Wade In The Water - Capítulo 2

Tales from the Sails. Need I tell you more, you sea weasel?

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Stephan
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#1 » 27 Fev 2012, 22:20

(leitura prévia: Sailing Ships - Encontros, acordos e partidas)

O barco ainda estava incrivelmente longe para identificar bandeiras, ou mesmo o tipo de embarcação. Piccola lembra-se que o Licorne não tem uma luneta funcional, visto que um objeto desses custa centenas de peças de ouro (e a última foi quebrada, causando a visão por caleidoscópio em vez de aumentar a vista), a não ser que seja feita uma viagem à Lantan. E sem motivo ou trabalho, a viagem até lá custaria caro.

A elfa acaba olhando adiante, em vez do barco, e nota que uma cerração ou uma tempestade está à caminho. As coisas andavam tranquilas demais. E Umberlee é sempre uma vadia quando acordava.

No momento, Tomme descansava no leme, tirando um cochilo com o leme travado, sua posição favorita de sono. Era também a hora de descanso de Brenten e Alber, e Rhezen ainda estava aproveitando sua... lua de mel.

No convés, além de Piccola e Kyjal no Ninho do Corvo, estavam Leon, Evans e Meia-Noite, conhecendo-se enquanto o gigante e o ilhéu trabalhavam nas amarras. A capitã estava nos andares abaixo.

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OFF: Informações de Lantan adicionadas ao tópico apropriado.
Última edição por Stephan em 27 Fev 2012, 22:37, editado 1 vez no total.
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Gabrielle
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#2 » 27 Fev 2012, 23:16

Os ventos tinham se mudado ligeiramente, ficando mais fortes, como um anúncio prévio da chegada da tempestade. E agora estava chegando algum navio misterioso por ali. Podia muito bem não ser nada de mais, mas se fosse algum navio pirata ou algo, a situação complicaria.

Tinha que ser logo agora, que a noite estava caindo e ficando tão bonita...

[Piccola] Com um oceano tão grande, como Umberlee pode acordar do lado errado da cama tantas vezes?

Piccola resmunga baixinho, e seus ouvidos aguçados a avisam da chegada de Kyjal. O homem-gato tinha se tornado meio que seu companheiro de vigília, uma vez que era o único da tripulação que compartilhava de sua visão mais aguçada no escuro - e também não dormia muito de noite. Ele era uma companhia agradável, e sempre conversavam um pouco antes de efetivarem realmente a troca da vigília, embora, por convenção social, ainda não haviam tocado em tópicos muito pessoais.

[Piccola] Boa noite, Kyjal. Conseguiu dormir um pouco com aquela cacofonia horrorosa que é o ronco do Meia-noite com o dos outros?
Última edição por Gabrielle em 27 Fev 2012, 23:23, editado 1 vez no total.

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Samiel_Fronsac
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#3 » 29 Fev 2012, 22:27

§ Depois do ritual de despedida dos falecidos companheiros, a mente de Leon se desanuvia, e o jovem marujo fica a vontade e se mostra empolgado contando uma historinha de seus tempos trabalhando no navio "Acerto de Contas", quando um grupo de sahuagins invadiu a embarcação. §

[Leon] E lá estavam eles, usando armaduras de couro de tubarão, lanças e com péssima atitude, em número, gritando coisas em sua língua e sacudindo as armas no ar e todo mundo, do capitão ao mais novato marujo sem saber o que fazer, afinal, eles não estavam sendo amigáveis mas não estavam atacando também, mas todos de um lado e outro tinham suas armas em punho, e levou uma hora de extrema tensão até conseguir entender o que os esquisitos queriam. Coisas da cozinha! Depois de muita confusão, trocamos dois baús de pepino em conserva mais algumas panelas velhas por pérolas, e moedas de ouro que pareciam ter sido saqueadas de algum navio naufragado... O que sahuagins queriam com picles e panelas? É o tipo de mistério que leva sábios a loucura em suas bibliotecas, então tento não pensar muito nisso, mas certamente envolve algum ritual macabro.

§ Durante toda a narrativa Leon pula, corre e faz gestos e onomatopeias para cada ponto, dando cor a sua história de forma um pouco espalhafatosa, mas bastande ilustrativa. §
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Holygriever
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Mensagem#4 » 01 Mar 2012, 00:30

Meia-Noite ouve a história de Leon enquanto trabalha nas amarras. Os três dias de viagem anteriores haviam sido tranquilos, embora árduos. Meia-Noite estava pegando o jeito e o ritmo do trabalho, e sentia-se revigorado. Há tempos não fazia algo diferente.

- Hahahahaha! Talvez fosse alguma oferenda a alguma Divindade Picleana dos Sahuagins! Teve uma vez em que uns fanfarrões tentaram roubar uma taverna logo pela manhã. Era dia de folga do Meia-Noite, então assim que acabou o turno de vigia ele tinha ido pra lá comprar uns mantimentos. O Velho jack já tava lá, acabando com a bebedeira da madrugada anterior. Quando os ladrões vieram, só tavam Meia-Noite, o Jack e o Bertô, o taverneiro, lá dentro. Os caras eram sete, e uns três deles tavam com espadinhas curtas, outros dois com facas. A porradaria foi das boas. Meia-Noite ainda tava com sono, e o velho Jack já tava de ressaca sem nem ter dormido ainda, mas demos conta sem muito esforço, só uns roxos e cortes pelo corpo. Ah, quando quebraram a garrafa da saideira do Jack, ele virou um demônio! Mal sobrou pro meia-Noite brincar depois disso. Só um conseguiu fugir, e só conseguiu levar meu pacote de compras. Tinham umas cenouras ali, outras verduras, umas laranjas, um pouco de pão... e acho que uns pepinos em conserva. Diabo, se o Meia-Noite soubesse que dava pra trocar isso por pérolas, tinha corrido atrás do filho da mãe! Hahaha!

As descrições de Meia-Noite não são tãpo espalhafatosas quanto às de Leon, mas o negro sabia usar as inflexões da voz para enfatizar os momentos de maior intensidade. Isso, e socar a própria palma eram em geral o suficiente pro tipo de história que ele tinha para contar.

- Sabe, vou sentir falta dessas brigas de taverna. As vezes é bom dar porrada, e levar porrada. O Velho jack diz que ajuda a se sentir vivo. E ele não tá errado não...

Continua a trabalhar nas amarras. O clima estava bom e agradável.
Última edição por Holygriever em 05 Mar 2012, 20:58, editado 1 vez no total.
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Feral
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Mensagem#5 » 01 Mar 2012, 22:50

[Piccola] Com um oceano tão grande, como Umberlee pode acordar do lado errado da cama tantas vezes?

[Kyjal] -" Vai ver que o 'lado certo da cama' dela não faz parte das nossas rotas. Ou dos mapas como um todo, sei lá."

Comenta Kyjal, enquanto mostra finalmente ter terminado de subir à Casa do Corvo. Se alonga com uma certa mistura entre preguiça e sono, enquanto se equilibra com ajuda da cauda. Provavelmente a vantagem anatômica tenha feito ele se acostumar um pouco mais fácil ao novo ofício. A companhia ocasional de alguém que não estivesse soltando ameaças, piadas ou roncos também ajudava um bocado.

[Piccola] Boa noite, Kyjal. Conseguiu dormir um pouco com aquela cacofonia horrorosa que é o ronco do Meia-noite com o dos outros?

O felino responde no seu mesmo tom bem-humorado de costume.

[Kyjal] - "Hehe, por que você acha que eu aceitei ficar de vigia ao invés de dormir nos mesmos turnos dos demais? Posso não ser um músico, mas sei o suficiente sobre harmonia e melodias pra saber que aqueles caras estão longe de ser lá uma orquestra. Aqui ao menos eu tenho os sons do mar..."

...E ao avistar o oceano para completar seu comentário, nota a embarcação vinda ao longe. Tenta ao máximo identificar o que pode, mas enquanto isso, já chama atenção da elfa para certificar-se que não estava vendo coisas.

[Kyjal] -"Aquilo.... aquilo vindo ali longe é mesmo um outro barco?"
Última edição por Feral em 01 Mar 2012, 22:53, editado 1 vez no total.

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Gabrielle
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Mensagem#6 » 01 Mar 2012, 23:24

[Piccola] Sim, é uma embarcação. Eu queria esperar um pouco mais para saber exatamente que tipo de embarcação, mas acho que deveríamos avisar os outros.

E então ela se levanta, respira beeeeeeeeeem fundo, e solta:

[Piccola] NAVIO A ESTIBOOOOOOOOOOOOOORDOOOOOOOO!

Volta-se para Kyjal com um sorriso de moleca no rosto.

[Piccola] Sempre quis fazer isso!

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Stephan
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Mensagem#7 » 02 Mar 2012, 16:23

Com o berro de Piccola, Tomme acorda no susto. Entendendo a mensagem e notando o navio, ele passa o berro, "mirando" para os andares de baixo:

[Tomme] NAVIO A ESTIBORDO!

Em menos de 30 segundos, a capitão sobre para o convés. Ela observa o navio e a massa de nuvens no outro lado.

[Tabitha] Piccola, Miau, o que conseguem me dizer do barco? Está próximo o suficiente para uma identificação de bandeiras? E aquela massa de nuvens?

Alguns segundos depois, Alber, Brenten e Rhezen (este último mais atrasado e ainda abotoando sua camisa) chegam no convés, e começam a preparar o navio para quaisquer manobras necessárias.

Kyjal e Piccola ainda não conseguem identificar se a formação de nuvens é uma cerração ou o pior, uma tempestade -- mas não avistam raios. O navio parece ser realmente um pouco maior que o Licorne, e também parece estar arrumando seu curso para o navio da capitã Allouise.
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#8 » 02 Mar 2012, 17:29

Durante todo o ritual, que sacerdote acreditava ser em memória dos antigos companheiros do marujo, Evans se manteve presente; porém um pouco afastado respeitando o momento de Leon.

Agora os novos companheiros começavam a se conhecer. Leon e Meia-Noite trabalhavam nas amarras enquanto Evans procurava o que fazer e participava da conversa. Riu da maneira descontraída e exagerada que Leon contou sua história

[Evans] Hahaha, é uma perspectiva de valores. Acho que cada um tem seu tipo tesouro de acordo com a necessidade. Só não me perguntem o porque Picles!


- Hahahahaha! Talvez fosse alguma oferenda a alguma Divindade Picleana dos Sahuagins! (...)

Começou a ajuda-los com as amarras e agora era o Gigante que contava sua história. Imaginava como seria uma briga com aquele grandalhão e como este deveria ter uma presença terrível de batalha.
Se prepava para compartilhar uma de suas próprias histórias de marinheiro quando ouve:

[Piccola] NAVIO A ESTIBOOOOOOOOOOOOOORDOOOOOOOO!

Prontamente larga as amarras e parte para a amurada para observar melhor, não vê muito porque o navio estava ainda a uma certa distância. Igualmente longe, do outro lado, e vinha uma estranha formação de nuvens ou cerração.

[Evans] É melhor nos prepararmos.

O Clérigo desce ao alojamento para vestir sua cota de malha e pegar suas armas. Normalmente gostava de usar a cota para se acostumar com seu peso, mas esperava trabalho de navio e seria melhor só com suas roupas clericais cinzentas. Veste sua peça de armadura, pega o escudo e prende a espada às costas, se tivesse qualquer problema em uma área como um convés, seria a maneira mais rápida de sacar para usa-la, inclusive no caso de impedir alguém vir à bordo sem ser convidado.

Retorna ao convés o mais rápido possível e se posta ao lado da capitã, de onde ela observa o navio chegando. Espera estar perto o bastante e tenta sentir o que vinha de encontro do La Licorne.

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[Off] Primeira coisa que o Evans fez de manhã, foi suas preces das suas magias. Assim que a distância permitir (13 metros acho), mando um 'Detectar Magia'
Última edição por Rodwolf em 02 Mar 2012, 19:22, editado 1 vez no total.
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Stephan
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Mensagem#9 » 02 Mar 2012, 19:12

OFF: Pra dar uma esclarecida (não deixei muito claro), a formação de nuvens não está vindo da mesma direção do navio. O navio está vindo à posição Nordeste, enquanto a formação de nuvens está aparecendo pra direção Noroeste.
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Samiel_Fronsac
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Mensagem#10 » 05 Mar 2012, 12:28

§ Contando e ouvindo histórias, o tempo em alto-mar passa mais depressa, e o marujo se deixa levar pelo momento, rindo e brincando. Ao mesmo tempo, percebe como os novos colegas se adaptam ao ambiente. Não tardaria para que fossem tripulação de fato... §

[Leon] Não se preocupe, temos montes de tavernas por visitar ainda, Meia-Noite. E muita confusão por arrumar, veja só, Rhezen conseguiu sair de uma casado! Você certamente não vai ficar com escassez de pancadaria, principalmente dados os lugares em que aportamos.

§ Então, bem quando Evans começa a falar e Leon estava prestes a perguntar se o clérigo conhecia algum significado teológico factual no picles, vem o aviso da aproximação de outro navio. O marujo pinoteia para a escada e corre para o quarto. Mesmo a maioria dos navios sendo apenas comerciais não-hostis, não arrisca. Veste o corselete e equipa armas e volta ao convés. §

[Leon] Hey, devemos começar as apostas se isso vai acabar em confusão ou não?

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Mensagem#11 » 05 Mar 2012, 20:56

Meia-Noite terminava sua conversa com Leon quando a situação toma uma guinada. Do meio da escuridão do mar, alguém se aproximava. Amigo, inimigo, Meia-Noite ainda só podia tentar adivinhar...

[Leon] Hey, devemos começar as apostas se isso vai acabar em confusão ou não?

- Hah! Se isto for acabar em confusão, eu tenho pena dos tolos! Meia-Noite acabou de falar que tá a fim de uma boa briga, e se tiver uma ele não vai correr!

Socando a palma esquerda com vigor, Meia-Noite deixa as amarras e corre à amurada do navio, tentando avistar a embarcação que se aproxima.
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Mensagem#12 » 05 Mar 2012, 21:36

[Tabitha] Piccola, Miau, o que conseguem me dizer do barco? Está próximo o suficiente para uma identificação de bandeiras? E aquela massa de nuvens?

[Kyjal] - "Ainda não, está muito longe para vermos as bandeiras. Mas com certeza o navio está vindo pra cá, e... parece que estamos em desvantagem de tamanho."

Kyjal tenta fazer um esforço extra para ver se consegue identificar algo mais sobre a misteriosa embarcação, enquanto continua seu relatório, dessa vez sobre a tempestade.

[Kyjal] - "As nuvens são bem densas, talvez cerração, talvez tempestade, mas não tem raios..."

E mantém-se concentrado, tentando enxergar mais alguma coisa, enquanto aguarda os demais planos da capitã. Também questiona Piccola.

[Kyjal] - "Consegue ver algo mais, Piccola?"
Última edição por Feral em 05 Mar 2012, 21:37, editado 1 vez no total.

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Mensagem#13 » 05 Mar 2012, 21:45

Piccola detestava admitir, mas o navio ainda estava realmente longe demais para saber de bandeiras. E pelo outro lado,aquela massa escabrosa de nuvens feias.

[Piccola] Hmm...não consigo ver direito...mas acho que nuvens dessas jamais significam algo bom para um navio.

Estica-se um pouco e aperta os olhos na tentativa de ver algo.

Off: Agora só estou aguardando o navio ou as nuvens ficarem próximos o suficiente para serem identificados.

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Mensagem#14 » 06 Mar 2012, 14:39

Evans preparava uma de suas magias divinas para detectar qualquer perigo próximo. Mesmo com o navio e as nuvens tão distantes, o clérigo sente uma energia mágica... vindo do mar abaixo do Licorne. Se suas habilidades fossem maiores, poderia detectar se isso se expande para o resto do mar. Por enquanto, aparece apenas abaixo deles.

Tomme começa a manobrar, enquanto a capitã fica ao seu lado comandando e planejando uma possível estratégia. A opção seria dar meia-volta, mas não sabiam se o outro navio é mais veloz que eles. E de qualquer forma, poderiam ser pegos pela possível tempestade.

Alber, Rhezen, Brenten e Meia-Noite logo vão para a amurada. Leon surge no convés, pronto para colocar sua esgrima em ação. Suas vestes, mesmo de baixa qualidade, pareciam empunhar nobreza.

Piccola e Kyjal forçam a vista. Das nuvens, um reflexo do que parece ser um raio continuo e retilíneo, de cima para baixo, surge por cerca de cinco segundos. O outro navio faz um movimento estranho. O que parecia ser uma virada para o Licorne, tornou-se uma curva exagerada. Por muito pouco, o navio não vira com a curva desesperada para a sua esquerda.

A capitã grita para Alber:

[Tabitha] RUIVO! As amarras vão aguentar ventos fortes de uma tempestade?

O enorme ruivo responde com uma afirmativa com a cabeça. Antes que pudesse comentar mais algo, todos os presentes no convés -- Leon, Meia-Noite, Evans, Alber, Brenten e Rhezen -- sentem coisas batendo no casco do navio.

[Alber] O que é agora?
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#15 » 06 Mar 2012, 22:56

A situação parecia tensa. Meia-Noite ainda não podia ver o navio, mas a tempestade ao longe parecia se intensificar, e o Licorne começa a fazer sua manobra. O navio não possuia armas, então podia ser presa fácil se não pudesse escapar.

E então coisas batem no casco.

[Alber] O que é agora?

- Ruivo, eu não sei não, mas se subir à bordo e fizer cara feia, vai levar umas bolachas pra aprender o que é bom!
Última edição por Holygriever em 06 Mar 2012, 23:01, editado 1 vez no total.
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