Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Tales from the Sails. Need I tell you more, you sea weasel?

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Feral
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#61 » 08 Ago 2012, 12:35

...E no final das contas, o leão-de-chácara do grupo estava resolvendo a situação. Com diplomacia, quem diria. Bom, agora era só uma questão de levar Piccola a um local seguro, e esperar a capitã.

[Kyjal] - É... furei essa. Nosso "malandro" age sempre pelo jeito mais difícil, nosso "brutamontes" é um diplomata... Que falta agora? Nossa capitã ser... sei lá, especialista em carpintaria rápid...

*CRRAAAAAAACCK*

[Kyjal] - ...Uhnnn serve. Deeeixa pra lá.

A visão da capitã arrombando a porta e aparecendo com o tal do Martell como refém soava tanto como um imenso alívio, como um enorme aviso de que as coisas ficariam um tanto mais tensas a partir dali.

Bom, ao menos estavam com a vantagem, pra variar.

[Tabitha] Prontos para voltar para casa?

[Kyjal] - Hehe, sim senhora, capitã!

E então se vira para os guardas para quem tinha sacado o sabre, se despendindo num tom descontraído e sincero.

[Kyjal] - Então... não foi nada pessoal, tá? Desculpem a bagunça, estamos de saída, e a gente se vê por aí. Ou não. (Ainda preferiria que não)

E então retira-se junto com os demais, já com um humor mais revigorado (e um pouco da vergonha já dissipada entre a repentina virada da situação). Enquanto pronuncia-se para sair no mesmo rumo do grupo, leva uma mão ao ombro de Piccola, comentando num tom tranquilo.

[Kyjal] - E aí, Piccola, vamos voltar pra casa?
Última edição por Feral em 08 Ago 2012, 12:37, editado 1 vez no total.

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Gabrielle
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#62 » 11 Ago 2012, 00:13

Piccola leva um susto quando chegam a capitã e Leon - com a adaga contra o pescoço de um homem com aparência nada boa. Que diabos estavam fazendo com aquele cara? Quem era ele, afinal?

Decidindo que aquele não era o melhor momento para perguntas, e com a confusão naquele nível controlado, Piccola, não contém um sorriso. Volta-se para o barman.

[Piccola] Muito obrigada por tudo, mesmo. Algum dia eu volto para tocar mais para vocês. Quem sabe comemorar a nova liberdade.

E então retira o capuz, sorri, e faz uma reverência. Sente uma mão tocar em seu ombro.

[Kyjal] - E aí, Piccola, vamos voltar pra casa?

Ela acena positivamente com a cabeça. Estava na hora de ir embora.
Última edição por Gabrielle em 11 Ago 2012, 00:20, editado 1 vez no total.

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Rodwolf
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#63 » 16 Ago 2012, 21:08

[Guarda] Perdoe-nos. Não podemos fazer n---

*CRAAAAAACK* --


[Tabitha] Oh droga, esqueci que ela abria pro outro lado.

O Clérigo vira para a porta para ver o que estava acontecendo, é surpreendido assim como todos os outros. Sua capitã e Leon com o homem que comandava aquele pequeno e podre porto de acordo com seus interesses próprios e à custa do sofrimento do povo.

Percebendo a reação dos guardas fica atento a qualquer ao menor sinal de ataque na tentativa de resgatarem o tal Martell.


[Tabitha] Nã-nã-não, podem ficar paradinhos aí, porque eu tenho um porquinho aqui que não quer ser espetado.


[Evans] Rapazes, eu sei o que estão pensando, mas se o Conselho dos Seis mandar um novo Martell, eu espero muito que enxerguem que sempre há outra maneira.

[Tabitha] Prontos para voltar para casa?

[Evans] Sim, capitã.


Sai logo atrás dos outros com Meia-Noite para se certificar que ninguém representaria ameaça ao grupo.
Última edição por Rodwolf em 16 Ago 2012, 21:09, editado 1 vez no total.
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Stephan
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#64 » 08 Mai 2013, 15:02

A Capitã estava mais eufórica do que nas últimas semanas. Algo reconfortante para Gentile e Piccola, e algo estranho para os novos tripulantes.

[Tabitha] Hohoho, vocês já estão se acostumando com como as coisas funcionam no Licorne, hein? VAMOS!

A mulher, agora em posição de autoridade, segue junto de Leon dando-lhe plena cobertura. Todos vão dando caminho para a tripulação do Licorne. Alguns dos moradores jogam frutas podres em Martell, frequentemente quase acertando o ladino que o tomou refém.

Na metade do caminho, Piccola percebe que um dos guardas pegou um livro, rasgou uma página e a colocou no bolso.

Ao longe, Alber e Tomme percebem a comoção. Entendendo rapidamente que alguma coisa inesperada aconteceu (ou seja, algo esperado), eles começam a preparar o Licorne para viajar.

[Martell] O q-o que vão fazer comigo?

A resposta chega carregada de raiva na voz:

[Tabitha] Ainda estou decidindo.
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- Confúcio

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Gabrielle
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#65 » 08 Mai 2013, 17:01

Ver a capitã alegre era um alívio para Piccola, mas ela não podia deixar de sentir um pouco de pena do coitado que estava nas mãos dela.

Por uma chance, ela percebeu que um guarda arrancou uma página do livro que carregava na mão e colocou-a no bolso. Um gesto estranho, com certeza; quem rasgaria uma página de um livro? Mas não era da conta dela; o livro era do homem, e ele fazia o que queria. A atenção de Piccola voltou-se para a situação com a capitã, mas ela arquivou aquilo em algum lugar da memória.

[Martell] O q-o que vão fazer comigo?

A resposta chega carregada de raiva na voz:

[Tabitha] Ainda estou decidindo.

A raiva na voz da capitã faz com que Piccola pense uma segunda vez antes de abrir a boca para dar a sugestão brincalhona que tinha pensado.

Criando um pouco de coragem, ela sorri e sugere:

[Piccola] Talvez ele gostaria de saber como é a vida de um pêndulo em cima do mar?

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Samiel_Fronsac
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#66 » 08 Mai 2013, 21:10

§ Satisfeito com a resolução relativamente tranquila da situação, não que se importasse com um pouco de ação de vez em quando, o marujo segue, protegido por sua capitã, imaginando a surpresa nos rostos de Alber e Tomme quando chegarem com um convidado daquele "porte." §

[Leon] Eheheh, eles vão adorar essa.

§ Não se surpreende pela raiva da capitã, nem o desespero de Martell... O que quer que tenha acontecido entre os dois no passado deixou marcas profundas, e Leon se recusa a especular sobre a natureza disso, mas a chefe parecia ter bons motivos para odiá-lo. §

[Leon] Costelinhas e bacon de um porco mal-criado, nah, melhor continuar saudável...

§ E quando, de todas as pessoas, a pequena e boazinha Piccola sugere, ainda que com um sorriso no rosto indicando uma brincadeira, fazer algo que no manual de Leon se configura como "uma puta sacanagem", ele se anima. §

[Leon] Hey garota, gosto de como pensa! Eu pretendia apenas amarrar uns atuns e jogá-lo em alto-mar, mas a sua ideia é melhor. Capitã, permissão para executar a "Operação Pêndulo?"

§ Leon fala claramente em tom jocoso... Pelo menos na parte referentes a ideia de Piccola. Os poucos minutos com Martell geraram uma antipatia imensa pelo homem. Não perderia uma noite de sono se o fizesse virar comida de tubarão. Provavelmente dormiria melhor. §
Última edição por Alta Vista [Bot] em 08 Mai 2013, 23:05, editado 1 vez no total.

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Holygriever
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#67 » 08 Mai 2013, 23:31

[Tabitha] Hohoho, vocês já estão se acostumando com como as coisas funcionam no Licorne, hein? VAMOS!

- Ehehehe, era uma taverna, Capitã. Meia-Noite sabe se virar lá. E é como Meia-Noite falou praqueles guardas lá quando a coisa começou a ficar feia: quem ia resolver isso era a Capitã e o chefe deles. É esse aí, né? - Meia-Noite meneia de cabeça em direção à Martell - Só não achava que ia ser assim.

Meia-Noite segue ladeando Piccola junto com Kyjal, protejendo-a com o corpanzil das frutas podres voadoras. "Que desperdício..."

Os olhos de Meia-Noite se arregalam um pouco à sugestão de Piccola. Sabia que a menina era mais durona do que aparentava, mas não deixava de se surpreender. A aprovação de Leone à "Operação Pêndulo", no entanto, não é surpresa alguma.

- Heheh, se ele vomitar enquanto balança, não vai ser o Meia-Noite que vai limpar, hein. Só o Parrote já dá trabalho o suficiente.
"Você tem medo do Escuro? Pois deveria."

Meu amor, o meu chão, onde deixei a paixão...
Não me importo, vou voar, o céu você não vai levar...

Leve-me à escuridão, diga que não me verão...
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Rodwolf
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#68 » 09 Mai 2013, 12:46

Muito ainda precisava ser revelado. Qual era a intenção de Tabitha de levar aquele tirano oportunista de segunda linha à bordo do Licorne? Qual era sua história com o tal ser vil?

Certamente ela havia conseguido algo que queria muito. Evans, apesar do pouco tempo fazendo parte daquela tripulação, nunca tinha visto a capitã tão satisfeita. Mas todas essas questões seriam respondidas depois. O clérigo pretendia entender tudo aquilo, mas primeiro tinham que deixar aquele porto e que aquela gente quase abandonada pelos deuses.

[Tabitha] Hohoho, vocês já estão se acostumando com como as coisas funcionam no Licorne, hein? VAMOS!

Junto ao grupo, procura ajudar a bloquear com o escudo para que nenhum fruto podre acerte alguém, alguém além daquele chamado Martell, que castigara o povo do pequeno vilarejo.

Observa os comentários dos amigos e da capitã a respeito do destino do prisioneiro. Calado por um momento, depois se volta para o homem.

[Evans] Deve se considerar um homem de sorte por sair vivo de lá...

Faz uma pequena pausa, olha para capitã e em tom sombrio diz novamente ao homem:

[Evans] Ou talvez não...


E continua seu caminho, lembrando da mulher que resgataram e que estava sob os cuidados de Brianna à bordo do navio.
Última edição por Rodwolf em 09 Mai 2013, 13:10, editado 1 vez no total.
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Feral
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#69 » 09 Mai 2013, 15:19

E... tudo vai bem quando acaba bem. Exceto que não acabou ainda, e que estar com o bandidão ali como refém não inspirava exatamente uma atmosfera de "bem". Mas era favorável, dava para admitir. Mais favorável do que estar refém de bandidões.

Além disso, era um sinal de coisas dando certo, pra variar um pouco.

[Piccola] Talvez ele gostaria de saber como é a vida de um pêndulo em cima do mar?

E era bom ver o clima de bom humor se contagiando. Falando em bom humor...



[Kyjal] - Oooooohh... por algum motivo, cordinhas balançantes me fascinam.. Posso "brincar" com ele depois? ...Posso?

E mexe os dedos das mãos, palmas para o ar e garras à mostra, acompanhadas por um sorriso felino de dentes afiados, que traz uma certa confusão se pende mais pro abobado ou para o psicótico. Talvez para ambos, quem sabe.

Enquanto isso, vai se encaminhando na direção do ninho do corvo. Não o escala ainda, esperando as ordens exatas da capitã.

...Tá, na verdade ele só queria saber se o cara vai ser pendurado ou não.


----------
OFF:
Ele começa a frase fazendo esse sorriso:
[url=http://lackadaisycats.com/images/bio_rocky.jpg]http://lackadaisycats.com/images/bio_rocky.jpg[/url]

E terminando com esse:
[url=http://www.lackadaisycats.com/gallery/1203882282.jpg]http://www.lackadaisycats.com/gallery/1203882282.jpg[/url]
Última edição por Feral em 09 Mai 2013, 15:20, editado 1 vez no total.

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Stephan
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#70 » 09 Mai 2013, 15:37

A capitã dá apenas um sorriso malicioso, e dá sinal para que todos se apressem:

[Tabitha] Já demoramos demais por aqui. Tanta lú!

Enquanto frutas voam, acertando algumas vezes em Martell (e gerando várias gotas de polpa no rosto de Leon) e muitas pegando no escudo de Evans, o grupo segue e logo chega na rampa do Licorne. Alber e Tomme estão esperando todos.

[Alber] Mas já? Cap-

[Tabitha] Operação Pêndulo. JÁ!

Enquanto a capitã mantém o refém sob mira, Alber pede ajuda de Meia-Noite para carregar Martell e prepará-lo. Tomme ajuda o resto do grupo a subir ao navio mais rapidamente, logo retirando a rampa de entrada.

Do lado de fora, vários guardas e cidadãos aguardavam ansiosos a resolução da situação.

De cima do ninho do corvo, Kyjal podia ver Meia-Noite e Alber amarrando o refém, enquanto os irmãos pescadores ajeitavam as velas para que rodassem para fora do barco. Em pouco tempo, ele estava pendurado. E com um puxão sem esforço dos dois fortões, ele estava suspenso. Com mais um puxão, estava voltado para o lado de fora do navio, a estibordo, bem para o lado onde se encontrava a ilha.

Aos berros de Martell, o Licorne começava a zarpar, com Tomme recém puxando a âncora e já começando a navegar. A capitã ajeitava sua besta de mão. Quando já saíam do cais, ela aponta a besta para o refém, mais uma vez. Mas dessa vez, os tripulantes notam, ela mira na cabeça. Com um rosto cheio de raiva e de dúvidas, ela fala:

[Tabitha] Eu acho que este porquinho... já era.
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Samiel_Fronsac
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#71 » 09 Mai 2013, 18:02

§ Limpando o rosto com o lenço, o marujo ri dos comentários de Meia-Noite, Evans e Kyjal, que acrescentam a comicidade da proposta de Piccola. Pendurar o ciclope balofo no mastro, seria engraçado, mas a capitã certamente não teria a disposição para algo assim... Até que ela a ordem para Alber e Meia-Noite seguirem exatamente com aquele plano é dada. §

[Leon] Bem, isso foi um tanto inesperado. Piccola, sua malvadinha. § Rindo. §

§ Acompanha todo o trabalho de içar Martell sem se envolver, preferindo ajudar Tomme. E quando a chefe prepara sua besta de mão e mira no refém, sem muita cerimônia, Leon segura a respiração por um segundo. Justo e eficiente. Não perderia o sono por aquilo... Coloca-se um passo atrás e a esquerda da chefe, aguardando sua ação. §

[Leon] Hey Martell, não falei que tu ia acabar sendo petisco de tubarão? Umberlee te carregue, seu merda.

§ Toda a situação no escritório do vilão se desenrola na mente de Leon. Não ousa especular o que faria uma mulher como a capitã parecer tão... Fraca, frente a um ente como Martell, mesmo que por apenas alguns segundos; mas aposta que ele merece o que está por vir. §
Última edição por Alta Vista [Bot] em 09 Mai 2013, 22:23, editado 1 vez no total.

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Gabrielle
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#72 » 09 Mai 2013, 20:54

Piccola percebe, e fica agradecida pelo grandão Meia-Noite proteger ela da saraivada de frutas voadoras.

Percebe ainda, contente, que os amigos foram concordando com a brincadeira dela...

...que de repente não se tornou brincadeira mais.

Ela não consegue deixar de se sentir culpada por ter dado a ideia de uma verdadeira tortura para aquela pessoa; por mais que talvez ele merecesse, não era uma sensação agradável.

E...de qualquer forma...o que a capitã fosse fazer com aquele homem, na verdade, era da conta dela. Cada pessoa colheria o que semeara, afinal...

Resolveu entrar para seu quarto, fechando a porta atrás de si. Sentindo seu coração inspirado, começou a compor um requiem...

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Holygriever
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#73 » 09 Mai 2013, 23:10

"Mas o q-"

É com surpresa que Meia-Noite reage ao ver sua capitã apontar a besta para a cabeça do refém. Quando a órdem fora dada para a "Operação Pêndulo", realizara a tarefa sem pestanejar, achando que era apenas o bom-humor da Capitã seguindo a sugestão de Piccola por farra. Não imaginava que iam deixá-lo balançando, muito menos que sua capitã pretendesse assassiná-lo a sangue frio.

- Capitã!

Sem tempo pra pensar, Meia-Noite apenas interrompe sua Capitã. Não queria contrariá-la, mas o reflexo foi mais forte.
O grandalhão estava um bocado nervoso. A situação não o agradava em nada. Não era estranho à violência, mas assassinato? Isso não era algo com que ele estava acostumado ou achasse certo. Gaguejando um pouco, continua:

- Ah, ééé... Então. - Ele limpa a garganta. - O que a senhora vai fazer com esse homem aí não é da conta de Meia-Noite. Mas Meia-Noite ajudou a amarrar e colocar ele onde ele tá, então, Meia-Noite gostaria de pelo menos saber o por que ele vai morrer. Se não tiver problema pra senhora.


[Off: Lá vai o negão brincar de Diplomancer de novo. Rola um Diplomacia aí Stephan. Não acho que vá dar certo, mas whatever.]
Última edição por Holygriever em 09 Mai 2013, 23:19, editado 1 vez no total.
"Você tem medo do Escuro? Pois deveria."

Meu amor, o meu chão, onde deixei a paixão...
Não me importo, vou voar, o céu você não vai levar...

Leve-me à escuridão, diga que não me verão...
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Feral
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#74 » 10 Mai 2013, 00:37

...É... isso evoluiu bem rápido.

À medida que o braço da capitã se levantava, o sorriso no rosto de Kyjal virava ao contrário. O que antes era uma gozação geral, agora estava cada vez mais parecida com uma execução sumária. Não era exatamente uma cena fácil de digerir.

O resto da tripulação também não parecia estar levando muito bem a situação, com Piccola mais claramente incomodada; ir direto para os aposentos quando iriam começar o revezamento no ninho do corvo? Até poderia pensar que era sono, mas.... não, espera, elfos não dormem, né?

Na breve esperança insana de que aquilo ainda fosse um trote, Kyjal exclama, enquanto se mantém dependurado nas cordas próximas ao ninho do corvo.

[Kyjal] - Ei capitã! Se continuar nesse ritmo, esse cara vai pintar o nosso convés mais rápido do que ele pinta a própria porcelana. Já sinto até o cheiro daqui.

E olha mais uma vez para a elfa indo na direção dos alojamentos, e solta a dica pra a capitã.

[Kyjal] - ...E o parece que a Pequena também não se deu bem com o futum.

E aponta com o polegar na direção da garota.

Enquanto isso... se indaga sobre o que vai acontecer...

[Kyjal] "Vamos lá, capitã... por favor, que seja o que eu estou pensando que você vai fazer..."

O pedido ficava na mente e na expressão. Queria poder tirar um sarro do cara e balançar aquela corda, e não ter que atirar um presunto ao mar.



--------------

OFF:

Antes que me massacrem com precisão histórica, existiam penicos de porcelana antes de existirem privadas modernas. Podiam não ser exatamente comuns, mas ao menos a piada se mantém =P

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Samiel_Fronsac
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Going Where The Wind Blows - Capítulo 3

Mensagem#75 » 10 Mai 2013, 03:08

§ A reação dos outros é compreensível. Matar em uma situação de vida ou morte é algo que a maioria das pessoas mal consegue digerir, e uma execução costuma não cair bem com a maioria dos veteranos... Mas Leon estava decidido a deixar a chefe ter sua vingança, qualquer fosse a origem da afronta. §

[Leon] Meia-Noite, Kyjal, eu não vou elaborar mas... Melhor ficarem fora disso. É pessoal. Deixem-na decidir por si só o destino de Martell. Prerrogativa de comando.

§ O marujo diz essas palavras a meia-voz, olhando diretamente para os colegas com um ar de consternada resignação, esperando que ambos entendessem o recado... Péssima hora para um princípio de motim. §

---

OFF: Diplomacia ou algo assim pra convencer os dois a ficarem quietos?
Última edição por Alta Vista [Bot] em 10 Mai 2013, 04:58, editado 1 vez no total.

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