Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Tales from the Sails. Need I tell you more, you sea weasel?

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Rodwolf
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#46 » 15 Jul 2013, 23:41

Com o comércio ativo de Doncastlè, talvez os companheiros pudessem tentar se passar por compradores, ou comerciantes. Este último poderia ser um problema por não terem muito em mãos, para, supostamente negociar. Mas isso seria um caso extremo, se optassem pela cidade, não pretendiam ficar mais do que uma noite.

Uma estalagem prática era quase certo que encontrariam, mas a recepção aos forasteiros não parecia que seria das melhores, na verdade, estava na cara das pessoas pelas quais passaram.

[Kyjal]- Bom, contanto que nossa estada seja breve, em lugar seguro e evitemos problemas, eu topo qualquer um dos lugares. Qualquer coisa, espero que eles sejam amantes de boa música.

O clérigo sabia o que Kyjal queria dizer com isso. O dom da jovem elfa poderia evitar muitos problemas. Mas o risco poderia ser alto.

[Evans] Talvez, se a situação exigir. Mas não precisamos arriscar expor Piccola assim, por outro lado, pode ser ela a nos livrar de grandes complicações.

[Evans] E quem sabe esse povo não seja um povo de fé, que acolheria um humilde servo do Senhor da Morte, de passagem, cumprindo as funções da ordem. E nunca se sabe de quando precisam de um clérigo de Kelemvor.

[Piccola] - Certo, certo. É melhor tentarmos ir para a cidade, então. Mas...er...depois que Mar comer. Um...será que os outros não estão com fome também?

Mar estava agitado, e de qualquer forma os cavalos precisavam comer. O sacerdote afaga Alaron e volta-se para os outros.

[Evans] É claro, é claro...

____________________________________________________________

[Off] O teste de religião seria pra saber a reação e os pensamentos daquela gente sobre Kelemvor e seu sacerdócio. Assim como a(s) entidades predominantes.
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Stephan
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#47 » 16 Jul 2013, 15:22

[OFF]: Rod, nesse caso seria um teste de Conhecimento Local ou de Sentir Motivação. Religião é específico para os casos: "gods and goddesses, mythic history, ecclesiastic tradition, holy symbols, undead" [/OFF]

Druuna parece perceber o desconforto de Leon, e como o ladino é o único a falar, ela se dirige a ele:

[Druuna] Martell. Sujeitinho desagradável, mas excelente para os negócios.

Ela observa cada um dos três convidados cuidadosamente.

[Druuna] Ora, vocês parecem tensos demais. Aceitam alguma bebida para acompanhar o ensopado? Falamos de negócios, mas a conversa não precisa ser desagradável.

Após mais uma bocada e um chamado para o atendente vir e pegar os pedidos dos convidados (a capitã pede rum), ela continua a falar:

[Druuna] Pelas minhas contas, vocês saíram há pouco mais de um mês da Cidade dos Esplendores. Com a velocidade que devem ter chego aqui, ou a viagem foi acelerada, ou nem mesmo descansaram em Porto Katla. Relaxem.

E com um sorriso, ela faz uma pergunta que faz a capitã engasgar por alguns segundos:

[Druuna] E então, aconteceu algum problema por lá?

--------------------

Enquanto terminam sua conversa e deixam os cavalos se alimentarem, a penumbra vai dando lugar à escuridão, iluminada por uma Selûne crescente. Piccola devaneia-se com a deliciosa brisa que o lugar aberto soprava, e de repente nota que alguém estava afagando o rosto de Mar, que parecia adorar o carinho.

Piccola não ouviu seus passos. Na verdade, nenhum deles ouviu. Mas era possível ver sua figura, aparentemente calma e muito interessada nos cavalos.

[Elfo] Boa noite, bela noite, caros viajantes. O que três forasteiros fazem por estas bandas?

Apesar de parecer um elfo da lua, o elfo claramente não era local. Mesmo os elfos entre o Ppovo eram diferentes. Ele carregava duas adagas em sua cintura e um arco curto envolto no corpo. O mais peculiar, no entanto, era uma tatuagem meio roxa meio esverdeada na forma de uma máscara de bandido.

[url=http://nattzvart.deviantart.com/art/Coran-Facelift-39842839][img]http://th09.deviantart.net/fs12/PRE/i/2006/260/4/a/Coran_Facelift_by_nattzvart.jpg[/img][/url]

--------------------

[Flashback]:

O carinho entre as duas era lindo de se ver, se existisse ali uma audiência. Lorelei observa com esplendor as pequenas asinhas de Piccola, mal-formadas graças a um acidente genético. O amor entre seus diferentes pais, no entanto, não fora um acidente, muito menos mal-formado. E a resposta de Lorelei muito menos.

[Lorelei] Pequena, se existe algo que eu aprendi neste mundo, é que nada é inútil. Nem uma governanta que sabe cantar num navio de guerreiros. Nem suas asas. Nem...

Em vez de completar a frase, Lorelei pega uma das mãos de Piccola e a repousa sobre uma das pernas. As mesmas pernas que há menos de uma dezena perderam completamente o movimento.
Última edição por Stephan em 16 Jul 2013, 16:28, editado 1 vez no total.
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Gabrielle
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#48 » 16 Jul 2013, 17:07

Piccola tem um sobressalto; como que aquele ser simplesmente se materializou ali? Olha-o com curiosidade e um certo grau de apreensão. Antes de dizer qualquer coisa, tenta estudá-lo para decidir se era amigo ou inimigo.

[OFF]:
Testes de Sense Motive e Knowledge, e Bardic Knowledge too, qualquer coisa que possa ajudar.

[Flashback:]

Piccola tenta enxugar as lágrimas, mas em vão; elas continuaram correndo, mas desta vez, temperadas com o amor de sua amiga e com o renovo que isto trouxe.

[Piccola]: Sim...sim, isso é verdade. Por...por isso que quis te mostrar elas...queria te mostrar que eu te compreendo. Eu...eu sei que não é fácil, mas...

Ela consegue sorrir, e cobre a mão de Lorelei, que estava sob a sua, com a outra.

[Piccola]: Mas acho que quem acabou me ensinando algo foi você.

[OFF]:
OWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWWNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN *comovida*
Steph, você é demais!

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Feral
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Mensagem#49 » 16 Jul 2013, 17:11

...E era coisas como essa que Kyjal temia. Algum cara de aparência suspeita se aproximando do grupo, e com uma curiosidade ainda mais suspeita.

"Heh... Agora entendi o porquê do Dungo oferecer um segurança no pacote."

Mas antes de partir para conclusões precipitadas, diálogo. Oficialmente estavam escoltando um clérigo de Kelemvor, então agiria como tal e esperaria até que Evans se pronunciasse pelo grupo.

...E enquanto aguarda o pronunciamento do padre, Kyjal ajeita novamente a borda do capuz com uma mão, enquanto seus olhos felinos estudam o estranho, seus maneirismos e reações. Precisava antes de tudo saber a que ele vinha, quais suas intenções.

E também mentalmente relembra onde estava seu sabre. Não queria ter que usá-lo, mas... se fosse o caso...

-----------------------

OFF: Sense Motive, e um teste de Knowledge pra ver se Kyjal reconhece algo (seja essa tatuagem ou algo mais).

EDIT: Também Spot e Listen, pra perceber atividade suspeita ao redor.
Última edição por Feral em 24 Jul 2013, 20:11, editado 1 vez no total.

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Samiel_Fronsac
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#50 » 16 Jul 2013, 18:43

§ Ajeita-se na cadeira, tentando ficar confortável. Estavam armados, tinham uma possível rota de fuga, e Meia-Noite para dar cobertura numa realocação tática. Melhor não criar suspeitas infundadas demonstrando paranoia (excessiva). Abre um discreto sorriso. §

[Leon] Desagradável, sem dúvida. Pessoas razoáveis são tão raras esses dias, senhora Druuna.

§ Toma uma colherada da sopa e quando a garçonete entra, pede uma caneca de rum. Quando sua anfitriã questiona sobre terem acontecido problemas na parada anterior, a capitã trava, e só resta a Leon tentar salvar a situação antes que a coisa se torne critica. §

[Leon] O senhor Martell se provou um tanto cabeça-dura, para não dizer intransigente, e criou diversas dificuldades para o prosseguimento da nossa viagem e, consequentemente o cumprimento do contrato mas, como nossa presença aqui atesta, fomos capazes de contornar a situação habilmente e assim evitar atrasos.

§ O marujo fala tudo em um só fôlego, mas se esforçando para não parecer afobado. A última coisa de que precisam é que a "Platina" encontre um motivo para querer renegociar o acordo. Toma um gole do rum tão logo o mesmo chegue, tenta relaxar. §

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Holygriever
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Mensagem#51 » 17 Jul 2013, 00:58

Meia-Noite acompanha sua Capitã no rum. Aparentemente o desconforto era perceptível.

[Druuna] Pelas minhas contas, vocês saíram há pouco mais de um mês da Cidade dos Esplendores. Com a velocidade que devem ter chego aqui, ou a viagem foi acelerada, ou nem mesmo descansaram em Porto Katla. Relaxem.

- Não se preocupa não, senhora Druuna. Meia-Noite só tá um pouco ansioso porque tem uma coisa importante que ele precisa fazer depois que acabarem os negócios aqui.

Ele se esquivara, mas não mentira: aquela carta ainda era uma pendência a resolver, afinal.
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Rodwolf
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Mensagem#52 » 24 Jul 2013, 19:42

A aparição repentina do elfo deixa o clérigo imediatamente em alerta. O homem vinha armado, mas nenhuma de suas armas sacadas. Se bem que o tipo esguio, como os de Kyjal e Leon, davam a impressão de ele ser um combatente que assim como seus companheiros, não teria problema nenhum em um saque rápido.

Incomodava o fato de ele estar rodeando o cavalo da pequena elfa, mas nada mais tinham contra a nova figura. Ele poderia ser apenas um guardião da cidade... ou um ladrão.
Atento aos arredores antes de voltar à atenção novamente ao homem, Evans troca um rápido olhar com Kyjal esperando que ela compreendesse também. Ninguém aquela hora do final do dia abordaria sozinho três figuras distintas como a dos companheiros.

[Elfo] Boa noite, bela noite, caros viajantes. O que três forasteiros fazem por estas bandas?

Sempre em um tom calmo e expressão inabalável, responde.

[Evans] Boa noite, meu senhor. Fazemos exatamente isso, viajamos e estamos apenas de passagem por estas bandas. Eu sou Evans - faz uma pequena reverência de cima do cavalo - Sua vez. Vejo que gosta dos animais, quem sois?

-----------------------------------------------------------------------------

Off: Sense motive, percepção pra área, identificar magia (perícia), conhecimento pra em relação à tatuagem e diplomacia pra ver se ele me responde quem é e fica satisfeito com a resposta do Evans.
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Stephan
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#53 » 26 Jul 2013, 15:04

[Druuna] Hah, aposto que sim. Me deixa feliz ver que confiamos em mãos competentes. O trabalho é de exímia importância...

O atendente chega com o rum, deixando um copo para cada um além de duas garrafas na mesa.

[Druuna] ...e de exímia descrição. O caolho se excede em momentos em que reencontra pedaços de seu passado, e deixa isso subir à cabecinha dele.

A frase é seguida com uma nova sondagem de reações da Platina. Leon, sabendo do que sabe, percebe melhor que Meia-Noite o esforço que a capitã fazia para se manter sem falar nada.

[Druuna] Como eu estava falando, o trabalho é de exímia importância. O problema de depender de transporte terreno ou marítimo é que não temos comunicação constante. A não ser que tenhamos um usuário de magia, o silêncio impera. Para qualquer clérigo que já tenha sofrido o silêncio do seu deus, isso é desesperador. Vocês não tem um usuário de magia preparado para isso na tripulação, tem?

-------------------

Em meio aos poucos insetos e a luz da lua, o estranho elfo dá um sobressalto em todos, especialmente Piccola. A jovem elfa percebe que ele não fazia nenhum movimento ameaçador, e era quase galanteador com ela. A estranha tatuagem a lembrava de algo que ouvira em seu tempo em Águas Profundas. Ela tinha certeza de que já ouviu falar de um elfo que passou por maus bocados junto de um poderoso grupo que quase acabou na ruína de Portão de Baldur anos atrás, em meio à Crise do Ferro. A tatuagem era típica de bandidos da área, mas estava descuidada, sem os constantes retoques deste tipo de grupo.

A felina não sente intenção alguma de ameaça, pelo menos para ela ou Evans. O tal elfo observava ora Mar ora Piccola, parecendo mais um galanteador aleatório do que um bandido. Apesar de não saber nada sobre a tatuagem, seus sentidos aguçados não percebem nada nos arredores.

O sacerdote de Kelemvor fica em guarda mental, mas apesar de todos seus esforços, não consegue encontrar motivos para considerar o homem uma ameaça. Em resposta à sua resposta evasiva, o elfo finalmente se apresenta.

[Coran] Oh, perdoem meus modos, eu me aproximei antes e devo me apresentar antes. Sou Coran, caçador e pesquisador local. Elfo originário de Tethyr, em busca de paz longe das Terras da Intriga. E ocasionalmente, o simples carinho de animais e a conversa com pessoas novas.

Um sorriso, uma reverência, e uma tentativa de beijar a mão de Piccola. Enfim ela o reconhece. Então é ele! O mesmo Coran que ajudou o Protegido de Gorion, um dos Filhos de Bhaal a derrotar Sarevok e evitar toda uma guerra e a dominação de Portal de Baldur! Em todos os sentidos, ele deveria ser um herói incrivelmente dedicado e corajoso, mas o elfo na frente de Piccola parecia ser incrivelmente simples.

[OFF]:

Piccola:
Sentir Motivação/Sense Motive: 9+7=16
Conhecimento (História): 20+7=27
Conhecimento Bárdico: 8+7=15

Kyjal:
Sentir Motivação/Sense Motive: 16+4=20
Conhecimento destreinado/teste de Inteligência: 8+2=10
Ouvir/Listen: 10+6=16
Observar/Spot: 18+6=24

Evans:
Sentir Motivação/Sense Motive: 7+4=11
Ouvir/Listen: 2+4=6
Observar/Spot: 8+4=12
Identificar Magia/Spellcraft: 2+5=7

-------------------

[Flashback]

END SCENE
Última edição por Stephan em 26 Jul 2013, 21:20, editado 1 vez no total.
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#54 » 26 Jul 2013, 16:12

Piccola esquece completamente os bons modos e encara o elfo com espanto e admiração. Ela quase que no automático deixa-o beijar sua mão, e quase se esquece de dar um sorriso. Seus grandes olhos azuis estão totalmente fixados nesse novo ser, e somente seu estado atônito a está impedindo de fazer perguntas quanto às aventuras dele...

[OFF]:
...e de pedir autógrafo e fotinha pra postar no Facebook. XD

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Samiel_Fronsac
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#55 » 27 Jul 2013, 06:55

§ Toma um gole do rum e pondera sobre o comentário de Druuna a respeito de Martell. Aquilo era mesmo esperado? Queria que a capitã tivesse o deixado como petisco de tubarão... Leon não perde a chance de fazer um comentário sincero, e tomar outro gole. §

[Leon] Aquele ciclope sarnento só precisou de uma bota no traseiro para aprender bons modos.

§ Observa Druuna atentamente ao dizê-lo. Não conseguira discernir ainda qual é o propósito daquela viagem, o valor real da carga, e a dúvida o angustia. Talvez informação em qual a relação entre os componentes do mistério o ajude a "pescar" alguma coisa, mas aquilo fica pendente frente ao novo questionamento feito por aquela figura tão... Peculiar. §

[Leon] Nós temos um usuário de magia, ele só está indisponível no momento, e não posso dizer se foi treinado para tanto. Que tem em mente, senhora? Algum feitiço específico? Pois talvez possamos fazer os arranjos, para melhor mantê-la informada e tranquila.

§ O marujo consegue imaginar cem formas das coisas irem de mal a pior com gente poderosa os rastreando durante o ainda misterioso percurso que irão fazer. Quem pode saber as agendas de cada um dos envolvidos naquela elaborada operação? Que diabos transportam? §

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Holygriever
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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#56 » 29 Jul 2013, 00:04

Meia-Noite vira o copo de rum de uma vez só. Não queria deixar a transpassar a tensão, e a anfitriã, até ali, não mostrara intenções hostis. Resolvera relaxar um pouco.

[Leon] Aquele ciclope sarnento só precisou de uma bota no traseiro para aprender bons modos.

- Hah! A gente providenciou isso, hein? Hahahaha!

Ouve a réplica de Leon à pergunta de Druuna. Ele estava falando do Padre? Hm. Não sabia como funcionava a magia dosa deuses, e tinha tido pouco contato com os ditos "mágicos": a maioria dos que vira limitava suas habilidades a truques simples, para entreter multidões.

O grandão se serve de mais um copo de rum, e aguarda o avanço da conversa. A bebida estava muito boa...
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Mensagem#57 » 29 Jul 2013, 01:05

[Coran] Oh, perdoem meus modos, eu me aproximei antes e devo me apresentar antes. Sou Coran, caçador e pesquisador local. Elfo originário de Tethyr, em busca de paz longe das Terras da Intriga. E ocasionalmente, o simples carinho de animais e a conversa com pessoas novas.

Mais relaxado com a presença do elfo, e com a aparente ausência de algum perigo iminente, Evans procura responder de forma mais polida ao estranho.

[Evans] Não há o que perdoar. Sou Evans, clérigo de Kelemvor. Venho de pra lá de Águas Profundas, em missão da Ordem por estas terras.

Evans não via motivos para desconfiar do elfo, mas não sabia o quanto poderia contar, ou se viria ao caso contar que o destino do grupo era a capital, Caer Callidyrr.

A pequena elfa parecia ter reconhecido Coran de algum lugar, ou história. Agora que ela sabia quem ele era, deu a impressão ao clérigo que a fama do estranho o precedia e agora ele começava a forçar mais na memória para tentar se lembrar de alguma coisa relacionada a Tethyr ou as chamadas "Terras da Intriga".

[Evans] Você achou os animais e parece que vai conseguir a conversa com pessoas novas afinal de contas, Coran.

Observa seus companheiros esperando que eles se apresentassem e confiando que eles falariam só o que lhes conviessem.
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Mensagem#58 » 29 Jul 2013, 17:45

Bom, nenhuma pista em sua mente sobre quem o estranho era ou de onde vinha, mas ao menos estava mais ou menos claro que ele não tinha más intenções; só parecia meio galanteador, mas no demais, nenhuma preocupação imediata.

Agora a curiosidade se misturava um pouco entre "quem era aquele cara", "quais as intenções dele" e "por que um caçador e pesquisador pacifista estaria por aquelas bandas não exatamente amigáveis". Tinham sua própria safra de perguntas a responder, mas o estranho meio que não estava longe de ser tão estranho quanto o grupo.

Bom, o mínimo que podia fazer era se apresentar.

[Kyjal] - "Kyjal Naddara. Venho para acompanhar e dar apoio à missão do padre, juntamente com..." - E então pára um instante, notando quão comicamente encabulada Piccola estava. Teria ela reconhecido o tal estranho? - "Uhm... Piccola?"

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Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#59 » 30 Jul 2013, 14:53

Enquanto Druuna abre um sorriso de aprovação, a capitã propositalmente bebe mais rum para evitar falar.

[Druuna] Uma simples Mensagem é o suficiente, de forma periódica. Não precisamos saber onde está a mercadoria, e sim saber que ela está segura e com vocês. Eu...

Uma nova observada geral.

[Druuna] ...tenho algumas ideias. Umas próprias, outras do Círculo. A maioria eu aposto que não vão gostar, mas tenham em mente que o meu objetivo é ajudar.

[Tabitha] Contratantes só querem o nosso bem, né?

A capitã olha para Leon. Para o marujo, aquilo não era novidade. Quando eram contratados para movimentar algo não-declarado, contratantes muitas vezes empurravam exigências absurdas ou davam ideias para facilitar o transporte que só atrapalhariam a vida do Licorne. Para Meia-Noite, tudo era novidade. A vida nas docas era simples. Fedida, suada e cansativa. Mas simples.

-----------------

[Coran] Ótimo!

Abrindo um sorriso, ele desamarra uma pequena codorna de seu cinto, que estava em suas costas.

[Coran] Tenho até a janta, se quiserem. Onde vocês planejam acampar? A noite é maravilhosa por aqui, especialmente com céu aberto.
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Mensagem#60 » 30 Jul 2013, 16:54

Piccola ouviu, e de alguma forma registrou, que seus amigos haviam se apresentado, e em sua mente sabia que deveria fazer o mesmo, mas simplesmente não conseguia; era como se sua razão tivesse sumido diante da presença daquele ser interessantíssimo.

[Coran] Tenho até a janta, se quiserem. Onde vocês planejam acampar? A noite é maravilhosa por aqui, especialmente com céu aberto.

Piccola responde automática e animadamente:

[Piccola] Sim, estava justamente pensando no quanto este lugar é lindo com o céu estrelado! Jantar com você parece uma excelente ideia, se não for incômodo, claro! Quero dizer, não como muito - er... quer dizer, posso tocar maravilhosamente bem como agradecimento. Se quiser, é claro.

Dá um facepalm mental em si mesma quando as palavras saem de sua boca. Parecia uma idiota falando.

[OFF]: Quem nunca agiu como um idiota ao conhecer uma celebridade incrível, que atire a primeira pedra.

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