Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Tales from the Sails. Need I tell you more, you sea weasel?

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Samiel_Fronsac
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#31 » 28 Jun 2013, 00:11

§ Ouvindo as palavras da capitã, Leon deixa a adaga na bainha, mas solta a presilha. Não custa estar preparado para sacá-la em um repente, seja para ameaçar ou matar. Por mais que prefira evitar a confusão, ele sente que parece fácil demais. §

[Leon] Vou fazer meu melhor para resolvermos isso sem violência, chefe... Desde que um certo alguém se abstenha de fazer mais demonstrações de macheza.

§ Dá uma piscadela para Meia-Noite, então, voltando a sondar a sala, nota o suspeito nicho, e decide investigar. Levanta da cadeira, vai até aquele canto e se agacha, tudo com muito cuidado e o mais silenciosamente possível, sinalizando para os outros. §

[Leon] § Sussuro. § Meia-Noite, fique próximo a porta, me avise se ouvir alguém chegando. Parece que tem uma passagem secreta aqui... Do tipo que poderia nos garantir descanso eterno... Vou dar uma olhada, se não se opuser, é claro, capitã.

§ Atenta cuidadosamente ao local, tentando determinar se há alguma armadilha, como abrir e barulhos do outro lado que possam indicar uma ou mais pessoas. §

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Holygriever
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#32 » 03 Jul 2013, 11:58

Meia-Noite ouve com atenção sua Capitã. Então estavam ali para um duelo de perspicácia. Ele se lembra dos debates que assistira nos centros culturais que visitara, e se anima um pouco com o espetáculo vindouro.

Ao chiste de Leon, no entanto, ele levanta as mãos com um sorriso meio besta e balança a cabeça.

- Opa, o Meia-Noite tá aqui pra assistir e, se for preciso, fazer cara feia. Nada mais, nada mais.

Após a solicitação de Leon, Meia-Noite franze o cenho. Ele ia mesmo sair bisbilhotando assim? "Melhor lembrar de não convidar esse cara pra entrar em casa...". O negrão aguarda uma reação da Capitã e, se ela autorizar o bisbilhotamento, coloca-se em vigília ao lado da porta como instruído.
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Rodwolf
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#33 » 03 Jul 2013, 13:38

Muito bom, os cavalos, pelo menos Alagos e Alaron estavam prontos e pareciam saber o que fazer. Provavelmente já tinham feito aquela viagem muitas vezes, e deveriam estar preparados para a trilha.

Já Susan - ou seria Mar? -, o cavalo da pequenina, se mostrava agitado, inquieto. Isso quase preocupava o clérigo, a intenção era cobrir a distância até a capital o mais rápido possível. Mas mesmo de uma maneira não muito ordeira, Susan acompanhava o grupo.

[Evans] Tudo bem aí, Piccola? Tome cuidado, sim?

Observando o caminho e a paisagem que os cercava, pegavam a estrada.
Última edição por Rodwolf em 03 Jul 2013, 13:49, editado 1 vez no total.
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Stephan
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#34 » 03 Jul 2013, 14:32

A ação de Leon é retribuída com um olhar esbugalhado da capitã. Quando Meia-Noite faz menção de ir até a porta, uma esbugalhada maior surge. Era a conhecida maneira dela dizer "ligeiro".

Leon demora alguns segundos até conseguir notar o vão de onde a passagem se abriria. Parecia não se abrir em muito tempo, devido à sujeira. Identifica também o que poderia ser o botão de ativação da passagem.

Na porta, Meia-Noite fica atento. Enquanto a capitã fica tensa aguardando o resultado, o gigante lutador começa a ouvir diversos passos em armadura. Não pareciam pesadas demais, mas fizeram barulho o suficiente para que os tripulantes não fossem pegos com a mão na massa.

Após uma rápida ida até a mesa, a porta se abre, com Meia-Noite terminando de se sentar novamente. Uma mulher com uma grossa cicatriz que ia da metade da bochecha esquerda até abaixo de sua mandíbula surge. Seus cabelos completamente brancos, porém saudáveis, caíam nos ombros. No entanto, eles eram raspados dos lados, deixando apenas a parte superior do crânio com cabelos cheios e belamente cacheados.

As orelhas eram quase élficas. Leon e Meia-Noite a chamariam de um a meia-elfa, se não fossem dois detalhes importantes.

O primeiro era sua pele. Era escura, mas não da mesma forma como alguém menos moreno que meia noite. O tom era sutil, mas o arroxeado ou azulado saltava aos olhos em contraste com as roupas cintilantes.

O segundo explicava o nome de Platina. Não era o símbolo de Waukeen que prendia sua capa amarela ao pescoço. Eram seus olhos. O globo ocular sumia em contraste às pupilas completamente prateadas e penetrantes. A imposição de respeito já chegava no olhar, e a voz, um pouco rouca, também inspirava respeito.

[Druuna] Vejo que se acomodaram. Mui bom.

Atrás dela, quatro guarda-costas empunhavam adagas e espadas curtas, perfeitas para combates em lugares mais fechados. Portando cotas de malha, os humanos logo se retiram ao pedido da Platina.

[Druuna] Garotos, cuidem do local. Duvido que estes belos humanos farão problema nesta casa de fome e negócios, não é?

Ela senta-se na outra ponta da mesa. Numa postura elegante, coloca os cotovelos em cima da mesa:

[Druuna] Vejo que você é a infame Capitã Allouise. Seja bem-vinda. Estes são?

[Tabitha] Acho que eles mesmos podem se apresentar.

--------------------------

Enfim, eles partem estrada adentro. O pergaminho de Dungo possuía um rabisco horroroso do caminho até Doncastlè e Caer Callidyrr, mas dava uma ideia do que iam percorrer. O sol de meio-dia vai se tornando cada vez mais confortável, já que a brisa do litoral se mesclava com o saboroso aroma das plantas dos arredores.

Os cavalos eram incrivelmente acostumados ao caminho, galopando alegres (uns mais que os outros) ao fazerem exercício novamente. Ao longo do primeiro dia de viagem, eles avistam muitos dos fazendeiros do Ppovo, um povo calmo mas desconfiado de viajantes. Devido ao inverno, muitas das fazendas estavam sendo preparadas, limpas e cuidadas para o plantio que chegaria nos próximos meses.

A desconfiança maior chegou quando os três se aproximaram de Doncastlè e algumas de suas minas. Os olhares não foram nada receptivos e mais agressivos que o normal.

Evans, Piccola e Kyjal poderiam ir até a cidade próxima para repousar, ou acampar pelo caminho. A noite já estava chegando, e o pôr do sol atrás das montanhas e florestas a oeste era magnífico.

---------------------------

[Flashback]:

Lorelei começa a falar, mas decide prestar atenção no óbvio: Piccola queria contar algo importante para ela, e era melhor deixar a elfa falar sem interrupções. Com aquele olhar tenro de mãe ou irmã mais velha, a mulher simplesmente escuta.
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Mensagem#35 » 03 Jul 2013, 15:07

E finalmente estrada... Fazia algum tempo que suas viagens não eram acompanhadas do cheiro de terra e vegetação, ao invés do cheiro da água salgada.

E eis que a noite se aproximava... Sem esconder um bocejo, Kyjal direciona uma pergunta a Evans.

[Kyjal] - E então, padre, melhor irmos pra alguma cidade e dormir, ou acamparmos aqui na estrada?

E depois de mais um bocejo, explica melhor o questionamento, enquanto coça um pouco a própria nuca.

[Kyjal] - Olha, já andei bastante pela Costa da Espada, mas essa região toda aqui é novidade pra mim, então não sei o que esperar. A gente pode buscar segurança em alguma cidade próxima, mas eu tenho a leve impressão de que nem todo mundo vai com nossas faces, por aqui.

E olha um pouco os arredores da estrada, e mais adiante, antes de continuar.

[Kyjal] - E bom, acampar no caminho é uma opção, mas... Não sei. Dormir ao relento significa menos olhares tortos, mas também... "menos testemunhas". Como vai ser?

E volta-se à elfa, também. Talvez ela também tivesse alguma experiência com esse povo.

[Kyjal] - Piccola? Alguma idéia? Conhece algo sobre essa região?

Enquanto aguarda uma resposta, vai tentando se lembrar de algo que tenha perdido em suas memórias. Algo que tivesse ouvido ou se lembrado sobre o lugar.
Bom, nunca se sabe.

----------------------

Bateria padrão de testes: Spot, Listen, Search.

Also, teste de Knowledge pra ver se Kyjal lembra de algo relevante.

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Stephan
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#36 » 03 Jul 2013, 15:47

Kyjal coloca seus sentidos felinos à prova. Seus olhos são os melhores, mesmo à luz da lua, e permitem-no ver que o fluxo de viajantes e habitantes continua indo e vindo, mas parece ir diminuindo conforme a noite começa.

Sua audição e percepção não parecem detectar nada de diferente, apenas notando os soldados com tochas nos distantes portões de Doncastlè. Não parecia haver nenhuma clareira por perto, mas a vegetação nesta parte da estrada mostrava que não teriam dificuldade em encontrar um bom local para acampar.

[OFF]:

Kyjal:
Observar/Spot: 11+6=17
Ouvir/Listen: 8+6=14
Procurar/Search: 4+6=10
Conhecimento (destreinado): 13+2=15
Última edição por Stephan em 03 Jul 2013, 16:24, editado 1 vez no total.
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Gabrielle
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#37 » 03 Jul 2013, 17:13

Cavalgar era uma experiência incrível. Piccola aproveitava bem, se acostumando ao seu novo amigo, testando se ele gostava de correr, como fazia pra ir mais devagar, ou mais rápido, ou para virar. Logo descobriu que era necessário uma parceria; o cavalo não era simplesmente um veículo, como a coisa desajeitada que ela tinha usado para sair da sufocante cidade nas nuvens, era um ser vivo.

E era uma experiência muito mais edificante aprender a conquistar a sua colaboração.

Na medida que iam andando, Piccola não conseguia esconder seu assombro com as florestas; Florestas! De verdade! Não apenas desenhos em livros, mas AO VIVO. Centenas e milhares e milhões de ÁRVORES! Seus ouvidos aguçados conseguiam captar ainda inúmeros sons muito diferentes aos quais estava acostumada. Como era incrível essa terra, e como eram idiotas os Avariel que se sentiam superiores em nunca virem...

[Kyjal] - Piccola? Alguma idéia? Conhece algo sobre essa região?

Ela volta-se para ele, tentando esconder sua expressão maravilhada atrás de uma mais "acostumada" àquilo tudo.

[Piccola]- Er...não, não conheço nada sobre essa...região aqui em baixo. Quero dizer, essa daqui.

Por ela mesma, acampavam naquele lugar, mas, realmente, poderia ser algo perigoso.

[Piccola] - Não seria melhor ficarmos na cidade? Acho que...hã...seria mais seguro. Quanto à receptividade, talvez eu possa fazer algo a respeito, não?

[FLASHBACK:]

Vendo que Lorelei estava deixando ela falar, resolveu continuar.

[Piccola] - Tem elfos que vivem em outros lugares também, e cada "raça" entitulada costuma preferir se isolar das outras - acho que por isso não se ouve muito deles. A minha, os Avariel, vivem nas nuvens, e para isso nascem com asas que os ajudam a voar e a não cair na terra abaixo. Os Avariel são muito orgulhosos de suas grandes asas, pode crer.

Seu tom final acaba sendo levemente amargo.

[Piccola] - São tão orgulhosos disso que, quando alguém não consegue voar, se torna um pobre coitado que não tem talento ou valor algum, e que muito provavelmente nem deveria existir.

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Samiel_Fronsac
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#38 » 08 Jul 2013, 11:27

§ Quase pego com a mão na massa, o sobressaltado marujo se ajeita na cadeira enquanto estuda a recém-chegada anfitriã. Uma meia-elfa... Negra? Nunca ouvira falar de tal coisa até então. Mais uma para a lista de coisas interessantes nesta viagem... E aquele olhar... Perigosa. E à deixa da chefe, diz: §

[Leon] Leone Gentile, senhora.

§ Faz uma mesura um tantinho exagerada. Respeitoso, mas não muito. Qualquer um que chegue chamando sua capitã de infame ganha de pronto a inimizade de Leon... Começa a pressentir que, afinal, dará confusão, a mão coçando para se aprochegar ao punhal, mas resiste a tentação, por enquanto... §

[Leon] É uma honra conhecer sua distinta pessoa.

§ Olha de soslaio para Meia-Noite, se perguntando quanto à prontidão dele. Não consegue relaxar estando naquelas ilhas; e ainda lidando com outra figura antagônica, só espera o pior. Quase anseia pela violência. §

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Rodwolf
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Mensagem#39 » 10 Jul 2013, 00:39

Assim que o grupo faz uma pequena pausa para decidir o curso de sua viagem daquele ponto em diante, Evans abre novamente o pergaminho para checar o mapa grosseiro que o halfling os havia feito.

[Kyjal] - E então, padre, melhor irmos pra alguma cidade e dormir, ou acamparmos aqui na estrada?

De cima do cavalo, com o pergaminho aberto e analisando as reações das pessoas do Ppovo e suas opções até aquele momento, o clérigo se via em um dilema que já seria de se esperar.

Sabia que estavam nas proximidades de Doncastlè, e teria sugerido a cidade, não fossem os olhares mais agressivos que o grupo agora recebia.


[Kyjal] - E bom, acampar no caminho é uma opção, mas... Não sei. Dormir ao relento significa menos olhares tortos, mas também... "menos testemunhas". Como vai ser?

[Evans] Bem, odeio isso mas... Se optarmos pela cidade, talvez em um primeiro momento, seria melhor se ficasse com o capuz puxado. E poderíamos entrar com menos luz, direto para uma estalagem. E na primeira luz do dia voltamos à estrada. O que acham?


------------------------------------------------------------------------------------------------------
[Off] Não mandei a ficha ainda, mas, teste de conhecimento geral sobre a cidade (não treinado) e Conhecimento Religião 5(treinado - Graduação +4/Mod. Habilidde +1)
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#40 » 10 Jul 2013, 11:41

Meia-Noite se senta momentos antes de ao donos dos passos adentrarem o ambiente. Tanto quanto Leon, ele estava sobressaltado, mas isso não evitou que ele se sobressaltasse ainda mais.

Uma exuberante elfa, com pele purpúrea e traços prateados, adentra a sala irradiando imposição e respeito. Sua voz soa decidida, firme. Por uns instantes, ele fica incapaz de desviar o olhar daqueles imponentes olhos prateados, e Meia-Noite instantaneamente percebe que ela estava completamente no elemento dela, e ele fora do dele.

?Imposição. Domínio da situação. Tamo na palma da mão dela.?

Se recompondo e desviando o olhar abruptamente, ele acompanha o diálogo que se segue. Só então realmente percebe os guardas que acompanhavam a elfa, que logo se retiram.

[Druuna] Vejo que você é a infame Capitã Allouise. Seja bem-vinda. Estes são?

[Tabitha] Acho que eles mesmos podem se apresentar.

[Leon] Leone Gentile, senhora. É uma honra conhecer sua distinta pessoa.


- Meia-Noite, senhora. Marujo e braço forte dentro do La Licorne. Honrado e encantado.

Meia-Noite faz um meneio de cabeça muito mais discreto do que Leon, e se mantém tenso. Estava com um mau pressentimento.

?Quanto antes acabarmos aqui, melhor.?
Última edição por Holygriever em 10 Jul 2013, 11:44, editado 1 vez no total.
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#41 » 11 Jul 2013, 15:12

A postura permanecia. Druuna ouvia com atenção as palavras de seus convidados, e parece notar a apreensão de Leon e Meia-Noite. A capitã, no entanto, parece tranquila e até com uma postura intransigente.

[Druuna] Sejam bem-vindos os dois ao porto de Llewellyn. Ouvi muito do La Licorne, e as piores coisas é que nos fizeram decidir por ele para carregar a mercadoria. Vantajoso conhecer os responsáveis.

Os dois marujos sentem que a capitã ia abrir a boca, mas desistiu. Parece que a conversa estava nas mãos deles.

Depois de mais alguns segundos, duas batidas na porta fazem com que o atendente venha acompanhado de uma cozinheira baixinha. Ele trazia os pratos, posicionando-os na frente de cada um dos visitantes e também de Druuna. A cozinheira serve o ensopado para cada um, Meia-Noite primeiro.

Logo, os dois saem, desejando um bom apetite. O cheiro estava ótimo, assim como o gosto. A postura de Druuna relaxa assim que toma uma colherada do ensopado, e até sua voz parece mais leve.

[Druuna] Ah, agora sim podemos conversar. Já passaram por algum outro dos seus contatos?

-----------------

Pelo que Evans pode observar, Doncastlè parece ser uma cidade puramente mercantil. Com um fluxo constante de mercadorias passando por ali, os nativos devem ser ainda mais protetores do que "é deles". Por um lado, eles podem não ser bem-vindos. Por outro lado, é provável que encontrem uma estalagem de passagem.

Alagos e Alaron permaneciam à mercê de seus cavaleiros. Já Mar foi até a borda da estrada para comer um pouco do capim por lá. Na direção contrária da cidade.

[OFF]:

Evans:
Conhecimento destreinado; teste de INT: 19+1=20
Conhecimento (Religião): preciso de alguma pergunta, assunto ou sujeito específico

Tá dependente de vocês três essa continuação

[/OFF]

----------------

[Flashback]:

Lorelei escutava atentamente o desabafo de Piccola. Com os olhos marejados, a mulher ajeita-se na cama e estende os braços, chamando a elfa para um abraço.

[Lorelei] Oh, pequenina! Não sabia disso... espero que não pense como eles. O que seria de mim sem você por aqui?
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#42 » 11 Jul 2013, 18:21

[Piccola] - Não seria melhor ficarmos na cidade? Acho que...hã...seria mais seguro. Quanto à receptividade, talvez eu possa fazer algo a respeito, não?

[Evans] Bem, odeio isso mas... Se optarmos pela cidade, talvez em um primeiro momento, seria melhor se ficasse com o capuz puxado. E poderíamos entrar com menos luz, direto para uma estalagem. E na primeira luz do dia voltamos à estrada. O que acham?


Kyjal pondera por alguns segundos, antes de responder.

[Kyjal] - Concordo, o capuz em seu devido lugar. - E dá um leve puxão na borda de seu capuz, se certificando de que ele estava no lugar, e de que a folga atrás dele escondia suficientemente seus chifres e orelhas. - Bom, contanto que nossa estada seja breve, em lugar seguro e evitemos problemas, eu topo qualquer um dos lugares. Qualquer coisa, espero que eles sejam amantes de boa música.

E essa última frase sai com uma piscada pra Piccola. De fato, se a receptividade falhar, ao menos podiam contar com uma boa diplomacia verbal -- e depois musical. E esperava não ter que partir pra a diplomacia "afiada".

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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#43 » 11 Jul 2013, 23:12

Meia-Noite come seu ensopado calado. Estava ali apenas para fazer seu papel de armário, e armários não são conhecidos por serem tagarelas. Deixaria as tratativas à cargo de Leon e da Capitã enquanto pudesse se dar a esse luxo.
Última edição por Holygriever em 11 Jul 2013, 23:35, editado 1 vez no total.
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#44 » 11 Jul 2013, 23:27

Meio sem jeito, porque Mar parecia estar com fome, ela se vira como pode para os companheiros.

[Piccola] - Certo, certo. É melhor tentarmos ir para a cidade, então. Mas...er...depois que Mar comer. Um...será que os outros não estão com fome também?

[Flashback]

Sentindo o carinho e a compaixão daquela moça, Piccola não resiste mais esconder seu segredo. Com um pouco de vergonha, desata sua capa firmemente prendida e solta-a, deixando suas minúsculas asinhas de penas brancas à mostra. As lágrimas começam a cair, e ela se deixa cair nos braços daquela que estava sendo quase que uma mãe ou irmã mais velha amável.

Entremeio aos soluços, funga e tenta dizer algo mais ou menos coerente.

[Piccola] Como você vê, elas...elas não servem pra nada...

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Samiel_Fronsac
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#45 » 13 Jul 2013, 11:54

§ Em harmonia com a capitã, Leon resiste ao impulso de tirar satisfação (ou dizer algum desaforo) a "Platina" sobre a alegada má fama do La Licorne. Não valia a pena começar confusão por aquilo. Trabalho por fazer, melhor serem profissionais. §

[Leon] Fizeram a escolha certa ao nos contratar, senhora... Nossa tripulação é formada por alguns dos melhores marujos à navegar a Costa da Espada, e além, e o pessoal de suporte digno de canções. O trabalho será executado à perfeição.

§ Experimenta a sopa após sua anfitriã, com um ar de desconfiança. Pratos pré-servidos são um ótimo jeito de envenenar convivados mas Druuna não tem motivo para fazê-lo... Ou tem? Vão ter de pagar para ver, visto que o trabalho exige. Responde então à pergunta feita por aquela exótica cliente sobre o andamento do serviço. §

[Leon] Porto Katla, tratamos com Martell, e aqui estamos, em busca de suas instruções.

§ Toma uma colherada do prato e se recosta na cadeira, tentando relaxar. Continuando no mesmo nível de alerta em tempo integral, as Ilhas Moonshae irão matá-lo, então escolhe dar um voto de confiança. Não que tivesse muita escolha. §

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