Wade In The Water - Capítulo 2

Tales from the Sails. Need I tell you more, you sea weasel?

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Holygriever
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#91 » 01 Abr 2012, 22:13

[Leon] Hey Meia-Noite, você vai na frente, e cuido da sua retaguarda e cobertura. Vou usar o sabre dessa vez, então, seja você mesmo; enquanto os inimigos se assustam, aproveitarei para perfurar alguns pulmões e rins. Uma parceria sem chance de dar errado, pode apostar, eheh.

- Hah, tá, tá bom. Ir na frente e dar porrada. Sei fazer isso aí direitinho, He he he.

Meia-Noite, assim como a maioria da tripulação, só avista o conteúdo do outro navio quando os mesmos estão para emparelhar.

- Mas o que...? Viiish.

Corpos. Vários. O que quer que tenha abordado esse navio era mais brutal do que homens-peixe. Ou então, a tripulação não sabia lutar. De qualquer forma, sorte terrível...

[Tabitha] Olhos abertos. Chequem os corpos, tentem achar sobreviventes, prestem atenção aos arredores. Uma dupla procurará nas salas do convés, enquanto o resto irá também em duplas para os andares inferiores. Entendido? Ao encontrarem qualquer coisa, vocês avisem seus companheiros imediatamente.

- Sim, capitã! - Meia-Noite bate uma continência rápida e meio desajeitada antes de se virar e dar de cara com Leon.

[Leon] Meia-Noite, o que foi feito aqui não é passível de perdão. Se eu encontrar o inimigo, esteja de arma em punho ou jogado no chão implorando, mato do mesmo jeito.

- Tá, ok, beleza. Mas calma aí, vamos primeiro achar o filho de um goblinóide que fez isso, depois a gente decide o que fazer. Chamar a capitã, talvez. - Meia-Noite indica Thabita com um meneio de cabeça, enquanto Leon, com cara de bravo, desembainha a espada beeeem devagar (pra que, Meia-Noite não saberia dizer).

[Leon] Ficaremos com as salas do convés.

- Estamos indo, capitã.

Meia-Noite se dirige à pequena prancha de abordagem, fixada com um suporte improvisado.

- Ééé... melhor não.

Com um pequeno impulso, Meia-Noite salta para o outro navio por cima da pequena prancha de aparência frágil (considerando seu corpanzil), e então espera por Leon, se dirigindo com o mesmo para as salas do convés.
Última edição por Holygriever em 01 Abr 2012, 22:20, editado 1 vez no total.
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Samiel_Fronsac
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#92 » 03 Abr 2012, 11:52

§ Enquanto ruma ao local pretendido, ouve as palavras de Evans. que parece agir de forma correta e séria quanto a sua Fé, e Leon faz um registro mental disso. Fé e Honra são coisas importantes para o marujo. §

Leon] Tymora os tenha em melhor fortuna na outra vida...

§ Apenas faz um meneio de cabeça, em sinal de entendimento, após Meia-Noite argumentar; mas na sua mente, a decisão está tomada. Qualquer inimigo achado só ficará vivo tempo o suficiente para dizer quantos são e o que procuram. Resolvidas as necessidades estratégicas, sem piedade, sem prisioneiros. §

Leon] MN, caso necessário, você derruba a porta e eu checo por pessoas.
Última edição por Alta Vista [Bot] em 03 Abr 2012, 11:53, editado 1 vez no total.

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Feral
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#93 » 03 Abr 2012, 21:59

[Piccola] Ficarei bem, Kyjal, obrigada. E...aqui é o melhor lugar para eu ficar, afinal. Além disso...você está aqui, não está?

O alívio ao ouvir aquela frase só é quebrado pela pergunta no final, que deixa o felino levemente encabulado. Ele só responde coçando um pouco a nuca enquanto murmura uma monossílaba concordando.

E então, ao ver que estavam finalmente próximos da abordagem, Kyjal desce do ninho do corvo, soltando antes um "Cuide-se, certo?", antes de usar as cordas para chegar ao convés.

Enquanto escuta os planos para abordagem, e martela algumas vezes na cabeça hipóteses sobre o que teria feito aqueles cadáveres, ouve a sugestão de Evans.

[Evans] Leon, Meia-Noite, vocês ficam o convés? Kyjal e eu podemos verificar os andares inferiores.

[Kyjal] - "Meus olhos se adaptam bem ao escuro, então é melhor mesmo que eu vá para os andares inferiores, junto com o padre."

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Gabrielle
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#94 » 04 Abr 2012, 00:16

A jovem Avariel não entendeu por que Kyjal ficou sem graça daquele jeito, mas ela achou divertido assim mesmo, e abriu um largo sorriso.

Sorriso este que sumiu assim que avistou a situação do outro navio. Teve de cobrir a boca com as duas mãe para impedir-se de gritar. Sente-se meio pálida, mas engole a bile e mantém-se firme; sua posição seria mais uma vez vantajosa...ainda mais porque poderia ficar de olho tanto no navio quanto naquela massa de nuvens esquisitas que estava se aproximando. Não gostava daquilo nem um pouco.

Acena com a cabeça afirmativamente e responde a Kyjal com "Você idem", e então volta sua atenção para seus dois objetos de atenção.

OFF: Piccola vai ficar observando, alternando entre a massa de nuvens e o navio Saffron.

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Stephan
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#95 » 05 Abr 2012, 18:08

Nuvens no céu tornavam a iluminação de Selûne inconstante, mas ainda era possível ver dentro do outro barco.

Primeiro, passam para o outro lado Leon e Meia-Noite. Este segundo quase escorrega na amurada ao fazer seu salto, mas consegue aterrissar sem problemas. Leon, por sua vez, passa com cuidado pela rampa de abordagem. Em seguida, passam Kyjal e Evans, e finalmente a capitão.

Agora, eles vêem a aterradora cena com mais detalhes: oito corpos humanoides, três elfos e cinco humanos, com uniformes de algum tipo de guarda ou grupo militar, jazem vítimas de lanças pequenas cravadas em seus corpos, não muito diferentes das armas dos Kuo-Toa, que enfrentaram antes.

Próximo à porta do alojamento, eles vêem o primeiro Kuo-Toa morto, de cara no chão. Cerca de 10 golpes de espadas abriram os lados do homem-peixe, fazendo o cheiro pútrido ficar ainda mais forte.

Meia-Noite entra na frente de Leon. Em vez de ser como o Licorne, três beliches de um lado e três redes do outro, o Saffron continha alojamentos certamente militares. Seis beliches distribuídos de forma igual, com os baús ostentando um escudo não muito estranho para Leon. Podia não saber sua origem, mas sabe reconhecer o escudo de uma casa nobre do Norte.

Todos os seis baús permanecem fechados, e a única visão grotesca são os dois soldados humanos. Um deles jaz com sua bela cota de malha destruída pela estocada de uma lança, enquanto outro, a menos de um metro dele e também encostado na parede, estava o pescoço aberto de um lado.

Na frente deles, mais três Kuo-Toas estavam mortos. Seus "rostos", virados para cima, revelavam uma aparência levemente diferente das do que enfrentaram no Licorne: suas pupilas traziam um brilho púrpura, como se surgissem de trás da parte negra de seus olhos. Um arrepio sobe na espinha de Leon, enquanto Meia-Noite continua a achar difícil de acreditar em todo aquele cenário.

------------

A capitã deixa Kyjal e Evans seguirem na frente, por causa da visão superior do felino. O primeiro andar tem uma mão decepada segurando um sabre com o cabo dourado, mas com a lâmina com três largos dentes. A habilidade da mão do espadachim, fosse quem fosse, era exímia. Pena que os inimigos perceberam isso.

Kyjal seguiu as manchas de sangue ocasionais partindo da mão, e acaba percebendo dois pontos púrpuras no fundo da proa. Lá, apoiados numa caixa, estavam os olhos de um Kuo-Toa semelhantes aos que viram, mas o tom da cor fazia o pêlo de Kyjal se eriçar, e Evans sentia um tipo de magia divina muito errada ali.

Em cima do corpo do Kuo-Toa, estava o corpo de um elfo, sem a mão direita, com um corte transversal no rosto que o cegou do olho direito. Seu outro braço, ainda preso ao corpo, estava enterrado dentro da boca do inimigo. Sua cota de malha ostentava um escudo que nem Kyjal nem Evans reconhecia, e a armadura em si estava cheia de pontos onde as armas atingiram. A luta, seja como tiver sido, acabou ali, para os dois.

Perto deles, não havia nada além das armas do Kuo-Toa; sua lança no chão, e sua espada curta cravada na parede.

Ainda não havia sinal de nenhuma alma viva.

[Tabitha] Vou descer. Precisamos ser rápidos, antes que aquela neblina miserável chegue até nós.

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Alber, Brenten e Tomme continuavam no convés, aguardando qualquer movimento do Saffron. Piccola, no entanto, dividia sua atenção. Quanto mais a neblina se aproximava, mais nervosa ela ficava. Já não bastasse ter que lidar com a recente matança e o navio repleto de cadáveres, tem algo completamente desconhecido vindo engolir seu barco. Sua casa.
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Samiel_Fronsac
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#96 » 07 Abr 2012, 15:40

§ Caminha, um ar sombrio na face. Que tipo de ataque selvagem fora aquele, para derrubar homens treinados? O que aqueles sapos procuravam, para atacar navios de tal forma? Muitas questões sem resposta... §

[Leon] Kelemvor os encaminhe, e Tymora lhes dê melhor sorte na outra vida.

§ Outra cena grotesca ao entrar no alojamento, o marinheiro já não tem esperança nenhuma de encontrar sobreviventes. Seus olhos, entretanto, acham algo familiar, que não consegue nomear, no brasão dos baús. §

[Leon] Já vi aquele símbolo em algum lugar, maldição, mas onde..? MN, monte guarda enquanto checo isso aqui. Talvez alguém tenha um diário, uma carta, qualquer coisa que esclareça quem são e para onde rumavam.

§ Escolhendo aleatoriamente, puxa suas ferramentas e tenta abrir um dos baús. §

[Leon] Espero que não se importem, senhores, juro que tenho a melhor das intenções.
Última edição por Alta Vista [Bot] em 07 Abr 2012, 16:40, editado 1 vez no total.

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Holygriever
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#97 » 08 Abr 2012, 21:03

Após retomar o equilíbrio, Meia-Noite joga o corpo em um movimento sequencial ao escorregão, de forma a fazê-lo parecer deliberado.

- Opa, epa, isso, foi do jeito que eu queria! Hah!

Ao prosseguirem, Meia-Noite faz uma careta pior que a outra à medida que a cena se torna mais e mais grotesca. Um massacre, sem dúvida, mas...

[Leon] Kelemvor os encaminhe, e Tymora lhes dê melhor sorte na outra vida.

- E que Lathander lhes dê uma alvorada digna no outro plano...

Chegam então ao alojamento. Dois humanos mortos, três homens-peixe com olhos estranhos. Todo mundo morto, nenhum sobrevivente...

- ...de nenhum dos dois lados.

[Leon] Já vi aquele símbolo em algum lugar, maldição, mas onde..? MN, monte guarda enquanto checo isso aqui. Talvez alguém tenha um diário, uma carta, qualquer coisa que esclareça quem são e para onde rumavam.

- Tá, tô de olho na porta. Vai abrindo os baús.

[Leon] Espero que não se importem, senhores, juro que tenho a melhor das intenções.

- Err... Tá, melhor das intenções, mas se tiver algo de valor aí, pegue. A capitã mandou, e Meia-Noite não quer encrenca. O melhor que podemos fazer por eles é descobrir o que aconteceu aqui, acho objetos não lhes vão fazer falta.
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Rodwolf
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#98 » 13 Abr 2012, 11:54

[Evans] Kyjal?

O clérigo aponta para a mão decepada no chão.

[Evans] Vê mais alguma coisa?

Seguindo Kyjal através do que parecia ser uma trilha de sangue, Evans sente algo errado ali enquanto descobriam dois corpos, o que parecia ser resultado de uma luta.

[Evans] Um elfo, e uma daquelas criaturas que lutamos, mas há algo mais aqui. Sinto isso.

De armas em punho o sacerdote continua procurando e atento por qualquer coisa que pudesse chamar o mínimo de atenção.

Se aproxima da caixa de onde a criatura estava apoiada para analisar melhor e ver se era possível abrir.
Última edição por Rodwolf em 13 Abr 2012, 11:57, editado 1 vez no total.
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Gabrielle
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#99 » 13 Abr 2012, 22:12

Aquelas nuvens estavam ficando cada vez mais estranhas, e Piccola estava com um mau pressentimento. Desejava poder saber o que diabos era aquilo, e o que poderia significar. Já estava observando a massa de nuvens havia um tempo, e correu pelos seus arquivos mentais, procurando algum conhecimento seu que explicaria aquele determinado fenômeno.

[OFF]: Quero saber o que são essas nuvens. Teste de Wis, I suppose?

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Feral
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#100 » 14 Abr 2012, 01:27

[Evans] Kyjal? Vê mais alguma coisa?

Kyjal - "Urk.... corpos por todos os lados, de elfos e de Kuo-Toa... e esses olhos... Seja lá que brilho estranho é esse, não me parece boa coisa..."

O felino então se aproxima do braço decepado, pegando e examinando o sabre. O movimenta no ar uns insantes, se perguntando o quão bom seria o dono do sabre, e o próprio sabre. E então se mantém com ele.

Kyjal - "...Algo aqui não cheira bem... e não são só esses Kuo-Toa..."

Ao notar que o clérigo iria investigar mais próximo à caixa, o felino observa os arredores, procurando olhar portas próximas, ou outros locais que não tivesse olhado antes, se mantendo atento para que não fossem surpreendidos. Aos poucos, ele se aproxima de Evans e tenta manter seu cone de visão complementar ao do colega, tentando cobrir o máximo que a dupla pudesse.

Enquanto olha ao redor, Kyjal estuda por onde mais seguiriam após investigar a caixa.

---------------------------
[OFF:]

Alguma informação sobre esse sabre? A depender do que puder ser identificado, eu posso lutar usando ele ou sacar um dos meus; o que for claramente melhor.

Fora isso, qualquer que seja o teste similar a percepção, essa é a hora.
Também gostaria de uma lista de portas que possam haver onde estamos.
Última edição por Feral em 14 Abr 2012, 01:32, editado 1 vez no total.

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Stephan
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#101 » 14 Abr 2012, 15:20

Leon torcia para que a menor quantidade de baús possível estivesse aberta. Para seu azar, todos os seis estavam trancados, com cadeados. Dois dos baús eram pesadíssimos, e por isso Leon resolveu começar por eles.

O primeiro resistiu facilmente às suas ferramentas. Devia pertencer a um dos marinheiros mais ricos, ou mais paranoicos, porque foi difícil demais achar a trava necessária para destrancá-lo.

O segundo também resistiu, mas Leon viu que, se tiver mais tempo, pode destrancá-lo sem muitos problemas.

O terceiro, o primeiro dos três baús médios, abriu-se como uma meretriz encontrando um nobre. Bastou encaixar a ferramenta, e com um pequeno som, o cadeado abriu-se. Até Meia-Noite se impressionou. Dentro dele, havia um tipo de pasta, que parecia guardar um simples pergaminho solitário. Um símbolo de Shaundakul descansava ao lado de várias cartas, e de duas mudas de roupas simples. Um pequeno saco guardava em torno de 47 peças de ouro.

Mais um baú, mais um sucesso. Dentro, envolto em um manto ao lado de três mudas de roupas, havia uma armadura de placas, ostentando um tímido símbolo de Shaundakul no peito. A armadura era impressionante, e brilhava como poucas outras brilhavam.

O quinto baú abriu-se com mais facilidade. Ou os cadeados estavam fracos, ou Leon finalmente estava mostrando suas habilidades. Dentro deste baú, se encontravam 14 peças de ouro num saco de couro, ao lado de um dos escudos mais belos que ele ou Meia-Noite já avistaram. Mesmo tão belo, o escudo não portava símbolo algum.

O sexto e último baú também rendeu-se às habilidades do ladrão. Este era simples, e tinha um camafeu com a imagem de uma bela mulher. O resto do baú era recheado por roupas simples e cartas pessoais.

---------------

Evans concentra-se na grande caixa. Pagando o devido respeito aos mortos, ele afasta os corpos do elfo e do Kuo-Toa para longe da caixa, e força a mesma a abrir.

Suprimentos de viagem. Não comida, mas cobertores, mantas, lençóis, para ajudar contra o frio. O Saffron devia estar em um lugar mais frio, já que o inverno em Águas Profundas, mesmo em seus mares, não costuma exigir tantos cobertores.

Mexendo um pouco mais na caixa, Evans encontra um cinto com três pequenos frascos, que, de acordo com seus estudos, são poções para manter a saúde.

Enquanto Evans vasculha o objeto, Kyjal volta sua atenção para os arredores. Duas pequenas salas, prováveis quartos, davam de frente para a cena dos corpos do elfo e do Kuo-Toa. Ambas suas portas estavam escancaradas e arrombadas. Nos dois cômodos, as duas pequenas janelas foram abertas à força por fora, e destruídas o suficiente para caberem os inimigos. O Licorne deu sorte, porque nenhum deles enfrentou oponentes com força parecida.

Os olhos felinos de Kyjal reconhecem o material do belo sabre -- era prata. Um exemplo de forjaria, que costuma danificar criaturas que armas normais não conseguem.

No fundo de onde estavam (para a popa), Kyjal avista uma porta. Fechada, mas com um cabo de lança enterrado nela. Na primeira tentativa, ele não consegue abri-la. Precisaria de mais força.

--------------

A jovem elfa, no Ninho do Corvo, não podia fazer muito além de esperar. Mas a ansiedade começou a ser substituída por medo. Ela havia focado todos os seus esforços, mas nunca ouviu falar sobre nada parecido... até perceber pequenos raios púrpuras, difíceis de se ver num primeiro momento. Eles permeavam todas as nuvens.

O medo aumenta por um momento, quando ela lembra de uma lenda que seus parentes Avariel contavam, da explosão púrpura de ódio dos Drow, chefiados pela Rainha das Aranhas Lolth, que traria desgraça aos povos mais próximos. Felizmente, os Elfos Negros estavam no Subterrâneo, longe de todos eles.

------------

[OFF]:

Leon tentando Abrir Fechaduras:

1º Baú (grande, cadeado seguro): 90% = falha.
2º Baú (grande, cadeado seguro): 66% = falha.
3º Baú (médio, cadeado comum): 13% = sucesso, cadeado intacto.
-47PO + Pergaminho
4º Baú (médio, cadeado comum): 20% = sucesso, cadeado intacto.
-Armadura de Placas
5º Baú (médio, cadeado comum): 07% = sucesso, cadeado intacto.
-14PO + Escudo
6º Baú (pequeno, cadeado comum): 18% = sucesso, cadeado intacto.
-Camafeu de ouro

Teste de Wis da Piccola: 9+14=23.
Teste de Int da Piccola (subsequente da percepção, lembrando da lenda): 20+13=33.
Última edição por Stephan em 14 Abr 2012, 15:22, editado 1 vez no total.
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Samiel_Fronsac
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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#102 » 14 Abr 2012, 21:35

§ Meia-Noite está com razão, e Leon sabe disso... Aqueles marinheiros não teriam nenhum uso para aqueles pertences; deixar que o oceano clamasse recursos que podem manter o Licorne flutuando por mais alguns anos seria estupidez. Ainda assim, não parecia certo, mas ordens são ordens.§

[Leon] Tudo bem, tudo bem, vamos checar o que há de valor e carregamos tudo de volta para o Licorne, então voltamos, inspecionamos outro recinto, e repetimos o processo até encontrar a resposta para a pergunta que não quer calar, porque os sapos estão atacando, ou levarmos tudo de valioso.

§ Encontra dificuldade nos dois primeiros cadeados, ficando frustrado. A falta prática o estava afetando. Os subsequentes, entretanto, são fáceis; cada um que abre, mais interessantes tudo fica... §

[Leon] A capitã ficará, sem dúvida, muito feliz, MN. Vamos levar o que pudermos para o Licorne já, por via das dúvidas. Vamos, vamos, não fique ai parado com cara de estátua, ajude a juntar tudo!

§ Escolhe o baú maior dentro os que conseguiu abrir e coloca dentro do mesmo o máximo que puder dentre a armadura de placas, escudo, peças de ouro, a pasta com o único pergaminho, o símbolo de Shaundakul e o camafeu. O que não conseguir enfiar nesse, joga em um segundo báu, junto com todas as roupas, as cartas acomodadas embaixo das mesmas, pretendia lê-las depois.§

[Leon] Uh, você consegue carregar esses dois fechados? Deixamos no navio e abro com mais calma depois. Arrasto os que estufei como puder até a prancha, e Tomme e os outros dão uma força para atravessar. Melhor não perdermos tempo, não sei o que aconteceu aqui, prefiro não arriscar.

§ Procede da forma que falou, agarrando os baús que encheu pelas suas alças laterais, então arrasta como puder de volta a prancha entre os dois navios. §

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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#103 » 17 Abr 2012, 12:02

Os olhos de Piccola se arregalam quando os pequenos raios púrpuras que permeavam todas as nuvens trazem de sua memória uma lenda que seus parentes Avariel contavam, da explosão púrpura de ódio dos Drow, chefiados pela Rainha das Aranhas Lolth, mãe de Eilistraee e que traria desgraça aos povos mais próximos. Felizmente, os Elfos Negros estavam no Subterrâneo, longe de todos eles.

Então o que Lolth estaria fazendo aqui? Ela n]ao tem nenhum poder na superfície...

Piccola estava bastante apreensiva, a palavra "impossível" ecoando em sua mente. Não podia dar nenhum sinal de alerta - não tinha nenhuma certeza de nada. Além disso, com certeza seus colegas estavam ocupados com outras preocupações no momento, e um alarde que ainda não tinha nenhum embasamento - e que, para todos os efeitos, era algo impossível de acontecer - não seria bem-vindo. Por mais apreensiva que estivesse, teria de observar um pouco mais, tentar desvendar se aquilo era relamente coisa de Lolth, e o que aquilo significava.

Apenas de uma coisa tinha certeza: coisa boa não podia ser...

[Off]: Aquelas nuvens só podem ser coisa de Lolth? Nem de Eilistraee e nem do irmão dela, que também são divindades Drows? E se, por algum acaso, fosse algo de Lolth, o que isso significaria? Piccola, sendo seguidora de Eilistraee, deve saber todas as lendas com relação a essas três divindades. E eu preciso de mais informações para definir as ações dela.

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Mensagem#104 » 17 Abr 2012, 18:33

Uma bela espada... já estava de posse de dois sabres -- um deles também de prata --, devidamente... "empossados" após a distração da tripulação de um navio de suprimentos militares, algum tempo atrás. Mas o costume de levar souvenirs falava mais forte...

...Embora definitivamente esse fosse um local e momento do qual preferiria não ter que se lembrar nunca mais.

O felino prossegue, esgueirando o rosto pelas duas portas abertas, procurando o que houvesse de relevante, antes de prosseguir para a porta ao fundo.

Fechada... e não conseguiu abrir sozinho...
Kyjal tenta antes ver se consegue ouvir algo, e então analisa a porta mais uma vez, procurando uma fechadura ou algum sinal de que estivesse emperrada.

(Caso haja fechadura, e esteja trancada)

Trancada... Teriam que recorrer aos demais para passar daquele ponto.

[Kyjal] - "Droga... trancada...Vamos ter que chamar os outros. Ver se algum deles sabe abrir isso."

(Caso não encontre fechadura e ela apenas pareça presa ou emperrada)

E então tenta forçar a porta como pode, mais uma vez.

(Caso consiga, ele simplesmente examina o que vê atrás da porta)

(Caso não consiga:)

Sem sucesso, Kyjal chama a atenção de Evans com um aceno, e sinaliza a porta para ele, para que os dois empurrassem juntos.
Caso ele concordasse, tentariam forçar a porta.

Se isso não abrir... bom... teríam que chamar o grandalhão estivador...
------------

OFF:
Percepção ativa pra o que estiver atrás da porta,
Em seguida, o que estiver descrito nos branches.

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Wade In The Water - Capítulo 2

Mensagem#105 » 17 Abr 2012, 23:20

[OFF]:

Piccola sabe uma coisa ou outra, já que é uma devota simples, não uma clériga. Ela não sabe dizer se apenas Lolth é capaz daquilo, ou se Eilistraee ou Vhaeraun também poderiam fazer o que quer que esteja acontecendo. Só um clérigo que tivesse conhecimento sobre os Panteões poderia saber esse tipo de informação. Ou com um estudo profundo.

Kyjal: a porta não possui fechadura, e parece estar emperrada com algum tipo de tranca simples atrás da porta.
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