Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Tales from the Sails. Need I tell you more, you sea weasel?

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Stephan
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#91 » 14 Mai 2013, 15:06

[OFF]: Mais um post antes do próximo update. Não esqueçam de colocar se planejam fazer alguma coisa em especial dentro dos 7/15 dias que se passarão. [/OFF]

Frustrada com a falta de avanço das notas da flauta, Piccola decide ir ver a vítima resgatada do Saffron. Quando chega, a porta está levemente entreaberta, e ela consegue ver Brianna murmurando alguma coisa. A esposa de Rhezen claramente nota a aproximação da elfa, e diz num tom mais alto, porém tranquilo e baixo:

[Brianna] Esta é Piccola, a outra garota da tripulação. Ela tem uma flauta. Piccola, esta é Lorelei.

A jovem então levanta-se do lado da cama, revelando que a vítima, numa roupa de camareira e bonitos cabelos negros e cacheados na altura dos ombros, finalmente acordara. Fracamente, ela procura visualizar Piccola com seus exaustos olhos castanhos, profundos como a elfa nunca havia visto antes. Sua fraca voz chega aos ouvidos da pequena:

[Lorelei] ...oh... é você que... estava tocando flauta há pouco?

Uma agressiva tosse toma conta da paciente. Brianna a ajuda, e faz sinal para Piccola pegar um pano próximo. Neste momento em particular, Brianna parece menos a pequena coisa envergonhada que viram na saída de Águas Profundas, e mais impaciente:

[Brianna] Vou fazer o remédio dela, e chamar o padre. Cuide dela.

Colocando as mãos cuidadosamente sobre seu peito, Lorelei faz sinal com uma delas para que Piccola sente-se ao seu lado:

[Lorelei] ...eu também gosto muito de música... poderia tocar algo para mim?

Neste momento, Evans chega para perceber que alguém já fora ver a paciente, que finalmente estava acordada. A voz continuava fraca, mas a surpresa deu-lhe mais firmeza:

[Lorelei] O símbolo de Kelemvor? É você o padre que me tratou? Preciso lhe agradecer... agradecer a todos vocês.

Alguns segundos depois, uma batida na porta e um chamado por Evans fazem com que Lorelei toque de leve nas mãos de Piccola, mexendo em seus dedos. Com um sorriso sincero como a elfa viu poucas vezes em sua vida, ela lhe pede:

[Lorelei] Deixa-me ouvi-los trabalhando?

---------------------------------

No andar de cima, as maquinações de Meia-Noite (a pessoa) tomavam forma. Leon, Kyjal e agora Alber e Tomme. Apesar de não ter ouvido resposta dos dois últimos, Leon tem certeza que aceitariam. Ainda faltava algum tempo para anoitecer. Eles jantariam, iriam aos seus postos, e após a troca de afazeres (Piccola fica no Ninho na maioria das vezes, graças aos seus olhos élficos), começariam a "brincadeira".

Rhezen e Brenten arrumavam a rede de pesca. A capitã deve ter se entocado em sua cabine.
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Rodwolf
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#92 » 14 Mai 2013, 21:48

Rapidamente Evans desce o lance de escadas e chega até o lugar de repouso da mulher do Saffron. Quando adentra ao pequeno cômodo vê que além de Brianna, a mulher tinha mais visitas. A jovem elfa também estava lá. Para a feliz surpresa do clérigo, a paciente estava acordada.

Antes que pudesse dizer alguma coisa, a mulher, com a voz ainda fraca porém firme, se manifesta.

[Lorelei] O símbolo de Kelemvor? É você o padre que me tratou? Preciso lhe agradecer... agradecer a todos vocês.

Tentando não deixar a primeira impressão sombria que geralmente os outros tinha do sacerdote, Evans esboça um sorriso de satisfação pela recuperação da mulher.

[Evans] Só Evans, por favor. E não tem nada o que agradecer. E como está nossa paciente? Quanto tempo acordou, como se sente?

A pergunta fora feita tanto para Brianna que vinha cuidando dela, quanto para a mulher.
Haviam muitas questões ainda, muitas perguntas, mas Evans não queria forçar, sabia que a paciente não estava ainda em perfeitas condições.

Mas antes que viesse a resposta, batidas á porta e uma voz grave e conhecida chama pelo Clérigo.

- Padre? Tem um minuto?

Surpreso, e vendo que a mulher não precisava de nada de imediato, faz um sinal querendo dizer que logo voltava, Evans vai até à porta, saindo do cômodo para conversar com Meia-noite.


[Evans] Depende. Mas certamente vários minutos para ti, nobre amigo.

Diz em tom divertido. em parte animado pelo progresso da paciente.

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Off: Assim que puder, Evans usa perícia Cura na mulher para acelerar a melhora. Como tem perícia conhecimento em herbalismo, se bem sucedido, cura 3 pontos de vidas.
Última edição por Rodwolf em 14 Mai 2013, 21:48, editado 1 vez no total.
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Mensagem#93 » 14 Mai 2013, 21:57

Evas Derfelsson escreveu:Evans vai até à porta, saindo do cômodo para conversar com Meia-noite.


[Evans] Depende. Mas certamente vários minutos para ti, nobre amigo.

Diz em tom divertido. em parte animado pelo progresso da paciente.


- Ha-ha! Vejo que tá animado, Padre. Então, sem rodeios. - Meia-Noite se abaixa para aproximar a cabeça da do padre e baixa um pouco a voz. - O que o senhor sabe sobre dar porrada? Digo, sem essa espada.
Última edição por Holygriever em 14 Mai 2013, 21:59, editado 1 vez no total.
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Mensagem#94 » 14 Mai 2013, 22:01

Evans ouve a pergunta do gigante já imaginando o que ele poderia ter em mente.

[Evans] Bem...uma coisa ou duas. Já estive em um navio antes, sabia? Naveguei e tive algumas aventuras, já tive que me virar em alguns portos e tavernas, se é que me entende. Por quê?
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Mensagem#95 » 14 Mai 2013, 22:07

- Olha só! Não sabia não. Meia-Noite também já esteve num navio antes, mas nada muito permanente. Mas então, tenho uma proposta.

Meia-Noite levanta o indicador direito, e baixa ainda mais a cabeça, agora falando em tom realmente baixo:

- Hoje, Meia-Noite (a hora), na parte dos fundos da área de carga. Se o senhor quiser saber umas três, quatro, até cinco coisas ao invés de uma ou duas sobre dar porrada, esteja lá. E não conta pras mulheres. Elas não iam aprovar a bagunça. Interessa?
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#96 » 14 Mai 2013, 22:26

Frustrada com a falta de avanço das notas da flauta, Piccola decide ir ver a vítima resgatada do Saffron. Quando chega, a porta está levemente entreaberta, e ela consegue ver Brianna murmurando alguma coisa. A esposa de Rhezen claramente nota a aproximação da elfa, e diz num tom mais alto, porém tranquilo e baixo:

[Brianna] Esta é Piccola, a outra garota da tripulação. Ela tem uma flauta. Piccola, esta é Lorelei.


Sorriu para a garota, achando engraçado de ser apresentada como "ela tem uma flauta".

[Lorelei] ...oh... é você que... estava tocando flauta há pouco?

Piccola sentiu-se envergonhada que as primeiras notas ouvidas pela moça tivessem sido tão ruins, mas seus sentimentos sao logod deixados de lado quando a moça começa a tossir terrivelmente. Brianna a ajuda, e faz sinal para Piccola pegar um pano próximo. Neste momento em particular, Brianna parece menos a pequena coisa envergonhada que viram na saída de Águas Profundas, e mais impaciente:

[Brianna] Vou fazer o remédio dela, e chamar o padre. Cuide dela.

Colocando as mãos cuidadosamente sobre seu peito, Lorelei faz sinal com uma delas para que Piccola sente-se ao seu lado:

[Lorelei] ...eu também gosto muito de música... poderia tocar algo para mim?


Piccola corre para fazer o que Brianna pede, e aquiesce em cuidar da garota. Senta-se ao lado de Lorelei, ao pedido desta, e delicadamente ajeita o lençol em volta dela.

[Piccola] É...é bom encontrar outra amante de música, embora eu não seja tão -

É interrompida com a chegada do padre.

[Lorelei] O símbolo de Kelemvor? É você o padre que me tratou? Preciso lhe agradecer... agradecer a todos vocês.

[Piccola] Que isso, precisamos nos ajudar uns aos outros, não é mesmo?

Alguns segundos depois, uma batida na porta e um chamado por Evans fazem com que Lorelei toque de leve nas mãos de Piccola, mexendo em seus dedos. Com um sorriso sincero como a elfa viu poucas vezes em sua vida, ela lhe pede:

[Lorelei] Deixa-me ouvi-los trabalhando?


Piccola cora até a raiz dos cabelos; não era acostumada com pessoas tocando nela, muito menos em seus dedos, que eram algumas de suas ferramentas de trabalho. Fica sem graça com a situação, mas a delicadeza do sorriso e do toque desta pessoa que não conhecia falam mais alto ao seu coração, e Piccola não resiste ao pedido.

[Piccola] Eu..terei prazer em tocar para você. Só...só espero que esteja à altura de suas expectativas.

Recua os dedos, retira sua flauta e leva-a aos lábios. Decide tocar algo com força, uma melodia que leva o coração a outros lugares, lugares bem distantes dali, lugares etéreos, alegres, misteriosos. Seja lá o que for que Lorelei tinha passado, Piccola esperava que ela poderia sentir seu coração renovado e fortalecido.


[Off]: Já disse que amo o nome Lorelei? E btw, a música que eu tinha em mente é essa aqui:
[url=http://www.youtube.com/watch?v=I-sDKVzvz10]http://www.youtube.com/watch?v=I-sDKVzvz10[/url]

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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#97 » 14 Mai 2013, 22:27

Evans pensa uns segundos sobre a proposta. Analisa o gigante e imagina como seria um treino com a montanha. Só uma maluco aceitaria uma proposta daquela, um clube da luta? Que maluquice!


[Evans] Por favor, só Evans. Hoje, Meia-Noite (a hora), na parte dos fundos da área de carga? Estarei lá! Imagino que lhe perguntar qual foi a opinião da capitã quando disse seus planos a ela não faria muito sentido, correto?

Uma melodia delicada vindo da pequena cela chamou a atenção do Clérigo por um momento.
Última edição por Rodwolf em 14 Mai 2013, 22:30, editado 1 vez no total.
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#98 » 14 Mai 2013, 23:19

- Haha! Padre, Meia-Noite sabe que ela é durona, mas, bem, a Capitã ainda é mulher. Mas beleza, te vejo à noite. Volta lá pra sua paciente.

Após se despedir do Padre, Meia-Noite retoma seus afazeres no convés, mas estava apenas de corpo presente.

Os outros marinheiros haviam aceitado. Meia-Noite não tinha certeza, é claro, mas eles possivelmente estavam tão frustrados quanto ele próprio. Um pouco de bagunça e exercício seriam bons. O Velho Jack teria gostado.

Conhecera seu mentor em uma dessas rodas de treino, após o mesmo convidá-lo durante uma briga de bar. Era um ambiente rústico, sujo, mas de alguma forma harmonizante. Aplacava as dores do dia-a-dia com dores mais reais. Mais vivas.

- É, Jack... o Clube da Porrada vai voltar. O que será que cê tá fazendo, hein, seu velho babão?

Meia-Noite passa o resto do dia com a mente focada no que viria pela noite. Em o que diria, o que faria, e como. Precisaria de uma bacia d'água e panos. O Leon que sugeriu a breja, ele que providencie. Meia-Noite tava lá por outra coisa.

Vai ser legal à beça.

-----

Meia-Noite passa os dias seguintes focado no trabalho, nos treinos, e nos outros tripulantes, cmo os quais procura interagir. Por vezes se junta à Leon na biblioteca, embora não tivesse o mesmo afinco do outro marujo para as páginas dos livros. Visita também o Padre e a sobrevivente do Saffron, que ajudara a carregar em segurança para o navio.

Fica também de olho na Capitã durante este tempo, para tentar compreender melhor que tipo de pessoa ela é, e também pra se certificar de outra coisa...

As coisas pareciam calmas. Era bom.


[OFF: Stephan, por mim chega. Skip le time! Agora é definirmos como vai ser o clube.]
Última edição por Holygriever em 15 Mai 2013, 14:46, editado 1 vez no total.
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#99 » 15 Mai 2013, 13:55

- Haha! Padre, Meia-Noite sabe que ela é durona, mas, bem, a Capitã ainda é mulher. Mas beleza, te vejo à noite. Volta lá pra sua paciente.

[Evans] Até a meia-noite (o horário) então!


O clérigo volta para o cômodo de onde vinha a música e onde sua paciente se encontrava. Ficou lá o resto da noite, pelo menos até a meia-noite, se tudo estivesse em ordem.
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#100 » 15 Mai 2013, 14:27

§ Tendo falado com os colegas, e terminando seus deveres no convés, ao menos por hora, Leon segue para a cozinha do navio. Não sendo nenhum chef, se esforça para preparar um lanche leve mais uma bebida doce, põe numa bandeja e segue para a cabine da capitã. Chegando à porta, supondo que o mar não esteja bravio, coloca a bandeja encostada à mesma, bate duas vezes e diz: §

[Leon] Quando quiser conversar, chefe...

§ Vai ao seu alojamento, onde se despe de armas e armadura, colocando suas roupas de dia-a-dia, e segue para a pequena biblioteca do navio, onde procura por um bom livro de história para se distrair e manter a mente ocupada, mas atento para caso precisem dele novamente, seguindo com seus afazeres normais, e tirando um cochilo no começo da noite, em preparação ao "clube", para onde segue tão logo chegue Meia-Noite (a hora). §

-

§ Nos dias que se seguem o jovem Leon se dedica ao estudo durante os intervalos de seus turnos, aos treinos com os colegas, nos dias combinados, e a pregar peças diversas; por exemplo, em Rhezen e sua esposa, sorrateiramente mudando coisas do casal de lugar para confundi-los; preparando armadilhas para ratos, e depois os soltando no quarto de Brenten; numa oportunidade, jogando pó de mico nos beliches e redes do alojamento. §

§ Fora os passatempos, o marujo se dedica a resolver os grandes mistérios, inquirindo a sobrevivente do Saffron, com muita calma e cuidado, sobre quaisquer pequenos detalhes que possa lembrar do acontecido; e, acima de tudo, a se esgueirar para estudar a área onde a capitã escondeu a carga, se certificando de saber onde todos os objetos no lugar estão organizados e posicionados, para então remover os obstáculos na calada da noite e estudar o compartimento secreto com calma, procurando por armadilhas, antes de tentar alcançar o conteúdo, e descobrir o motivo de toda a agitação da chefe, e quão séria é a situação em que estão metidos. §

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OFF: Ligue o Timedrive para 15 dias no futuro, GM.

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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#101 » 15 Mai 2013, 14:38

As maquinações de Meia-Noite (a pessoa) chegam ao fim, e tudo indica que darão frutos. Enquanto os garotos enrolam até que as horas passem, Piccola atende o desejo de Lorelei.

Com notas longas e sustentadas, a flauta da elfa preenche o convés inferior. As notas dançam como folhas ao vento, e o som penetra fundo nos cérebros de cada um dos tripulantes. Leon tem dificuldade em continuar assobiando o clássico dos marujos, afetado pelo peso da música.

Evans se mantém educado como sempre, e aguarda o término da música. Após uma sessão de notas edificante, a música encerra-se e Piccola abre os olhos. Lorelei dormira. Não como antes, com o rosto de alguém desacordado e em sofrimento. Apesar dos rastros de lágrimas em seu rosto, ela dormia tranquila, para a surpresa do padre que cuidara da moça por oito dias.

Leon não recebe resposta da porta da capitão, mas o sanduíche logo some junto com a bandeja. Com sorte, os próximos dias dariam a oportunidade para os dois conversarem melhor, e esclarecer os problemas escondidos.

A hora do jantar chega. A capitã permanece em silêncio e não se toca no assunto de Martell. Tomme, Alber, Leon, Meia-Noite e Evans (Kyjal comeria depois, já que estava no Ninho) também preferem ficar em silêncio, devido ao "segredo" que compartilhavam. Até que o imediato decide perguntar para onde vão, e como se nenhum problema tivesse acometido a tripulação, a capitã informa que vão para o sul, com destino às Ilhas Moonshae. Mais detalhes seriam revelados no dia seguinte, mas pelo momento, eles deveriam se preparar para águas frias.

Cada um dos tripulantes volta aos seus afazeres, sejam tarefas marítimas, sejam esperas tediosas. Mas mais significantes eram as visitas de Piccola e Evans à Lorelei. O clérigo mostra o tipo de tratamento a ser feito agora que ela estava acordada, e a ferida cicatrizando. Precisariam de uma magia avançadíssima para restaurar o movimento de suas pernas, então só podem deixá-la confortável no momento. Brianna adianta a criação do unguento, que Evans finaliza e aplica de leve na ferida. Piccola não se retrai por medo ou receio do sangue, mas porque não suporta o pensamento de que alguém que parece tão doce merecesse esse tipo de castigo.

E então, chega a Meia-Noite. O gigante de ébano já está no último convés, na área de carga, afastando os barris e arranjando espaço. Piccola substituíra Kyjal no Ninho, e o felino chega junto com Leon. Em seguida, Evans (sem sua armadura pesada), Tomme e o grande Alber. As mãos de Meia-Noite trabalhariam nesta noite. E, com sorte, nas várias noites seguintes.

FIM DO CAPÍTULO 3

(próximo capítulo: [url=http://z13.invisionfree.com/Old_Tales/index.php?showtopic=19&view=findpost&p=23613819]Cold Gray Light of Dawn[/url])

(novo tópico de leitura: [url=http://z13.invisionfree.com/Old_Tales/index.php?showtopic=20]Fight From the Inside[/url])
Última edição por Stephan em 22 Mai 2013, 11:00, editado 1 vez no total.
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