que são aprendidos em uma Guilda pertencente a uma Casa Marcada, em uma Universidades ou mesmo em empreendimentos familiares. Dessa forma, diversos serviços como reparos de objetos, iluminação de ruas, limpeza de residências e aperfeiçoamento de materiais são feitos por esses técnicos de práticas arcanas – e muitos outros profissionais também podem aprender um feitiço ou outro que melhore suas práticas de trabalho, como cozinheiros que aprendem Prestidigitação para temperar melhor seus pratos ou curandeiros que podem aprender Curar Ferimentos Mínimos.

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Um diligente Magewright - a prova que em Eberron, Tecnologia é algo Mágico

Não muito dissimilares dos Magewrights, os portadores de uma Marca do Dragão também exibem poderes mágicos menores com fins geralmente utilitários. Contudo, os poderes de uma Marca são inatos e geralmente só são replicados por magias de classes básicas – além disso, agentes Marcados costumam a ter treinamento superior em qualquer caminho que trilham e acesso a um repertório de técnicas mágicas e itens mágicos que expandem o poder de suas Marcas (em especial aqueles feitos com Fragmentos Dracônicos, cuja produção está geralmente restrita às Casas Marcadas).

Representantes mais incomuns, personagens de classes como Mago e Feiticeiro são aqueles cujo potencial de compreensão e uso da magia arcana atingem um patamar mais alto. Devido a relativa raridade de Feiticeiros (e a não grande aceitação de outras formas de magia arcana como aquela possuída por Bruxos – ou das menores aspirações de Bardos), boa parte dos progressos no uso da magia arcana são realizados por Magos, que durante a história foram descobrindo diferentes formas de conjurar magias (é sugerido pelo Keith Baker que componentes gestuais, vocais e materiais são formas de tornar mais fácil o uso de magias e por isso ao remover tais componentes, uma magia se torna mais complexa de conjurar – ou em termos de D&D 3.5, requer um slot de nível mais alto) e replicar poderes/rituais que os Marcados por Dragões e Feiticeiros fazer natualmente.

SPOILER: EXIBIR
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Calças e Sobretudos - um ótimo motivo para ser um Mago em Eberron. Na imagem, os membros da Arcanix.

Em paralelo com Magos, Artífices representam uma outra maneira de operar poderes mágicos (embora Magos e Artífices possam aprender muito uns com os outros), acumulando-os em objetos de poder (itens mágicos e alquímicos) e aproveitando a própria natureza mágica que diversos materiais possuem. De todas as classes, eles representam melhor a abordagem mágica de Khorvaire: Especializada, com procedimentos padronizados para atingir um certo fim, baseada na replicabilidade do que é feito. Afinal, nesse cenário, toda forma de tecnologia é mágica.

SPOILER: EXIBIR
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Um artífice da Casa Cannith, colocando implantes de Forjado em seu corpo.
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Re: Eberron

Mensagem#74 » 12 Dez 2012, 02:11

Changelings I - Filhos do Viajante

Retornando à "coluna" sobre Eberron, notei que não tinha escrito nada sobre uma das raças introduzidas no cenário. Eu já escrevi sobre Kalashtars, Forjados e Shifters (seja por menções, seja um artigo completo no caso dos Forjados), então hora de fechar a lacuna com os Changelings.

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Changeling em sua forma nativa

A característica mais interessante dos Changelings é curiosamente a sua falta de características distintivas e ao mesmo tempo, a sua incrível capacidade de replicar e imitar a aparência de outras raças com uma grande facilidade. Nascidos com a capacidade de alterar a forma, a altura e mesmo características sexuais secundárias e primárias, os Changelings são uma raça cuja identidade não deriva tão facilmente de seu corpo - pois ele é incrivelmente mórfico. E essa habilidade de assumir várias formas e como o Changeling lida com essa questão que formam o cerne da identidade de um dos Filhos/Netos do Viajante.

Embora tenha um sexo bem definido em sua forma natural, Changelings pode assumir formas masculinas e femininas, hermafroditas e assexuadas de qualquer raça que sejam capaz de se transformar e se reproduzir com qualquer raça – seja no papel de genitor masculino ou feminino (e hermafrodita, mas há um silencia nos livros quanto a isso). Filhos do relacionamento entre changelings e outras raças tem 50% de chance de ser de changeling ou da raça do outro genitor, não havendo “meio-changelings” e caso um changeling em forma feminina engravide, ele se torna incapaz de alterar para uma forma masculina ou assexuada até o parto, mas curiosamente não há menções se há tal limitação para formas hermafroditas.

Imagem
Changeling masculino e feminino

Embora seja de conhecimento comum que Changelings são descendentes de uma série de casamentos, encontros amorosos e casos entre Doppelgangers e raças humanoides, cujos poderes de transformação foram reduzidos e estabilizados, é também bem aceito entre Changelings que sua raça possa ser uma criação de uma das divindades mais misteriosas da Héxade Sombria, o Viajante. Assim como seu suposto criador, os Changelings vagam por todos lugares assumindo diversas identidades e trejeitos sem que ninguém saiba que eles realmente estão ou estiveram em algum lugar. Ambas histórias podem até mesmo se complementar, onde o Changelings não seriam Filhos do Viajante - mas sim seus Netos devido a seus ancestrais Doppelgangers. Seja lá qual história ou mito for aceito, a figura do Viajante quase sempre recebe algum respeito, quando não veneração, entre os Changelings - ação essa que pode fazer alguns seguidores muito pios da Hoste Soberana ou da Chama Prateada ao menos suspeitar ainda mais da raça como um todo.

Outro detalhe dos Changelings é que são vistos de maneiras muito distintas pelos dois maiores grupos humanos civilizados em Eberron – enquanto existe uma saudável desconfiança em Khorvaire, em Riedra os Changelings possuem um status consideravelmente maior, ficando apenas abaixo dos Inspirados e seus Recipientes, já que a maleabilidade da sua forma física refletiria uma elevação espiritual maior por parte do Changeling, cujo espírito reflete mais claramente seu poder sobre a matéria. E sem surpresas, o talento de mudar de forma é muito utilizado em Riedra pelos Milhar de Olhos (The Thousand Eyes), uma organização que espia e suprime pessoas e pensamentos (pois tem um bom número de telepatas e encantadores em seus números) contrários a estabilidade e o andamento dos planos dos Quoris.
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Hibernando
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Re: Eberron

Mensagem#75 » 12 Dez 2012, 03:08

Bom demais cara.
Vou até ler mais a respeito.

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