Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

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Re: Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#91 » 05 Out 2013, 18:40

Kyjal meio que dá de ombros com a situação curiosa com a carroça. ...E tenta segurar um riso baixo quando Mar dispára com o gigantão em cima.

Enquanto vão seguindo, Kyjal volta ao assunto sobre os membros separados do grupo.

[Kyjal] - É quase 100% de certeza que se trata do sujeito de verdade. Eu havia ovido histórias sobre ele, mas... A Piccola parecia saber tudo sobre o cara. As aventuras, as histórias, os grandes feitos... Ela era basicamente uma fã dele. Nem piscou quando ele ofereceu pra mostrar a tal trupe. Acho que se tem um lugar seguro pra ela estar, é junto desse cara, no momento.

A felina pára por alguns segundos, antes de prosseguir, num tom mais sério.

[Kyjal] - ...Além do mais... - E lembra, em rápidos flashes de memória os momentos da última batalha que tiveram, e como Piccola reagiu depois - Eu acho que a pequena realmente precisava disso.

Alguns segundos refletindo sobre o que acabara de pensar, e então Kyjal sacode a cabeça rapidamente, como que afastasse seus pensamentos.

[Kyjal] - Bom, mas chega disso. E lá, grandão, como foi por lá? Situação sob controle? - ...Seja lá qual seja.

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Re: Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#92 » 06 Out 2013, 15:27

A tarde estava bonita. Meia-Noite estava apreciando um litoral leste, uma mudança agradável e interessante do litoral oeste de Águas Profundas. A estrada que seguiam era mais elevada que o nível do mar, e este era visto ao longe, cada vez menos distante conforme se aproximavam de seu objetivo. Entre a capital e Doncastlè, os habitantes davam mais foco à plantação do que mineração, mostrando que o terreno é mais saudável próximo de Caer Callidyrr. Menos dos trabalhadores faziam caras feias -- mas só porque alguns cavaleiros postos ao longo da estrada lhes davam careta em seus lugares. Pela postura e uniforme, Evans deduz que devem ser guardas de Alaron e das Moonshaes.

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O pomposo companheiro de carruagem aos poucos sai de sua carranca, após a última frase de Meia-Noite.

[Fyer] ...sabe, ela pode estar ajudando neste momento. O que, exatamente, você precisa que seu usuário da Trama faça?

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[OFF]: Continuem RPando.
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Re: Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#93 » 13 Out 2013, 20:55

Meia-Noite, ao cavalgar, volta sua atenção ao ambiente, tão diferente dos que conhecera pelos últimos anos. O mar era belo, e os trabalhadores exerciam sua função em paz. Sente saudades da fazenda.

Evans e Kyjal começam a discursar sobre Piccola. Meia-Noite no entanto presta apenas meia-atenção. Estava preocupado, mas não havia o que fazer, e como dissera, os dois teriam de se reportar à Capitã, não à ele. Pescara da conversa que sua montaria se chamava Mar.

[Kyjal] - Bom, mas chega disso. E lá, grandão, como foi por lá? Situação sob controle? - ...Seja lá qual seja.

[Meia-Noite] - Ah, sim. Bom, a situação tá sob controle sim. A dona Druuna, que era o contato, é uma senhora e tanto! Uma elfa negra durona que só, e colocou a Capitã na parede com uma solicitação, erm... pra ter mais, uh, "visibilidade" do navio. Não ficarem sem notícias. Pra resumir, ela sugeriu um novo membro pra tripulação, um mágico conhecido dela capaz de enviar Mensagens, e o Meia-Noite sugeriu, com ajuda do Leon, que nós mesmos arrumássemos um mágico pra ir com a gente. Se não conseguirmos em uma dezena, aceitamos a indicação dela. Ah, e graças à Capitã, e ganhamos uma Latrina de Aurora.

Meia-Noite continua a cavalgar.

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[Fyer] ...sabe, ela pode estar ajudando neste momento. O que, exatamente, você precisa que seu usuário da Trama faça?

[Meia-Noite] - Ah, até onde Meia-Noite sabe, nada muito complicado. É só saber mandar mensagens pra uma pessoa específica. Manter alguém à par dos acontecimentos da viagem do navio. O problema é que Meia-Noite não sabe onde achar alguém assim, e ficou com a tarefa. A procura vai ser difícil...
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Re: Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#94 » 21 Out 2013, 10:22

Ouvindo o relato de Meia-Noite, o clérigo não poderia ignorar a seriedade do trabalho que Tabitha Allouise tinha pela frente.

[Meia-Noite] - Ah, sim. Bom, a situação tá sob controle sim. A dona Druuna, que era o contato, é uma senhora e tanto! Uma elfa negra durona que só, e colocou a Capitã na parede com uma solicitação, erm... pra ter mais, uh, "visibilidade" do navio. Não ficarem sem notícias. Pra resumir, ela sugeriu um novo membro pra tripulação, um mágico conhecido dela capaz de enviar Mensagens, e o Meia-Noite sugeriu, com ajuda do Leon, que nós mesmos arrumássemos um mágico pra ir com a gente. Se não conseguirmos em uma dezena, aceitamos a indicação dela.

Alguém que colocasse a Capitão Tabitha Allouise "na parede" com uma "solicitação", deveria ser alguém perigoso.

[Evans] Resumindo, ela pretende espionar a Capitã e as atividades do Licorne. Bem, você e Leon foram perspicazes, muito bem. Eu mesmo poderia fazer esses reportes, mas não sou treinado em tal habilidade. Acharemos alguém na capital. Senhores, o que estaremos carregando, ou o que devemos carregar?

Confiando nos companheiros, Evans deixa, intrigado a pergunta no ar.

[Meia-Noite] Se não conseguirmos em uma dezena, aceitamos a indicação dela. Ah, e graças à Capitã, e ganhamos uma Latrina de Aurora.

O sacerdote só faz uma cara de interrogação, demonstrando que não entendeu muito bem o que o gigante queria dizer.
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Re: Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#95 » 21 Out 2013, 10:57

Meia-Noite olha para a cara confusa de Evans.

[Meia-Noite] - A indicação dela. O Mágico que ela conhece, ué. Se não acharmos um, ficamos com ele, mesmo que a contra-gosto. É esse o trato.
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Re: Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#96 » 21 Out 2013, 14:55

Sorri ao responder, e por ter compreendido corretamente.

[Evans] Sim, claro, era isso que havia entendido. Talvez tenha ficado confuso em função da expressão no final da frase, caro Meia-Noite.
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Re: Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#97 » 22 Out 2013, 16:09

O sorriso de Fyer se abre ainda mais na palavra "navio". Com curtas e pomposas palminhas, ele fala animado:

[Fyer] Hohohohoho! Um navio, você diz? O meu "probleminha" com certeza poderia fazer o serviço que você descreve, com os pergaminhos corretos. Ele só tem... algumas garrafinhas para transportar. Estão entupindo o nosso porão e não podemos mexer nelas de jeito nenhum. O que me diz, bom homem?
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Re: Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#98 » 01 Nov 2013, 23:28

[Kyjal] - "Hm... Bom, tomara que consigamos arrumar alguém da *nossa* confiança, então. Ter um bisbilhoteiro de fora que não conhecemos... Heh, tudo bem que há pouco tempo atrás mal conhecíamos uns aos outros, mas vocês entenderam. De repente chegar um intruso com o único intuito de bisbilhotar a gente reeeealmente não me parece algo muito agradável. Tenho que simpatizar com a capitã nessa."

A felina fica pensativa alguns segundos, e então continua.

[Kyjal] - "Em todo caso, algum plano sobre onde vamos arranjar uma figura assim? Eu mesm... Eu mesma conto nos dedos das mãos a quantidade de magos que conheci na vida; e com certeza, nenhum deles está aqui nesse canto de mapa.""

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Re: Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#99 » 06 Nov 2013, 07:51

Meia-Noite ri baixinho da empolgação do homem. Ele sem dúvidas era engraçado.

[Fyer] Hohohohoho! Um navio, você diz? O meu "probleminha" com certeza poderia fazer o serviço que você descreve, com os pergaminhos corretos. Ele só tem... algumas garrafinhas para transportar. Estão entupindo o nosso porão e não podemos mexer nelas de jeito nenhum. O que me diz, bom homem?

[Meia-Noite]Hm... então o seu “probleminha” é um mágico que consegue mandar mensagem se tiver pergaminho? Bom, os pergaminhos podem ser um problema, até onde Meia-Noite sabe eles não são baratos. Mas já é um começo! Vamo fazer o seguinte: chegando na cidade, eu te procuro, você apresenta esse seu “probleminha” ao Meia-Noite e a gente manda uma mensagem pra Capitã, pra ver o que ela acha. Quem vai dar a palavra final é ela mesmo, de qualquer jeito. Pode ser? Onde eu te acho lá?

Meia-Noite esfregava as mãos. Em um golpe de sorte, havia dado o primeiro passo em sua busca. “Obrigado, Tymora!”


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[Kyjal] - "Em todo caso, algum plano sobre onde vamos arranjar uma figura assim? Eu mesm... Eu mesma conto nos dedos das mãos a quantidade de magos que conheci na vida; e com certeza, nenhum deles está aqui nesse canto de mapa."

[Meia-Noite]Talvez, minha cara amiga peluda. Talvez... Chegando lá a gente vê. IÁ!

Meia-Noite prossegue com seu trote, elevando-o a um leve galope se conseguir. Estava animado, apesar de tudo. O ambiente era bonito, e as coisas pareciam estar dando certo. Só uma fome o incomodava, então uma taverna seria muito bem-vinda.
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Re: Seven Seas Of Rhye - Capítulo 4

Mensagem#100 » 06 Nov 2013, 15:18

[Fyer] Academia Eltorchul. Na entrada do Bairro Nobre, você verá nosso símbolo. Será fantástico!

Ele estende sua mão para que Meia-Noite possa ver melhor o símbolo, a chama do local.

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As horas passavam tranquilas. Era bom estar em terra novamente. Em terra sem ameaças imediatas, como a de Porto Katla. Kyjal ansiava por momentos poder correr nas florestas que via, ao longe, mas tinham assuntos mais urgentes. Até mesmo Evans, que sempre preferiu se manter na cidade grande, estava relaxado.

A próxima hora de cavalgada conseguiu ser ainda mais tranquila, apesar de terem angariado mais olhares hostis do povo local. Quanto mais se aproximavam de Caer Callidyrr, mais viam casas dos moradores. Quanto mais distantes dos muros, mais simples eram as famílias e suas casas. A disparidade de riquezas não parecia absurda, mesmo com Evans sabendo que as Ilhas Moonshae tinham uma monarquia tão clássica quanto a de Tethyr -- mas aparentemente, muito menos cruel.

Os três cavaleiros passaram por duas torres de vigilância ao longo do caminho, e logo chegaram aos portões. Eles estavam longe de serem espetaculares como os portões de Águas Profundas, mas tinham uma beleza ímpar claramente inspirada na colheita, com uma estátua de Chauntea (que Evans sabe ser chamada de Mãe Terra, graças à rara representação esculpida) elevando-se sobre as torres ao lado do portão.

O portão estava aberto, e apenas um guarda se coloca no caminho dos viajantes. Os outros sete permanecem em posição, enquanto este vinha verificar os papéis de Dungo. Após uma rápida verificação, eles são bem-vindos, com apenas um aviso:

[Guarda] Por favor, não arranjem confusão.

A capital parecia muito maior por dentro, mas suas ruas aparentemente eram muito organizadas, apesar de extremamente movimentadas. Kyjal, que viajou mais do que seus companheiros em terras, já imaginava quão fácil seria identificar as ruas. Evans consegue compreender que as ruas e vielas foram construídas e distribuídas da mesma forma que uma plantação. O padre não duvidava que cada um dos bairros fosse posto da mesma forma. E Meia-noite estava apenas tentando imaginar onde diabos era a entrada do tal bairro nobre.

(próximo capítulo: Closing Time, Capítulo 5)
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