Primeiras Campanhas

Você sempre quis relatar as aventuras do seu grupo para que todos pudessem apreciá-las? Esse é seu espaço!

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ronassic
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Primeiras Campanhas

Mensagem#1 » 03 Ago 2011, 14:02

Olá pessoas!

Hoje eu estava saudosamente lembrando do meu personagem Alef, do jogo do Eder "Zambuda" Figueiredo, meu primeiro mestre, e eu estava conversando com o Allefcapt e com o DesertRider e relembramos algumas coisas, faz uns 18-16 anos que rolou essa campanha que vou comentar, na qual até o Allefcapt participou como jogador (até então era isso era novidade), tinha um cavaleiro que montava um unicórnio, não me perguntem como, vai ver ele era mulher e não queria dizer, por isso vivia de armadura completa, mas dizem que ele fez um Wish pra conseguir tal façanha.
Meu amigo Fernando Neandher tinha um minotauro chamado George, que usava um par de braceletes que o deixava com aparência de humano.
Meu primo Sandro se não me engano era ladrão e o que não saiu da minha memória foi quando ele caiu na estórinha de um Leprechaun.
Bruno se não me engano tinham feito um Berserker humano, lembro que matou trocentos fiéis de uma igreja maligna, mas no processo ele perdeu braços e pernas, lembrando muito Monty Python.
Marcelo Loremaster, eu não tenho certeza, mas acho que era ladrão também (ele sempre fazia ou ladrão, ou paladino), mas eu roubava mais que ele como psiônico, ele uma vez foi tentar me ajudar numa fuga, depois de um roubo lá em Sigil (cidade dos portais, na ambientação Planescape), e acabou sendo perseguido por um exército sinistro também.
Eduarto "Ortemus" Iorio era um druida maligno, que matava quem pisasse numa grama ou matasse um animal para comer, gostei muito quando ele sentou num símbolo de proteção que explodiu com ele e tudo.
Lembro que o Rodrigo "Filósofo/Historiador" Lacerda fez um bardo, que era muito loroteiro.

Lembro que era uma campanha muito bacana e épica. Tinha o famoso ZAMBUDA!

Esse era um personagem épico do mestre, ele era acima do 20º nível, já velho de guerra, mas era um guerreiro extremamente competente, tinha uma Katana que eu ficava de olho, ameacei roubar ela algumas vezes, se não me engano ela era Vorpal.

Lembro também que o Rodrigo Lacerda interpretou também outro PC em colaboração com o mestre, era um NPC da campanha do Rodrigo, de Dragonlance, e ele lutou contra o Zambuda, tomou muita porrada na cara numa luta sem armas, só no soco.

O meu personagem era baseado no Alef, da novela Olho no Olho:

http://www.youtube.com/watch?v=ZaISjxvxTtQ

Mas o meu Alef era um psiônico meio imprudente, no primeiro dia de jogo, morri duas vezes, só meu primo Dalvi, com seu outro psiônico conseguiu morrer mais vezes, nesse mesmo dia ele morreu 3.

Com ele já levei o clérigo Zigfried (do "DesertRider") pra morte, ao convencê-lo a ir comigo para uma ilha, após aportarmos de navio próximo a ela, eu estava com apenas 3 pontos de poder psiônico, o que não me permitia fazer muita coisa, afinal já era o final do dia, e eu precisava descansar para recuperar todos meus PPP. Mas resolvermos ir assim mesmo... Abri uma porta dimensional (pq nem teleporte dava pra fazer), e fomos pra ilha, chegando lá, encontramos uma trilha natural, feita por algum animal.

Seguimos a trilha, até ouvirmos um rosnado, um não, vários! Eram malditas leucrottas, umas 3, não adiantava a gente lutar, porque eram muitas, não adiantava a gente correr, pois elas nos alcançariam, então fiz a única coisa que poderia fazer, eu pensei "Tenho que sobreviver!". Subi numa árvore, usando os poucos pontos que me sobraram, para ficar mais leve e facilitar a subida, mas o Zigfried não teve como escapar, afinal ele não esperava por isso, se eu fosse ele, não teria aceito vir comigo, pois eu sempre que tentava criar minha própria aventura, dava merda.

Ele estava de armadura, e não tinha muita chance de conseguir subir numa árvore... Então foi trucidado ferozmente, sobrou muito pouco do clérigo, o jogador ficou puto da vida, quase saiu da campanha.

Esperei até de manhã, quando as criaturas já tinham ido embora, desci e peguei o que pude, restou alguns pedaços de ossos (pra tentar ressucitá-lo), e um ou dois itens mágico que não serviam pra mim, uma tal vela da invocação e um colar que não lembro pra que servia.

Agora jogo a bola pra vocês...

O que lembram das campanhas mais antigas e memoráveis que participaram? Gostaria de resgatar esses momentos junto com vocês.
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Gil-Galad
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#2 » 08 Ago 2011, 15:11

Meu amigo Fernando Neandher tinha um minotauro chamado George


HAUHAUAUHAUHAUHUAHUHAHAUHA

:rolando:

Cara... depois comento algo. Deixa eu me recuperar.

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MumiaAnciã
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#3 » 08 Ago 2011, 15:35

Eu tenho uma boa história.

Minha primeira campanha era passada no Rio Nilo ( e por isso me apaixonei pelo tema do Egito... e múmias)
O mestre (Rodolfo e seu mega bigode) havia claramente se baseado no livro da mestra Agatha Cristie “Morte sobre o Nilo”. Na campanha nós seguimos pelo Nilo em duas embarcações e no caminho íamos explorando antigas tumbas. O jogo era no sistema D&D e os personagens todos eram ladroes, com uma exceção: um clérigo da Lua.

O jogo durou um ano e neste meio enfrentamos hordas de homens-hienas, crocodilos gigantes (que devorou uma das jogadoras), homens-pássaros, bandidos do deserto, um Troll das Areias, Tri-keens e Múmias, claro.

O meu personagem era um especialista em fugas espetaculares e tinha uma caixa de ferramentas genial. Havia até uma ferramenta mágica para desarmar armadilhas. No fim da campanha fui amaldiçoado por um antigo papiro e fiquei meio transmorfo.

A campanha acabou com o meu personagem (Liriac) andando sozinho pelo deserto, meio louco. Virou tipo um “Mogli” do deserto.

O grupo era formado por 5 jogadores, e só um sobreviveu.
Vou catar as histórias.

Valeus

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CaioRughar
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#4 » 10 Ago 2011, 22:25

Minha primeira campanha (ou segunda, não sei ao certo), foi em Faerun, bem no coração das Terras do Norte. Jogamos nas Grandes Geleiras do Norte. O Mestre na época tinha livros de FR raros demais no Brasil. A campanha se baseou no livro “The Great Glacier” escrito por Rick Swan que depois foi um dos maiores desenvolvedores do IceWind Dale para PC (como consultor).

A Terra dos Ilutiuns pode ser atravessada de trenó! E foi assim que minha vida de jogador em Faerun começou. Nós jogamos a aventura oficial introdutória existente no livro: “Snow Baby”. Meu personagem era um ranger, rastreador das neves. O inimigo natural dele era nada mais, nada menos que os Gigantes das Neves.
Nosso mestre nos colocava em um quarto para jogar com o ar condicionado ligado no máximo. A idéia dele era nos levar para uma atmosfera glacial. E vou dizer galera, deu certo demais.

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Nossa missão era ir até as Montanhas Galenas buscar uma fortuna em moedas e jóias. Estas montanhas estão em uma das áreas mais remotas e difíceis das Geleiras. Os ventos e a temperatura congelam aventureiros feito água. Subir pela via estreita é meio aquela cena do Senhor dos Anéis sacam? Só a subida mata alguém.
O que aconteceu é que eu lá, em minha primeira aventura no D&D Forgotten, enfrentei com meus amigos que eram 6, uns Anões do Artico e depois uma Thirichik, uma serpente-centopéia apresentada no cenário. A gravura dela era uma daquelas clássicas-trash do AD&D. Lutamos pela vida de alguns de nossos Kupuks (um tipo de cão esquimó comum nas geleiras) que nós chamávamos de “Hoppy” porque parecia pacas com o felino de estimação dos Rubbles (Os Flinstones).
Após lutarmos com estas criaturas e perdermos um amigo que caiu do alto da montanha, acabamos voltando a uma vila local chamada Eghagu onde moravam uns 200 “Esquimós” locais, chamados no cenário de Iulutiun e Angulutiun.

Terminamos a aventura remando nos tradicionais barcos a remo de pele de foca. Pena ter acabado antes de descermos pelo sul. Até hoje eu usao a excelente tabela de variações de temperatura em relação a presença de vento que o livro trazia.

Até mais

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ronassic
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#5 » 19 Jan 2012, 17:59

Raise Dead!

Hoje, finalmente meu personagem principal na campanha de 16 anos do Capitão Allef vai retornar de vez. Natanael Nabor, meu halfling pés-peludos. Que maneiro! :frenzied:

Fiquei dois anos jogando com personagens estepes... Até que uma situação propícia para o retorno dele fosse possível. Acho que joguei com dois personagens diferentes, um era instrutor do personagem do Omiaranho, seu nome é uma homenagem ao desertrider (acho que ele nem sabe disso): Zaeg Tuareg

Tuareg é o mesmo que Guerreiro do Deserto, logo uma homenagem ao DesertRider... :victory:

Tem até um filme com esse nome:

Tuareg O Guerreiro do Deserto

Depois fiz um outro personagem, que é um bardo que estou jogando até agora, se chama Eldeluc, que estudou na Univercidade junto com o personagem do Psion (meu primo), que se chama Y Del`lacron (aquele que ficou preso na espada) que também é um bardo, Eldeluc era um seguidor de Tymora, até conhecer Rhogan, o personagem do omiaranho, e agora está abraçando a mesmo religião que seu amigo, um tal de Vataqatal.

Mas meu personagem predileto é e sempre será meu halflinho, ele eu sempre gostei de interpretar, o mais legal é que após a fuga das minas de sal, ele já teria mudado bastante, mas se passaram dois anos desde que ele fugiu, e vagou sozinho por várias partes, até agora se reencontrar com o grupo, ou seja, estará muito mudado, e irei interpretar isso, estará mais consciente, mas centrado, mudou até de alinhamento de Caótico e Neutro, passou para apenas Neutro.

Nossa, o tempo passa, já estamos no 16º ano da campanha, com mais de 1900 horas de aventura. Dava pra tirar brevê de piloto fácil com todas essas horas se fosse de vôos... Não deixam de ser né, só que é uma viagem bem diferente.

Inclusive, pensei aqui comigo, seria ótimo se o meu amigo Allef passasse o conteúdo desse blog para o nosso site:

http://www.alqadim.blogger.com.br/index.html
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FoxMountain
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#6 » 20 Jan 2012, 00:45

PUTZ CARA, na boa? Você é um afortunado.
Uma campanha de D&D jogada em um cenário supermágico e com o allef mestrando. Cara, isso até parece montagem.
E com um personagem com histórico de verdade sem forçação, jogado?
Jogue as mãos para os céus e olha, meus respeitos.
Rapaz, maneirissimo o blog e os passo a passo mas pô, tá atrasadaço.

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DragonSun
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#7 » 20 Jan 2012, 15:57

Eu precisava ver para crer...
Já falei isso pro Allef algumas vezes...
hehehehehehehe

^_^

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Digimundo
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#8 » 20 Jan 2012, 19:57

Incrível realmente haver um jogo com esta longenvidade. é algo impressionante demais e acho, sem parâmetros no Brasil, ou esotu errado?
Mas entendo agora o porque da Spell estar na frente deste cenário a mais de 15 anos certo? Ela nasceu junto com a aventura?
Acho que manter não só uma campoanha deste nível algo épico como manter o personagem algo mais épico ainda.
Espero vê-los de perto na RPGCON deste ano e conversar sobre isto com vocês afim de apredner como chegar a isto.

Minha primeiras campanhas foram em Vampiro em uma crônica da Camarilla.
Gangrel sem limites durei demais até. Depois disto veio DD e Exalted. Mas aqueles dias de filho da noite são inesquecíveis.

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ronassic
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#9 » 21 Jan 2012, 15:00

Então, esse está sendo o feriado mais rpgístico que tive nos últimos tempos, passei as madrugadas de quinta pra sexta jogando uma aventura junto com amigos que fiz recentemente, e estamos na segunda sessão, mas notei algumas diferenças entre a nossa galera e a deles, eles adoram discutir regras, e o jogo pára o tempo todo por causa disso. Mas há muito mais encontros e mais situações na qual precise desvendar algo.

E de ontem para hoje, joguei novamente com meu halflinho, que agora se chama Kavir, que significa Sal, ou Salgado, pois meu halfling trabalhou por alguns meses na mina de sal, e seu sobrenome ele colocou em homenagem a alguém que ele admira muito, e foi o mais perto de pai que ele já teve, então ele se chama agora Kavir Ibni Rubannallef. Ibni significa "filho de", e Rubanna quer dizer Capitão, logo traduzindo literalmente seria: Salgado Filho de Capitão Allef.

Eu criei esse nome, pois há contexto, e achei que ficou interessante, mas o propósito disso, é porque agora meu halfling é um fugitivo, ele fugiu das minas de sal, onde ele deveria permanecer em prisão perpétua, tadinho...

Ele ainda não perdeu os velhos costumes, ontem ele usou novamente suas habilidades furtivas, e fez um ganho. Deu muita sorte, afinal... A Sorte Favorece os Corajosos!

Fox, eu sinto isso quando vou jogar, que é realmente muito bom estar ali, deixo até celular desligado, para ninguém atrapalhar. Realmente o blog tá super-desatualizado, já falei pra ele atualizar aquela porcaria, ou então postar tudo aqui. Já tem muita coisa digitada, mas acho que ele não fará isso, está escrevendo sim, mas com outro intuito... E vocês não tem ideia do quão interessante é, demos a ideia e sempre o apoiamos nisso, e sei que ele está movendo seus pauzinhos para conseguir o que quer, mas ainda falta muito tempo para que ele complete o que quer, não posso adiantar nada, pois não sei nada concreto.

Só para ter uma ideia, apesar de todos esses anos jogando, meu personagem nunca se deu realmente muito bem, e quando isso aconteceu, roubaram ele de volta (ladrão que rouba ladrão...).
Sei que isso será compensado quando ele finalmente conseguir encontrar o tesouro que tanto busca, que é o objetivo da campanha. Encontrar um templo perdido em Zakhara com tesouros inimagináveis.

Ontem fizemos uma passagem de tempo de quase 4 meses, e nessa viagem, passei por cerca de três Fortes, e um Oásis, eu já estava morrendo de sono quando algo estranho aconteceu, uma pequena caravana passou por nós em sentido contrário, mas ela não parecia estar seguindo para o próximo oásis, e sim para um dos Fortes abandonados que sei que existe na região, e no meio da noite fui acordado pela frase negritada acima, ou seja, acredito que seja Tymora me oferecendo seu sorriso afortunado... O mestre fez uma rolagem misteriosa, que deu 00, isso significa algo, mas não necessariamente devo seguí-los, já tenho meu camelo, já tenho equipamentos e rações de viagem que me permitiriam me desviar da minha caravana, mas será que realmente devo? Acho que devo confiar em meus instintos...


Dragon... Hehe, realmente... :)


Olá Digimundo, tudo bem?

Doidera mesmo, são muitas horas, são muitas estórias, algumas lendárias, como a viagem no tempo que Daniel Nabor e Rafael Nabor fizeram, como a viagem ao inferno que Rogham fez recentemente, outras nem tanto, mas interessantes, como a vez que meu personagem halflinho que não sabia nadar foi salvo ao cair no mar por um elfo aquático no porto de Portão Ocidental (foi lá se não me engano).

Acredito que não há campanha tão antiga e que esteja sendo jogada até agora não, se há os caras não postam nada na internet, como a galera do site "Os Últimos Dias de Glória", penso inclusive em fazer um site só para a campanha, penso até em fazer em formato Wiki para me ajudar, mesmo que o Allef não queira alimentar, se eu fizer pra mim, já vai me ajudar muito... Sempre pergunto ao Zambuda (meu primeiro mestre), se ele tem notícias dos caras que ensinaram ele a jogar, pois sei que eles jogaram por muitos e muitos anos, bem antes da gente começar, jogaram até com filhos dos filhos dos personagens iniciais deles.
A Spell como site, é mais nova que a campanha (que completará 16 anos em breve), mas a comunidade já existia como lista de discussão bem antes.

E concordo contigo, épico não é chegar no 21o nível, e sim manter uma campanha fluindo apesar dos pesares, mas sem atrapalhar a vida de ninguém, de forma sadia. Por isso conseguimos, não há brigas, nem discussões terríveis. Como a que presenciei semana passada em outro grupo... Faltou só um dar na cara do outro, mas beleza, pelo que soube eles são assim e funciona para eles.

Estaremos sim na RPGCON, nos procure sem falta, será um prazer conversar e conhecê-lo pessoalmente. Que bacana, eu joguei vampiro, mas muito pouco, gostaria de poder jogar novamente, mas não consegui um grupo ainda.

Grande Abraço! E Hoje tem mais! Tymora que nos abençoe!

WOW! Até que o Firefox não é nada mal... Dei uma esbarrada aqui e meu computador desligou, sendo que já tinha escrito o texto acima quase todo, e quando entro novamente e abro o navegador, eis que ele abre tudo do jeito que eu deixei, legal.
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MumiaAnciã
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#10 » 21 Jan 2012, 20:43

Rona sua história RPGística é uma das mais incríveis cara do meio. E ativo pacas.
Olha, é ums aço parar para discutir regras. Na boa, não rola. Estamos na segunda sessão de Ohmtar e nenhuma regra da quarta edição é contestada pelos jogadores ao longo do jogo. O que fazemos é após a sessão conversarmos sobre algumas passagens. O que acontece é que o mestre deve exigir este respeito e mais do que isso abusar do bom senso. Qd isso rola os jogadores passam a entender.
E peraí. Quer dizer que o Capitão Allef é um personagem de mesa? Caracoles..
HUmm.. você dá boas pistas.. será que vêm outro cenário por aí?
EII!!! Trata-se da rolagem que está no Face do Allef? Que maneiro!!!!
Olha, um dia eu chego neste nível.

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Trogo
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#11 » 21 Jan 2012, 21:02

Como eu já afirmei na minha apresentação eu só acredito que esta campanha existe porque conheço o Allef e vi o início de tudo na casa da Nicole. E até hoje me impressiono demais com as fotos que são postadas no Face e com esta narrativa. O Capitão me explicou o nível de detalhe da narrativa e o porque de ser tão difícil colocar as passagens em um diário. Lendo o link do que já há escrito dá para entender.

Eu tenho uma boa lembrança de minha primeira campanha que também por influência de minha namorada na época foi em Dragonlance, Fiz um Kender louco por juntar informações. Bons dois ou três anos se passaram lá e eu ainda me recordo com carinho das aventuras. Bom demais.

Valeu a pena começar assim.

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ronassic
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#12 » 22 Jan 2012, 04:42

Hello Mummy! Sim, chatão mesmo, reclamei com eles, e prometeram maneirar, vamos ver...

Bacana que estejam jogando Ohmtar cara, legal mesmo! Lá nessa galera que conheci, eles não jogam em nenhuma ambientação, vou apresentar a eles Ohmtar e ver o que eles acham... Só que seria D&D 3.5, e talvez teríamos que adaptar alguma coisa se for o caso.

Bom senso é tudo mesmo, e nem todos tem. Ontem jogando levei umas puxadas de orelha de leve do mestre, pois meu personagem precisa refletir a mudança que ele passou após ter ficado preso e ralando por 2 meses numa situação de insalubridade, ficando inclusive a beira da morte.

Sim, o Capitão Allef existe no jogo, e ele está mais adiantado que todos os personagens, abandonamos o navio e fomos perseguir o tesouro por conta própria, mas antes tivéssemos ficado ao lado dele e de sua tripulação. Meu maior medo é chegarmos lá e encontrarmos nada além de salões vazios, e talvez uma ou outra moeda que tenha ficado para trás... Nossa, sei que ainda falta muito pela frente, mas estamos tão perto, talvez meu halfling já tenha passado por perto do lugar onde se encontra esse maldito templo perdido e ele não sabe... Tudo porque outro NPC, um halfling chamado Fousky (não sei se escrevi certo), decorou o mapa ao invés de ter feito uma cópia e compartilhado conosco. Acho que ele teme ser passado pra trás como fizemos com o Capitão Allef...

Hum, não é cenário não, é melhor que isso... Mas agora já dei pista demais.

Aquela rolagem vai determinar o destino do meu personagem, tenho certeza de que Natan... Ops, tenho certeza de que Kavir Ibni Rubannallef foi acordado pela própria Deusa da Sorte, e ela não diria a toa que a Sorte Favorece os corajosos se ela não estivesse abençoando, pois tive um insight logo em seguida, ao perceber que os viajantes estavam sim indo para o Forte abandonado, e lá pode ser que hajam tesouros, prontinhos para serem descobertos por mãos habilidosas como a dele.

Trogo, vi que não tem avatar ainda, e acredito que é porque estava desativado o envio de imagem, mas já ativei, se quiser colocar um, fique à vontade, do contrário, sem problema.

Legal que conversam sobre o jogo, e pode ter uma noção de quão é legal, as vezes pra mim é difícil explicar, pois participo e falar bem é fácil, a minha única reclamação que eu tinha era a periodicidade, que aumentou bastante, felizmente.

Bacana, adoro Dragonlance também, e adoro os Kenders, eles são fenomenais!

Nessa madrugada não deu pra ter jogo, mas se tudo der certo terá hoje de tarde, vou descansar para poder estar atento a tudo quando a sessão começar!
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CaioRughar
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#13 » 22 Jan 2012, 15:23

Ronassic esta sua linha de interpretação é muito legal e eu a acho a correta.
Uma mudança de um personagem tão denso destes é mais que uma obrigação vide a impressionante passagem de tempo que vocês relatam.

Em uma das antologias de Forgotten, uma coletânea de 12 contos de guerras, o “Realms of War”, que aliás está ligada diretamente a outra trilogia lançada pelo mesmo período, "Twilight War", série muito conhecida e respeitada de Paul S. Kemp, há um crescimento destes.

Imagem

Um dos personagens aparece cru no primeiro conto, no início das guerras e ressurge no último, totalmente transformado. O período de viagens e batalhas que atravessou moldou um novo caráter.

Essa sua chance na verdade é quase que única. Onde veríamos uma campanha de 15 anos onde um personagem pode ser resgatado após anos de jogabilidade? Não conheço tal oportunidade.

Eu tento entender as vezes a narrativa que você apresenta mas novamente lhe aviso que parece confuso sabe? Talvez seria melhor se você apresentasse no Diários de Campanha a sua campanha na visão de seu personagem.

Até mais,

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ronassic
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#14 » 22 Jan 2012, 18:40

Olá Caio, conheço essa estória do Paul S. Kemp, mas ainda não tive o prazer de ler, quem sabe um dia.

Boa ideia, acho que vou tentar contar a estória pelos olhos dele... Parece interessante.
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Re: Primeiras Campanhas

Mensagem#15 » 22 Jan 2012, 18:43

Ae depois daquele papo lá do poquinho narrado no blog paradão, você precisa mesmo colocarestes exemplos à tona. O Universo dos rpgistas precisam saber que hã este tipo de comprometimento sabe? De campanha. Mas cara vê se faz mesmo porque você não levou para frente aquele papo do jogador mudo.

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