Sailing Ships - Encontros, acordos e partidas

Tales from the Sails. Need I tell you more, you sea weasel?

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Stephan
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Mensagem#1 » 31 Jan 2012, 02:50

É madrugada no Distrito das Docas de Águas Profundas. Mais precisamente, na região leste das docas. O cheiro do mar permeava toda a costa repleta de barcos pequenos e médios, que levavam pescadores ou carregadores logo nas primeiras horas da manhã.

Mas não no momento. Ainda não eram nem cinco da manhã, e nem mesmo o mais madrugador dos pescadores havia acordado. Havia apenas uma pessoa rondando pela área, além dos poucos guardas da guarnição da cidade que andam nesta hora.

O gigante Meia-Noite estava chegando ao final do trabalho da madrugada. O apelido não era apenas por sua aparência -- uma pele escura, que ajudava a realçar ainda mais todos os enormes músculos --, mas também porque era após a virada do dia que começava seu trabalho.

Os braços pareciam mais de algum urso lutador, mas eram mais usados para carregar caixas e mais caixas dos barcos que costumam paga-lo. A sua força, somada à experiência de trabalhador manual, tornavam possível que fizesse o trabalho de quase cinco homens sozinho. O dinheiro não era multiplicado na mesma proporção, mas era um bom ganho de vida. Pacato. Os bandidos da área não gostavam da ideia de ter que evitar guardas apenas para dar de cara com alguém com o braço maior do que a sua cabeça.

Exceto aqueles que não conheciam as histórias locais. Quando Kyjal bateu o olho no barco La Licorne, viu um ótimo potencial de riquezas pequenas por lá. O porte do barco, médio, era o suficiente para esconder suas esgueiradas, e a falta de luz local bastava para disfarçar sua estranha aparência.

Mas aquela noite não era comum. Era especial.

No Licorne, existiam apenas duas almas acordadas. O expert em infiltração e recuperação Leon estava mais distraído do que o costume. O sentimento de que falta alguma coisa o incomodara bastante na última dezena, mas esta noite foi a pior. Sem conseguir dormir direito nas horas anteriores à noite, o ladino pensava em retribuição, vingança e fuga de um inimigo que ele nem conhecia direito. Sua ronda não estava tão boa quanto sempre, e por muito pouco não avistou a escalada de Kyjal na proa do barco. Amolar sua arma parecia mais interessante.

Logo na frente da cabine da capitã, ficava o pequeno quarto de Piccola. A pequena elfa, uma Avariel com deficiência de crescimento nas asas, recebeu o direito de ter um quarto próprio ao ser o xodó da capitã. Para protegê-la do homem comum e brutal que vive pelos mares, ela foi posta num quarto exclusivo, próxima à capitão. A mesma gostava de ouvir as melodias que Piccola murmurava e testava em seus instrumentos antes de dormir, mas mesmo sendo pequena e muito leve, estava sendo difícil de se acostumar com o tamanho diminuto. E sua rede não ajudava.

Como um bom membro do clero, Evans havia acordado muito mais cedo do que o costume. Se dependesse dele, mais uma volta da clepsidra estaria de bom tamanho. Mas o próprio mestre Pyrlig o acordou com empolgação de ver seu aprendiz finalmente encaminhado. Evans não tinha tanta certeza da ideia de acompanhar a viagem do Licorne até uma colônia de Amn, que pararia em alguns pontos. Mas ele tinha uma missão: encontrar outros dois sacerdotes do Senhor dos Mortos e entregá-los uma carta de Pyrlig. Ele não conhece seus nomes, mas Evans saberia identificar um sacerdote de Kelemvor de longe. Agora, ele estava bem próximo ao Licorne, com o documento de registro de viagem em mãos para entregar ao capitão do barco. E bem na hora para testemunhar a jogada da moeda.

A pedra de amolar de Leon escorregou, fazendo um pequeno corte no seu polegar pela lâmina da machadinha. Piccola tentou se levantar da rede, mas se atrapalhou com o balanço e derrubou sua flauta e seu violino bem na parede da cabine da capitã. O som do rolar da pedra pelo convés fez o ladino ir atrás dela, enquanto Piccola foi até o quarto da capitã para se desculpar pelo barulho. Kyjal, pendurado logo acima da janela da cabine, precisava escolher se subia ou se caía na água. Meia-Noite já carregava as duas últimas caixas para a frente do Licorne. Evans estava debaixo do poste mais próximo para ler a declaração ao capitão, e se assegurar de que aquele era o barco. A pedra bateu na murada do barco, a porta da cabine da capitã se abriu, e o barulho alertou Meia-Noite, que agora olhava para o barco.

A cena trazia Leon no convés, com sua pedra recuperada e o dedo sangrando um pouco. Piccola via a ausência da capitã, e a janela aberta com o que parecia ser uma cauda pendendo de cima. Kyjal estava sem saída, e ficou paralisado, sem fazer nenhum som, para não ser detectado. Meia-Noite, no entanto, conseguia ver o ladino no convés, a estranha criatura pendurada, e o vulto de uma elfa surgindo na janela da cabine pouco iluminada.

E atrás, Evans voltou sua atenção para a cena inusitada.



OFF: LET THE GAME BEGIN!
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Samiel_Fronsac
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Re: Sailing Ships - Encontros, acordos e partidas

Mensagem#2 » 31 Jan 2012, 04:01

§ A mente cheia de frustração pelo triste destino de seus companheiros anteriores, Leon enxerga no pequeno acidente um recado de Tymora para colocar a atenção em assuntos menos sombrios. Olha para o dedo machucado, e fala para si mesmo: §

[Leon] Hum, vai precisar de um curativo..?

§ Observa o porto, então se volta para deque do navio, fazendo uma ronda. §

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Gabrielle
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Mensagem#3 » 31 Jan 2012, 15:07

Piccola ficou desconcertada com a possibilidade de ter atrapalhado o som da capitã, mas quando foi se desculpar e encontrou o quarto vazio, o desconcerto virou estranheza...

...que virou curiosidade quando ela viu o que parecia ser uma cauda felina pendendo de cima da cabine. Não era algo estranho; afinal, gatos iam aonde quisessem. Mas ela, pessoalmente, nunca tinha visto um gato de verdade tão próximo, somente em imagens de livros e rápidos vultos pelas ruas. Tentou lembrar o que havia ouvido e abriu a janela e fez um barulhinho logo embaixo dele.

- Tch-tch-tch. Vem cá, gatinho, Cuidado para não se machucar aí...

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Feral
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Mensagem#4 » 31 Jan 2012, 15:40

Kyjal simplesmente congelou.

[Kyjal] "Ai, droga... eu devia ter escalado pelo outro lado..."

Os ruídos vindos de todo lugar mostravam que havia pouca saída. Um barulho ao longo do corredor, seguido de passos, indicava que havia gente no convés, e talvez nos corredores do navio.
Àquela altura, passar muito tempo ali significaria poder ser visto por quem estivesse no cais.
...E essa voz agora...

"Tch-tch-tch. Vem cá, gatinho, Cuidado para não se machucar aí..."

[Kyjal] "....Se eu ficar aqui, eu vou me machucar *na certa*..."

Espera... esse lugar... a julgar pela anatomia desses barcos... Ah, por mil tempestades, isso aqui não pode ser a cabine da capitã do Licorne...

Capitães de navio não costumavam ser muito hospitaleiros com a descoberta de um visitante felino indesejado. Já acontecera uma vez, não teve consequências divertidas e mal escapara com vida. Certamente não pretendia que isso acontecesse denovo.

Kyjal tenta examinar seus arredores. Verifica se pode alcançar o deck da pôpa, e calcula o que precisa para o salto. Uma alternativa seria seguir escalando pela lateral do barco até poder saltar para o cais, mas isso tomaria tempo e ficaria vulnerável... Pelo visto o jeito era escalar até o deck e tomar uma posição privilegiada para saltar para longe dali.

OFF: Kyjal teria alguma chance de alcançar o deck dali?

E enquanto ele calcula o salto, ele continua imóvel, o máximo possível; ele só ergue um pouco a cauda pra que ela fique imediatamente acima da janela, o suficiente para não ser vista de dentro da cabine e sem desequilibrá-lo.

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Mensagem#5 » 31 Jan 2012, 15:42

OFF: É possível subir até o convés sim. Bem fácil, aliás. Não precisa de nenhum teste.
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Mensagem#6 » 31 Jan 2012, 15:44

A cauda felina sumiu. Ainda curiosa, Piccola estica-se para fora da janela para tentar ver por onde ele foi.

- Gatinho?

Qual era mesmo aquela palavra que as pessoas daqui usavam para chamar gatos...?

- Xanim, xanim. Vem cá, não vou te machucar!

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Mensagem#7 » 31 Jan 2012, 15:53

Tentando pensar rápido, Kyjal estica-se para cima para escalar para os níveis superiores do navio. Seus movimentos são quietos o suficientes para não alertar Leon. Mas Piccola, ao se esgueirar para a janela, escuta o som das garras apoiadas na madeira, e consegue ver o invasor.

Dentro desses poucos segundos, Meia-Noite continua perplexo.

OFF: Rolagem de "Ouvir Barulhos":

Leon: 3 - Falha
Piccola 1 - Sucesso
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Mensagem#8 » 31 Jan 2012, 15:59

Ao avistar a ponta da cauda dele, Piccola tem uma súbita vontade incontrolável de puxá-la, com medo do "gatinho" talvez se machucar caindo de algum lugar.

E então é isso que ela faz; puxa a cauda com toda força para dentro da cabine.

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Mensagem#9 » 31 Jan 2012, 16:09

A curiosa elfa dá um puxão na cauda do suposto gato, para força-lo a descer. Kyjal consegue se manter pendurado, mas agora, Piccola consegue perceber que o "animal" não é um mero gato -- mas sim um humanoide com traços felinos, e uma cauda.

OFF: Teste simples de Força para Kyjal se manter na parede:

3 - Sucesso
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Mensagem#10 » 31 Jan 2012, 16:12

Os olhos de Piccola se arregalam; aquilo...aquilo não era um gato comum! Era uma pessoa! Bem, com traços felinos, mas uma pessoa assim mesmo!

Por um segundo que parece mais uma eternidade, ela e ele ficam congelados, um olhando para o outro, ela segurando a cauda dele.

- Er...vo...você pode cair daí...d-deveria descer...não?

Foi a frase mais inteligente que ela conseguiu balbuciar.

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Rodwolf
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Mensagem#11 » 31 Jan 2012, 16:18

Evans via a cena tentando entender o que se passava. Via uma criatura estranha que ainda não conseguia identificar, parte porque ainda não tinha muita luz, e parte porque ele se moveu rapidamente para o deck. Percebeu um membro da tripulação perdendo alguma coisa e recuperando-a. Em sua frente claramente um trabalhador de tamanho descomunal também via cena, um vigia talvez? Pensava se aquele era o navio e onde estaria o capitão, seria a suave voz que viria do que seria a cabine?

[Evans] Procuro o capitão da embarcação que chamam de Licorne, é este o navio?

Faz pergunta em voz alta para ninguém em específico

Evans carregava nas costas sua mochila de viagem, trajava vestimentas cinzas sob a cota de malha, sua espada repousava na bainha e seu escudo com símbolo do braço esquelético segurando uma balança era também preso às costas. Mesmo sob a luz do poste tinha aparência pálida, cabelos meio longos e soltos pretos e uma atmosfera sombria.
Última edição por Rodwolf em 31 Jan 2012, 16:19, editado 1 vez no total.
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Holygriever
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Mensagem#12 » 31 Jan 2012, 17:37

Tarde da madrugada. Em breve seria manhã, e Meia-Noite se recolheria ao seu casebre após saudar o Deus da Manhã. Este havia sido um dia de trabalho particularmente árduo, pois além de seu trabalho como vigia, Meia-Noite havia se dividido com um trabalho de estivador que precisava ser realizado em uma hora um tanto inoportuna. Mas de qualquer modo, haja vista a calma no porto naqueles dias, podia se dar ao luxo de desviar sua atenção da vigília em troca de uns trocados.

Um encapuzado se aproxima calmamente do navio.

[Evans] Procuro o capitão da embarcação que chamam de Licorne, é este o navio?

Meia-Noite o olha de alto a baixo, sem disfarçar. Apesar de aparentar sombriedade, não havia nada muito de suspeito nele, exceto pela hora da visita, e pelo fato de que o navio não parecia ser exatamente de passageiros.

- É, é esse aqui sim. Mas vai ter de esperar um bocado, todo mundo deve estar dormindo ainda.

O estivador avista seu papagaio, empoleirado sobre um toco de madeira das barras de sustentação do cais, dormindo como de costume àquela altura da madrugada. Com um breve sorriso, ele limpa o suor da testa após descer uma caixa próximo à amurada do navio. Agora era só levar estas últimas para dentro e aguardar que a capitã despertasse para que fosse pago. Ele olha em direção à cabine da mesma, porém, avista algo pouco comum.

Meia-Noite observa a curiosa cena que se desenrola poucos metros acima de sua cabeça. Um vulto pendurado sobre a janela da capitã, uma criatura aparentemente humanóide mas difícil de identificar. Ele pondera por um instante, mas não importava o que fosse, ainda estava se esgueirando sobre a janela da capitã.

- Opa... peraí. No meu turno não, camarada.

O gigante recolhe um pedaço de madeira que avistara no chão momentos antes. Porém, decide contra tentar acertar o intruso ao avistar um segundo vulto, de uma elfa, que ele havia visto mais cedo no navio. Pensando rápido, ele corre rampa acima e, a uma distância segura, arremessa o objeto na parede próxima à janela, para assustar e intimidar o gaiato.

- EI! O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO!? SAIA JÁ DAÍ! - a voz do homenzarrão soa trovejante, possante.

Meia-Noite se põe novamente a correr em direção à cabine da capitã para interceptar o invasor.
Última edição por Holygriever em 31 Jan 2012, 18:48, editado 1 vez no total.
"Você tem medo do Escuro? Pois deveria."

Meu amor, o meu chão, onde deixei a paixão...
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Leve-me à escuridão, diga que não me verão...
Queime a terra, ferva o mar, o céu você não vai levar...

Serenity a viajar, não há lugar melhor que o lar...
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Mensagem#13 » 31 Jan 2012, 17:53

§ O som de conversa vinda cabine da capitã havia chamado a atenção do jovem; enquanto caminha para lá, ouve o barulho de algo se chocando com o casco do navio, e então o vigia noturno da doca correndo rampa acima, rumo a cabine. Apenas pragueja algo em voz baixa, saca o sabre e o segue. §

[Leon] Em nome de Tymora, que diabos está..?!

§ Aproxima-se com cautela da porta da cabine, ficando do lado oposto a abertura da mesma, e grita:§

[Leon] Melhor sair com as mãos para cima! Se fizermos isso do modo dificil, você vai andar na prancha com uma âncora presa ao calcanhar!
Última edição por Alta Vista [Bot] em 31 Jan 2012, 17:59, editado 1 vez no total.

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Mensagem#14 » 31 Jan 2012, 18:04

"Ah, só o que me faltava... Mas..."

Aquela não parecia ser a capitã. Definitivamente não se trajava como tal, e parecia inocente e gentil demais. Decerto, aparências enganam muito, mas entre o cara andando pelo convés e uma garota com cara de pouco ameaçadora... Bom...

"Er...vo...você pode cair daí...d-deveria descer...não?"

[Kyjal] - "...Certamente, bela dama" -- Responde num tom calmo e gentil, levemente descontraído.


Ao se pronunciar para descer e tocar a janela com seus estranhos pés digitígrados, o felino segura a borda da janela com uma das mãos, enquanto levava a outra à mão da jovem, que há pouco segurava sua cauda...

...Até que ouve o estrondo causado pelo objeto que acabara de acertar o casto, seguido por uma voz bem menos melodiosa e gentil que a da garota...

"EI! O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO!? SAIA JÁ DAÍ!"

Em uma mistura de susto, desespero e reação pouco pensada, Kyjal se atira para dentro da cabine, se preocupando mais em entrar o mais rápido possível do que realmente se preocupar em como seria sua "aterrisagem".

"Bast, por favor, uma ajudinha, sim?"

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Mensagem#15 » 31 Jan 2012, 18:30

No lado de fora, Meia-Noite corre para o convés do Licorne, logo depois de dar uma informação para um desconhecido encapuzado na alta madrugada. Ao tentar assustar o assaltante, acaba notando que o sentinela do navio também notou o invasor, e adentrou a porta em direção à cabine da capitã.

Enquanto isso, Kyjal tenta se ajeitar e sair da posição desconfortável de onde se encontra. Sua única opção é abordar a pequena elfa de forma galanteadora.

O salto do felino é gracioso, e consegue passar facilmente pela relativamente pequena janela. Sua forma estranha aparece por completo na frente de Piccola. A elfa, no entanto, nunca viu nem ouviu falar sobre criaturas do tipo. Especialmente com chifres.

À porta da cabine, aberta, encontrava-se Leon, de sabre em punho, machadinhas à postos no cinto, e uma pequena mancha de sangue na mão. Da capitão, nenhum sinal ainda. Os outros marujos ainda estavam na cidade, e só viriam dentro de algumas horas.

OFF:

Rolagem de destreza para o salto do Kyjal: 11 - Sucesso
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