Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Tales from the Sails. Need I tell you more, you sea weasel?

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Gabrielle
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#31 » 21 Jun 2012, 23:34

As feições escondidas em baixo do capuz, Piccola faz uma força para segurar sua crescente irritação com aquele homem grosso. Em vez disso, oferece um sorriso agradável de agradecimento, e então levanta a sobrancelha fina para a fruta. Nunca tinha visto algo parecido antes.

Vira-se para Evans.

[Piccola] Você sabe o que é isto? É comestível?

Pergunta em voz baixa.

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Feral
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#32 » 21 Jun 2012, 23:51

[Bartender] Frutas? VINHO? HAH! HAH HAH HAH! Eu não sei o que é pior, a mocinha querendo comida limpa ou esse animal de duas patas pedindo VINHO!

É, ou tinha se enganado sobre o cheiro de breja e vinho, ou aquela era a maneira local de se receber estranhos muito... estranhos. Qualquer que fosse a opção verdadeira, não fazia sentido discutir.

Certo, ser chamado de "animal" machuca um pouco às vezes, mas não é como se já não fosse costume. Aprendera a encarar no bom humor, de qualquer forma.

[Bartender] ...Pro animal, um mijo-de-macaco vai ser o suficiente.

Ao pegar a caneca, Kyjal responde num tom bem-humorado, com o dedo indicador passando por dentro da alça da caneca e apontado para o bartender.

[Kyjal] - Animal de duas patas e dois chifres, não se esqueça, caro senhor. Ainda tenho meu orgulho.

O nome da tal bebida só não era pior que a aparência e, com certeza, o cheiro. Por um momento, encara o líquido e a caneca, se perguntando se seu organismo daria conta de não morrer com aquilo. Seu organismo ou sua escala de sobriedade.

Bom... não tinha lá muita escolha.

Levanta a caneca na direção do Meia-Noite e brinda.

[Kyjal] -Saúde aí, grandão. Que a gente ainda tenha duas pernas, depois dessa rodada.

Ao olhar para a "fruta" que Piccola recebera, completa.

[Kyjal] -Errr.... acho que isso vale pra Piccola, também.

E então bebe o conteúdo do caneco, torcendo fortemente por um estrago mínimo.
Última edição por Feral em 22 Jun 2012, 00:05, editado 1 vez no total.

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Samiel_Fronsac
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#33 » 22 Jun 2012, 16:10

§ Semicerrando os olhos ao ouvir a crescente demonstração de falta de respeito do homem chamado Martell por sua capitã e tripulação, o marujo deixa a mão direita deslizar para o lado do coxa e relaxar. Está agora pronto para sacar o sabre tão logo seja necessário, e presumindo que não vai demorar muito. §

[Leon] Capitã, me permita...

§ Cala-se quando os itens começam a ser retirados das gavetas e colocados na mesa. Quando a adaga surge, a tensão deixa-o hiper-alerta, girando levemente a cabeça para checar o resto da sala, até a besta. Prepara-se psicologicamente para combate que, presume, está prestes a começar. O pé direito recua, e ele não pisca. §

[Leon] O que..?

§ Quando a capitã parece prestes a dar um ultimato que certamente iniciaria as hostildades, as batidas. O guarda entra na sala e troca algum tipo de mensagem codificada com Martell... Ideias muito ruins começam a passar pela cabeça de Leon, que teme pela segurança dos colegas no andar inferior daquela pocilga nojenta... §

---

OFF: Algum teste que possa fazer para compreender o sentido geral da troca de sinais entre Martell e o guarda?
Última edição por Alta Vista [Bot] em 22 Jun 2012, 19:10, editado 1 vez no total.

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Holygriever
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#34 » 22 Jun 2012, 23:34

À explosão de gargalhadas, Meia-Noite franze o cenho, olhando para os lados e terminando por encarar o Bartender.

[Bartender] O zakhariano é o único aí que gosta de bebida de verdade? Não tem cerveja, mas tem o melhor rum da ILHA INTEIRA! HAH HAH HAH!

- HAH! O melhor rum DESTA ilha? Perdoe o Meia-Noite por conter seu entusiasmo.

[Bartender] Pro animal, um mijo-de-macaco vai ser o suficiente.
[Kyjal] - Animal de duas patas e dois chifres, não se esqueça, caro senhor. Ainda tenho meu orgulho.
[Bartender] E pra... hum, bela mocinha, isso é o que eu tenho de "fruta".

Meia-Noite pega o recipiente com o líquido escuro e inspira profundamente o ar de dentro do caneco.

[Kyjal] - Saúde aí, grandão. Que a gente ainda tenha duas pernas, depois dessa rodada.
[Piccola] *Para Evans* Você sabe o que é isto? É comestível?
[Kyjal] - Errr.... acho que isso vale pra Piccola, também.

- Saúde, meu caro. Minhas pernas estão seguras, e enquanto Meia-Noite estiver por perto, a de vocês todos também, haha!

Meia-Noite ergue o caneco, brindando junto de Kyjal, pretendendo sorver a bebida em grandes goles antes de ser interrompido.

[Bartender] E a lataria? #olha para Evans# Vai querer alguma coisa?
[Evans] Primeiro, um pedido de desculpas para o meu amigo aqui *aponta com a cabeça para Kyjal*, segundo que continue tratando a 'mocinha' com respeito.

- Heh, acho bom fazer o que ele disse, amigo. Ele é padre. Sabe das coisas.

O gigante estrala o pescoço para ambos os lados de maneira ameaçadora, antes de voltar a beber.

[Evans] E para beber, bem, entre "o melhor rum da ilha inteira" e o "mijo-de-macaco", eu fico com o rum, e que meu senhor me perdoe.

- Aah, ele vai perdoar! Rum é bom, sacrilégio é PROIBIR, hahaha!

-------------------------------------

Meia-Noite não deixa de olhar para o local por onde sua capitã subira com Leon. Não gostou de ver a movimentação daquele guarda, e apesar de saber que a capitã pode se virar muito bem por conta própria, não podia deixar de pensar que se mais algum guarda subisse, talvez fosse necessário uma ajudinha.

-------------------------------------



OFF:

Porfa, rola intimidar aí junto com a lata-EVANS!
Última edição por Holygriever em 24 Jun 2012, 13:15, editado 1 vez no total.
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Stephan
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#35 » 23 Jun 2012, 16:36

As risadas iam diminuindo conforme o clima ia ficando mais tenso. O padre, tratado como apenas mais uma lataria (dando uma boa ideia de como os próprios guardas eram tratados), mostra-se uma figura de autoridade, tirando a gargalhada da face do bartender, que agora mostrava-se contrariado. Seu momento de diversão estava sendo estragado, e mesmo assim, ele serve um pouco do "rum" para Evans. Mas quando Meia-Noite junta-se ao coro, ele reconhece seu lugar e responde a dúvida de Piccola:

[Bartender] Hum... senhorita Piccola... isto a gente daqui chama de abacate. Num vai te fazer mal nenhum.

Virando-se para Kyjal, ele mostra-se ainda mais desajeitado:

[Bartender] Er, hum, são belos chifres esses. Os, er, mais bonitos que eu já vi.

Enquanto Evans ia calmamente verificar a passagem por onde a capitã e Leon entraram, Kyjal e Meia-Noite brindam. E finalmente arriscam a beber o que quer que estivesse em seus copos.

O gosto era terrível. O "rum" de Meia-Noite era apenas uma gigantesca mistureba de bebidas, entre elas a cerveja mais vagabunda que já experimentou. Já Kyjal sabia que tinha vinho no lugar. Tantas "festas" no templo de Sharess em Águas Profundas o fez sempre lembrar do cheiro -- e do gosto -- de vinho. Era um vinho muito simples, sem nenhum aroma de fruta sequer. Ainda assim, era um vinho.

Evans, de copo na mão, não consegue ouvir nada pela porta. O barulho no andar debaixo, mesmo com o alvoroço seguido do silêncio, ainda era grande. E seja o que tivesse do outro lado daquela porta, não parecia ser uma sala.

Dois clientes mais corpulentos (e imundos), sem camisa, levantam-se e falam alto o suficiente para todo o local ouvir.

[Cliente 1] Tu já viu isso, cara? Os forasteiro chegam e acham que tão mandando no lugar.

[Cliente 2] E o outro ali todo mandão não sabe o seu lugar e fica bisbilhotando só "proque" o guarda do seu Martell deu uma fugidinha. Vê se pode!

Os dois tinham a pele queimada pelo sol, e bons músculos nos braços devido à extensa pescaria. Suas barrigas, no entanto, eram uma tristeza de tão preenchidas com bebida. Os cabelos negros com corte semelhante e a falta de barba os faziam parecer irmãos, se não fossem as grandes diferenças de rosto.

-------------------

Leon imediatamente ficara tenso. Estava num lugar desconhecido, cercado por desconhecidos, num momento de incrível incômodo. O desrespeito pela capitã (e seu conhecimento do comportamento da capitã) fazia parecer que tudo explodiria num combate. Mas após a entrada e saída rápida do guarda -- cujo sinal Leon consegue identificar facilmente como um simples número 2, apesar de não ver as expressões faciais dos comunicadores --, a capitã tenta tomar de volta o controle da conversa.

[Tabitha] Eu não poderia me importar menos com seu showzinho de bosta. Você sabe pelo que eu vim aqui, e toda essa baboseira não ajuda em nada o meu trabalho.

[Martell] Não, mas me deixa muito satisfeito.

A capitã relaxa um pouco sua posição. A mão esquerda solta o cinto, pendendo livremente de lado. Um passo a coloca na posição perfeita para que Leon veja a mão esquerda da capitã.

[Tabitha] Nós vamos fazer isso, ou não?

Martell, ainda sentado, abre o porta-pergaminhos virado para ele. Folheia alguns dos documentos presentes, e lê um rapidamente, enquanto olha de soslaio para as duas pessoas à sua frente. Devolvendo o documento ao recipiente, ele posiciona suas mãos na mesa.

[Martell] Lembra o que aconteceu da última vez que nos encontramos? Eu tinha dois bons olhos, mas você me deixou com apenas um. Que tal agora eu repetir o gesto?

Agora, Martell coloca uma mão na frente do pergaminho enrolado, e outra na frente da besta de mão.

[Martell] Eu te deixo escolher um deles. O seu trabalho, ou o seu passado. #sorriso#

A capitã dá passos lentos à frente, olhos fixos em Martell, que retribui o tenso olhar. A mão esquerda da capitã faz um sinal que Leon reconhece: "aguarde; posição; arma".

[Tabitha] Pelas axilas assadas de Umberlee, Martell. É sério que esse é o seu joguinho? Como demônios saberei que este é o mapa?

Com o olhar ainda fixo na capitã, Martell se enfurece e pega o pergaminho enrolado. Abrindo-o com velocidade, do lado do corpo (para não ficar de frente com a capitã), ele exclama:

[Martell] Aqui está o diabo do mapa, oras! É autêntico! E você vai jogar o meu joguinho. Você me deve isso, sua meretriz!

Lá estava. Algum mapa importante para a capitã, que mantinha o sangue frio. E enquanto os dois se antagonizam em silêncio, o mapa permanece aberto.



[OFF]:

Teste de Intimidação:
Evans: 6+12+2(circunstancial)=20, sucesso normal
Meia-Noite: 4+20+2(circunstancial)=26, sucesso bom

Teste de Constituição:
Meia-Noite: 8+16=24, sucesso bom
Kyjal: 8+10=18, sucesso bom

Teste de Percepção:
Leon: 6+10=16, falha

Teste de Inteligência:
Leon: 17+12=29, sucesso

[EDIT]:

Conforme o Grivu pediu:

São 22 cklientes na taverna, todos pescadores. Tem mais duas mulheres atendentes/faxineiras e o taverneiro. Não estão inclusos nenhum dos guardas.

O preço das bebidas é mais caro do que o normal, o dobro das tavernas e bares de Águas Profundas. 1PP por copo de cerveja/rum e 2pp por vinho/"mijo-de-macaco". A comida não tem um preço estampado.
Última edição por Stephan em 23 Jun 2012, 23:28, editado 1 vez no total.
"O homem de bem exige tudo de si próprio; o homem medíocre espera tudo dos outros."

- Confúcio

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Holygriever
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#36 » 24 Jun 2012, 13:36

[Bartender] Hum... senhorita Piccola... isto a gente daqui chama de abacate. Num vai te fazer mal nenhum.
[Bartender] *Para Kyjal* Er, hum, são belos chifres esses. Os, er, mais bonitos que eu já vi.

- Ehehehe, assim é melhor. Vamos ser amigos, sim?

Meia-Noite então olha mais uma vez dentro do caneco e, dando de ombros, sorve o líquido.

- PUÁH! Uh, padre, pensando melhor, Kelemvor podia proibir isso aqui sim, porque tá de matar viu.

[Cliente 1] Tu já viu isso, cara? Os forasteiro chegam e acham que tão mandando no lugar.
[Cliente 2] E o outro ali todo mandão não sabe o seu lugar e fica bisbilhotando só "proque" o guarda do seu Martell deu uma fugidinha. Vê se pode!

Meia-Noite olha de soslaio por um segundo para dois grandões que se levantaram. Pareciam fortes, mas desfocados, sem treino. Ainda assim, poderiam dar um desafio bacana. Olha nos seus arredores, para o restante dos ocupantes do bar, contando mental e rapidamente quantos estavam ali. Dá também uma olhadela rápida na tabela de preços da parede, procurando o "rum" que tomara.

Os olhos do gigante de ébano brilham com malícia. Tinha um plano.

Ele se inclina levemente na direção de Kyjal e sussurra para o mesmo:

- Kyjal, um guarda subiu a escada atrás da capitã. Isso não cheira bem. Quando todo mundo estiver distraído aqui, vai junto com o Evans. Prestem atenção em barulhos lá de cima ou qualquer coisa assim, beleza?

Sem esperar resposta de Kyjal, Meia-Noite vira-se para os desbocados.

- Ei, VOCÊS AÍ! - Meia-Noite vocifera para os dois, dedo em riste, apontando para ambos.

- 'Cês parecem fortes. Tão a fim de um joguinho?

Sem esperar resposta, Meia-Noite anda a passos largos até a mesa onde os dois estavam anteriormente sentados e puxa para si a primeira cadeira vazia que encontra (mesmo que esteja em outra mesa). Coloca o cotovelo direito sobre a mesa, braço ereto e angulado apontando para o teto, punho aberto.

- Tenho certeza que 'cês conhecem esse jogo. O perdedor paga uma rodada de rum pra todo mundo aqui. E aí, encaram? O QUE VOCÊS ACHAM, PESSOAL? - o marinheiro dirige a última frase aos demais ocupantes do bar, olhando por cima do ombro e levantando a voz. Queria apoio e a atenção das massas.

- Piccola, vem cá. Vamos precisar de sua ajuda. É só colocar a sua mão em cima das nossas e dar a partida na competição tirando a mão, tá bom?

O gigante aguarda a reação dos desafiados. Um sorriso enviesado de confiança se abre em seu rosto: estava colocando a situação em seus termos. "Atitude. Força."
Última edição por Holygriever em 24 Jun 2012, 13:41, editado 1 vez no total.
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Samiel_Fronsac
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#37 » 25 Jun 2012, 21:42

§ A tensão cresce no ar, e a situação prestes a tomar um rumo violento. Desconhecia qual as circunstâncias do prévio desentendimento entre a capitã e Martell, mas se o mesmo perdeu um olho, provavelmente há um expediente vingativo maior em progresso. Sussura: §

[Leon] Lá vamos nós de novo...

§ Quando o homem finalmente expõe do que se trata a pequena encenação, o marujo Leon pasma; chantagem, e da pior espécie... Que diabos de conversa é aquela sobre passado e mapas? Leon fita a carta, determinado a gravar o maior número de detalhes possível antes de seguir as instruções da intrépida líder e se preparar para o provável combate... §

[Leon] Hunf.

§ Faz cara de curioso, caminha como se estivesse tentando examinar o objeto de um ângulo diferente, propositalmente se pondo a direita de Martell, tentando ficar mais no limiar do campo de visão prejudicado do infeliz. Fica a postos para sacar sua arma e lutar. §

---

OFF: Vamos chutar umas bundas.
Última edição por Alta Vista [Bot] em 26 Jun 2012, 00:16, editado 1 vez no total.

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Gabrielle
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#38 » 27 Jun 2012, 11:50

Piccola resolve dar uma mordida no tal "abacate". Não tem um gosto tão ruim assim...

Ouve a indignação dos dois brutamontes, e imediatamente olha para Meia-Noite, para ver o que o grandão, que adora uma boa briga, vai fazer. Acompanha seu olhar enquanto ele vê os preços das coisas, e então vira-se para Kyjal, cochichando algo sobre ele ir atrás da capitã e Leon quando todos estivessem distraídos.

interessante...

- Piccola, vem cá. Vamos precisar de sua ajuda. É só colocar a sua mão em cima das nossas e dar a partida na competição tirando a mão, tá bom?

Ela abre um largo sorriso e acena afirmativamente com a cabeça e fica em posição. Pretendia ajudar com a partida, mas assim que tivesse uma abertura, iria atrás de Kyjal para ajudar a capitã Allouise e Leon. E, de quebra, Evans e Meia-Noite, caso acontecesse alguma confusão aqui em baixo. Era uma das grandes vantagens de se poder usar sua melodia para ajudar; o alcance era grande.

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Feral
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#39 » 28 Jun 2012, 20:59

Respondendo ao sussurro do gigante com um meneio de cabeça, Kyjal espera que Meia-Noite puxe algum foco pra ele, e então cutuca o padre, que já havia se pronunciado para perto da porta. Se certifica de que não tem ninguém ouvindo, e confirma a ordem, em voz baixa.

[Kyjal] - Ouviu o grandão? Na primera brecha, a gente entra. Te dou cobertura.

E continua em seu lugar, atento ao caminho até a tal porta, e atento à multidão. Na primeira brecha de atenção, em que ele e o padre puderem seguir para a porta sem serem vistos, eles o fazem.

Torcia para que pudessem manter a furtividade depois que entrassem ali. Sabia que algo ali não cheirava bem (além das bebidas), mas estaria em maus lençóis se a infiltração dos dois acabasse piorando a situação.

Bom, era hora de esperar o melhor. Tomara que a Mãe dos Gatos esteja de bom humor hoje.
Última edição por Feral em 29 Jun 2012, 02:15, editado 1 vez no total.

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Rodwolf
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#40 » 29 Jun 2012, 21:28

Ehehehe, assim é melhor. Vamos ser amigos, sim?

Meia-Noite então olha mais uma vez dentro do caneco e, dando de ombros, sorve o líquido.

- PUÁH! Uh, padre, pensando melhor, Kelemvor podia proibir isso aqui sim, porque tá de matar viu.


Evans dá um meio sorriso com o comentário, percebendo que tinha chamado um pouco de atenção do bar.


[Cliente 1] Tu já viu isso, cara? Os forasteiro chegam e acham que tão mandando no lugar.

[Cliente 2] E o outro ali todo mandão não sabe o seu lugar e fica bisbilhotando só "proque" o guarda do seu Martell deu uma fugidinha. Vê se pode!


Ignora o comentário, dá uma olhada no caminho que o guarda havia percorrido. Cautelosamente volta e coloca uma peça de ouro em frente ao Taverneiro.

[Evans] Talvez tenhamos passado a impressão errada, aqui, isso deve pagar pela bebida e comida, não?

- Ei, VOCÊS AÍ! - Meia-Noite vocifera para os dois, dedo em riste, apontando para ambos.

- 'Cês parecem fortes. Tão a fim de um joguinho?


O clérigo percebeu o que o grandão estava fazendo e imaginava o que tinha dito a Kyjal. Um pequeno aceno com a cabeça indicava que o sacerdote tinha entendido.

- Tenho certeza que 'cês conhecem esse jogo. O perdedor paga uma rodada de rum pra todo mundo aqui. E aí, encaram? O QUE VOCÊS ACHAM, PESSOAL? - o marinheiro dirige a última frase aos demais ocupantes do bar, olhando por cima do ombro e levantando a voz. Queria apoio e a atenção das massas.

[Evans] Interessante...será que achará um oponente finalmente? Feriu um dos braços recentemente não?

Evans não mentiu, se referia ao ataque dos Homens-Peixe, mas esperava trazer um pouco de tempero para isca do desafio.

[Kyjal] - Ouviu o grandão? Na primera brecha, a gente entra. Te dou cobertura.


[Evans] Por aqui...

Esperando o momento certo de entrar pelo caminho que levava à sua capitã. Dá uma última olhada para Meia-Noite, depois para Piccola, depois de volta para Meia-Noite. O tipo de olhar que dizia "cuidado, não force a barra demais".
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Stephan
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#41 » 30 Jun 2012, 16:13

O silêncio permeia o local depois do desafio. Os dois pescadores que se levantaram se entreolham, observam o gigante que os desafiou, olham para os demais, e, como se fosse combinado, todos gritam de alegria. Os desafiantes chegam a brigar quem vai primeiro na queda de braço, e aquele que falara do guarda de Martell é quem estende seu braço.

O clima mudara completamente. De uma tensão, surgiu uma balbúrdia alegre, como se todos conhecessem Meia-Noite há anos. Pescadores sobem em mesas com seus copos, uns para ver a queda de braço, outros para dançar.

Dos 22 presentes, aproximadamente 18 cantam, em uníssono, uma canção definitivamente marinheira, num ritmo que vai aumentando com a animação:

[Pescadores] Bebe bebe bebe bebe bebe bebe e briga! HEY! Bebe bebe bebe bebe bebe bebe e briga! HEY! Bebe bebe bebe bebe bebe bebe e briga! HEY! Bebe bebe bebe bebe bebe bebe e briga! HEY!

[OFF]: seguindo [url=http://www.youtube.com/watch?v=DJ_aFHjQhx8]este ritmo[/url]

----------------------

Um mapa. Antigo, levemente apagado, mas com um papel deveras preservado para sua idade. Leone tenta gravar todos os detalhes que pode, mas a balbúrdia que começara embaixo, tornando conversas no local quase inaudíveis, faz com que Martell enrole o mapa novamente e coloque-o de volta junto ao punhal, o porta-pergaminhos e a besta de mão.

O olhar único desvia da capitã por um momento, para falar com seus guardas. Esta aproveita o momento e manda um sinal de "aguarde" para Leon.

[Martell] Vão pra baixo, e garantam meus prêmios! Não vou aceitar falhas.

Sem pestanejar, os guardas retiram-se do local, deixando a porta entreaberta. Martell tentara manter o visual fixo na capitã, para mostrar a autoridade do lugar.

------------------

As únicas pausas da cantoria são para rir e beber ainda mais. O bartender, enquanto isso, recebia uma peça de ouro de Evans, e logo esconde a moeda.

[Bartender] Pelos deuses! Desde que não quebrem meu lugar, tá tudo certo!

Mas no momento em que poderiam aproveitar a brecha de atenção, o guarda da porta volta ao seu posto. Com outros dois guardas, que por sua vez, eram seguidos por ainda outros dois guardas. Eles afastaram o clérigo e o felino gentilmente da porta, mas procuraram um pouco, e dois se mantiveram próximos a Kyjal, e os outros foram para perto de toda a balbúrdia que estava acontecendo.

Na mesa do desafio, Meia-Noite se posicionava. Ao sinal de Piccola (que se sentia extasiada com tanta animação), os braços começaram seu trabalho. "Não é força, porra, é resistência", sempre lhe dizia Jack. Os músculos do gigante mantém-se firmes, sem forçar nada. O braço do pescador é forte o suficiente para segurar o negro, mas não consegue passar da linha do oponente. Na hora da segunda respirada, Meia-Noite leva vagarosamente o braço do oponente até a mesa.

A gritaria aumentou com "vivas" e xingamentos amigáveis ao perdedor. Animado, o segundo desafiante chegou em seguida:

[Cliente 1] Vamo lá, vamo vê!

Já aquecido, o gigante mostra ao que veio. Os braços se juntaram, Piccola ergueu a mão. Meia-Noite deixou o desafiante começar a fazer força, mas não deu trégua alguma: em menos de um segundo, seu braço mergulhou o do desafiante na mesa, quase torcendo-o (e mostrando um bom grau de controle).

[Cliente 1] PUUUUUUUT---GAAAHH cacete aiaiaiai tu é forte mermo!!!

Evans entende o objetivo dos guardas próximo à turma. Estavam de olho em Piccola. Os outros dois chegam perto de Kyjal, falando alto o suficiente para que apenas ele e Evans ouvissem:

[Guarda] Você dos chifres e a garota vão vir conosco. Não nos façam problemas. Estamos apenas seguindo ordens. Desculpe-nos.

------------------

[Martell] Parece que você tem dois tripulantes preciosos na sua embarcação dessa vez, não é? Quem são eles? Nobres? Mulheres? Afinal, você me recusou um dia, e agora pode ter me trazido dois pedacinhos de carne novinhos. Mal posso esperar para vê-la sofrer. Não ouso tocar em Tabitha Allouise novamente, mas vou passar minhas mãos por tudo que me trouxe desta vez.

Algo que acontecera no passado estava vindo à tona, e deixando Martell extremamente descontrolado. Ele consegue fazer a capitã, mais alta do que ele, andar vagarosamente para trás. Ele estava ganhando. Ela levantava as mãos lentamente, ao lado do corpo, praticamente indefesa enquanto ele a aproximava da parede.

Gaguejando, ela começa a formular uma frase. E a finaliza de forma rápida e sagaz:

[Tabitha] Ora... por favor... vamos manter um bom nível de--GENTILE!


-------------

[OFF]:

Teste de Força resistido (melhor de 3 testes, ou até alguém vencer por uma diferença de 5 ou mais):
1) Meia-Noite: 6+20=26 x Cliente 2=25, sucesso normal.
2) Meia-Noite: 7+20=27 x Cliente 2=22, sucesso bom; vitória de Meia-Noite.

1) Meia-Noite: 16+20=36 x Cliente 1=17, sucesso esmagador; vitória de Meia-Noite.
Última edição por Stephan em 30 Jun 2012, 17:18, editado 1 vez no total.
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#42 » 30 Jun 2012, 19:33

OFF: Steph, faz um teste de percepção da Piccola. Quero poder ver os guardas se aproximando dela, plz.

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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#43 » 30 Jun 2012, 21:07

[OFF]:

Teste de Percepção:
Piccola: 9+14=23, sucesso.

Piccola percebe a aproximação em direção ao local onde ela e Meia-Noite estão, e vê que eles tentam vir mais próximos de Piccola. Mas a balbúrdia é grande demais para eles se aproximarem no momento.
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Mensagem#44 » 30 Jun 2012, 21:54

As sobrancelhas finas de Piccola se levantam quando ela percebe a estranha aproximação daqueles guardas. E eles pareciam estar interessados nela, pelo visto. No entanto, aquela confusão de gente não estava deixando eles passarem.

Não estava gostando daquilo, e seu instinto estava começando a tocar os sinos de alarme em sua cabeça. Era hora de se precaver.

Ela se esgueira para ficar atrás de Meia-Noite, meio que usando ele como uma forma de proteção.

[Piccola] Vamos animar um pouco mais essa festa!

E com um sorriso de antecipação, levanta sua flauta aos lábios e começa a tocar uma melodia animada, porém, que tocava profundamente cordas nas mentes da própria musicista e de seus aliados, dando a eles uma vantagem sobre os demais.

[OFF]: Cântico de Proteção, Boss.

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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#45 » 04 Jul 2012, 00:15

§ O barulho no térreo da taverna imediatamente preocupa o marujo. Meia-Noite e Evans certamente sabem se cuidar, mas contra duas dúzias de individuos furiosos, melhor não arriscar. Está prestes a falar algo, quando o homem se dirige aos seus guardas, e a capitã faz ums sinal. Cerra a sobrancelha. Está cansado de esperar. Sussura: §

[Leon] Odeio quando ela faz isso.

§ Então o homem deixa ainda mais clara sua intenção de tomar pela força dois dos colegas de tripulação. Aquela é a gota dá'gua. Começa a visualizar como vai ferir Martell por ameaçar sua capitã e compannheiros, quando nota a chefe recuando frente ás palavras do adversásrio, o que o deixa um tanto pasmo. §

[Leon] Mas que inf..?

§ Quando ela finalmente gagueja algumas palavras, e diz seu nome como forma de aviso, prontamente o sabre deixa a bainha, ao mesmo tempo em que salta para fica exatamente atrás e a esquerda de Martell, a ponta da arma pressionada, firme, contra a jugular, pronta para cravar no pescoço do infeliz ao menor sinal de reação. §

[Leon] Pensei que nunca fosse pedir, chefe. Agora, seu ciclope sarnento, caladinho e ajoelhado ou pinto as paredes com vermelho sangue, e essa cor nunca saí de moda.

§ Mantém-se de prontidão, aguardando ordens. §

---

OFF: Sacar a arma, se aproximar, ameaçar. E se ele reagir, bem, azar dele. Sabre na jugular.

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