A Batalha de Mìr - Capítulo VII [por Elara e Dahak]

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A Batalha de Mìr - Capítulo VII [por Elara e Dahak]

Mensagem#16 » 03 Out 2007, 23:30

ahuoiahhouiahahohauahuoahua

Quem sabe a Elara não faz deste o motivo da guerra?
:P


Abraço!


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A Batalha de Mìr - Capítulo VII [por Elara e Dahak]

Mensagem#17 » 04 Out 2007, 13:01

Mwhahahahahah... dominar o mundo!! Sim, sim...
Meu exército de ents já está pronto. E como está a revoada de dragões, Nasti?

Luis, muito boa a sua ambientação. Pena que você não passou no willpower, adoraria ver o mapa. Quem sabe, se você trabalhar bastante nele, pode produzi-lo através de um "craft map" DC 12. ^^ Veja que a dificuldade é pouca, porque aceitamos qualquer esboço!! ^^ Por outro lado, conhecendo o memorável talento do meu colega, sei que seria só um pretexto para rolar o dado. Bem sei que os bônus que tu tens na perícia seriam o suficiente para obter sucesso no check de craft map DC 12... hauhauhauahauh

Acho que concordo com o Luis, nesse assunto dos reinos. Está certo, ter terras férteis é um motivo para ser invadido. Mas, por outro lado, a frase "pode até tomar minhas terras, mas não conquistarás minhas tecnologias na capacidade produtiva", diz tudo. Imagine a cena: O jogo é age of empires (acredito que todo mundo já tenha jogado, um dia). Zaria controla uma região de planícies, e tem todas as tecnologias que aumentam a produtividade de uma fazenda (colar equestre, arado pesado, irrigação, rotação de culturas, etc). Durante todo esse tempo, os aliados de Zaria gastaram seu tempo desenvolvendo tecnologias de qualquer outra árvore tecnológica que não seja a "produtividade das fazendas". Você lançaria seu exército sobre Zaria, sabendo que eles sempre comercializaram os alimentos produzidos lá, e sabendo que seu povo não tem muito domínio de agricultura, da maneira como os Zarianenses (Ou Zarianos) são capazes?

Ok, ok. Não foi lá o melhor exemplo do mundo. Mas pelo menos, gerou um momento nostalgia em mim, lembrar do age of empires... huahauhauhauahauhauhahua

Agora, deixando um lado chaotic evil transparecer... "e precisa ter motivo para a guerra?" Tipo assim, se eu fosse o rei de Aka, meu povo guerrearia simplesmente pelo prazer de trazer a destruição a todos os humanos inferiores que habitam o mesmo plano existencial que nós, Akaenses (Ou Akaianos? =P).

Sabe de quê, já pirei demais por aqui. Acho que vou parar de falar abobrinha...

Luis, ótima continuação. Elara, estamos contigo, agora! Abraços a todos!
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Dahak
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Mensagem#18 » 04 Out 2007, 14:14

Wagner, você é o máximo, hauahauahauahauahaua
Primeiro, é uma honra tê-lo aqui duas vezes em menos de 24 horas.
Sinto-me um padawan trifeliz com sua visita XD

Obrigado pelos elogios e por ter entendido minhas idéias, KKKKKKKKKKKKK
Seu exemplo de AoE foi soberbo, fez-me rir um monte, lol.

Agora esses testes, :cool: , maldito dia que usei meus dados viciados pra passar naqueles de blefar e atuar, agora você acredita MESMO que eu sou grandes coisas, hauahauahaua. Amigo, eu sou pouca coisa, pouca b*sta mesmo :P

Abração amigo.

P.S: ...keep on tryin!Sou muito brasileiro¬¬

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Mensagem#19 » 04 Out 2007, 14:47

Olá!

Foi um pouco diferente do que eu esperava. O interessante foi como a geografia se `desenvolveu` ao decorrer do conto. De um jeito mais leve, nada muito pesado, que cansasse o leitor. Interessante o fato da lenda tambem, acrescentou um certo tempero, e um `que` de duvida, porque acho que simplemente ela não pode passar batido.

Mas estou de acordo com a Lady "Nos tambem não podemos esperar" e que venha a guerra!

Meus parabens!
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Mensagem#20 » 04 Out 2007, 15:31

Moça, vou ver se contribuo com os chocolates :P

Ermelão, que alegria vê-lo por aqui também.
Obrigado por comparecer e pelos elogios. Fico feliz que não ficou tão chata a geografia e história da região:P
Olha...muito do que eu coloquei aí nessa parte foi com a intenção de talvez usar mais pra frente. Não gosto de dar (muito) ponto sem nó :diabanjo:
E a Elara e eu precisávamos desse chão pra pisar, hauahauahaua

Aliás, adoro escrever com ela por isso, a gente se encaixa bem sabe, de forma que me sinto capaz de escrever qualquer coisa.

Abraço!


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Mensagem#21 » 04 Out 2007, 20:00

Feliz o padawan pode ficar, quando da presença de um velho ent desfrutar. Cuidado o padawan, no entanto, deverá tomar, para o lado negro da força evitar, pois extravagâncias para lá há de levar...
(Meu... que verdadeiro desastre essa interpretação de Ioda... huahauhauahauahuaha)

Olha... eu diria que, com o meu sentir motivação afiado como é, blefar e atuação não me ludibriariam. Portanto, sei que é tudo a mais pura verdade... huahauhauahuahahu

Que bom que curtiram o exemplo do AoE... me diverti muito escrevendo ele... ^^ tava me matando de rir, à tarde.

Nasti, vou providenciar sets de armadura róseas para nossos orcs. Afinal de contas, que exército não temerá diante de um bando de orcs vestidos de armaduras rosas?
(Acho que se eu visse isso, numa mesa de jogo, provavelmente eu pensaria duas vezes antes de combater esses orcs. ^^)

Qual é o nível de desafio que você pretende dar à torta? Porque, tratando-se de uma torta colossal, o ND deve subir apropriadamente. Caso o chocolate não seja suficiente, acho que meu amigo ente cacaueiro pode dar uma mãozinha... ^^

Não sei quanto a você, Nasti, mas eu estou ansioso para ver a continuação... se a Elara demorar muito para continuar o conto, o que acha de liberarmos parte de nossa turba de orcs em armaduras róseas, para causar um caos?
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Mensagem#22 » 04 Out 2007, 21:36

Vai ter uma guerrinha a parte do conto entre a Lady e o Ent?
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Mensagem#23 » 05 Out 2007, 00:06

Sério... imagine-se numa mesa de RP. Você vê um bando de orcs em armadura rosa. Você não ia ficar muito intrigada, talvez até receosa de atacá-los?
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Mensagem#24 » 05 Out 2007, 12:10

E ainda assim, na pior das hipóteses, iria para o campo de batalha menosprezando seu oponente... huahuahauhauhah

Isto, por si só, seria vantagem (não para os orcs, que estariam prestes a serem aniquilados), mas para nós, dragões e ents, que pegaríamos o oponente com a guarda baixa... huahauhauahauhauha
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Mensagem#25 » 05 Out 2007, 12:21

HAIuoaHohUOIaHIuoaHIO
Wagner, aguarde, ainda não desisti desse bendito mapa, tá longe ainda de :desisto:

E sabe que eu acho que você e a Nasti fariam um ótimo conto em conjunto? :victory:

Abração.


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Mensagem#26 » 05 Out 2007, 12:59

Indireta?
EU?!
Onde?
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Boas novas. Talvez a parte da Elara saia muito antes do esperado \o/


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Mensagem#27 » 05 Out 2007, 13:53

Nham, nham!

Como a parte do Dahak foi ultra-mega-extra-power-fenomenal (adorei mesmo), eu fiquei com níveis de inspiração elevadíssimos e resolvi escrever ontem mesmo a minha parte. Bem, é claro que os estalos dos chicotes do ent me deram uma motivação a mais. :bwaha: O conto que a Olga mandou também ajudou^^.

Agradeço a todos que estão acompanhando, pelas críticas e sugestões. Espero que essa continuação esteja em um nível tão bom quanto a do Dahak. Estou adorando escrever mais uma vez com ele.

Ent, pode colocar o ND que quiser na torta de chocolate que eu detono!

Bom, vamos deixar de conversa e ir ao que interessa! (com direito a rimas)

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A Batalha de Mìr
Capítulo III - Ódio
por Elara e Dahak


Aka trajava uma longa capa prateada, que escondia suas outras vestes, bem como suas formas corporais, deixando à mostra apenas o pescoço, o rosto e os cabelos. Sua pele, extremamente pálida, aos poucos toma aspecto corado, à medida que prossegue na leitura da carta trazida pelo mensageiro à sua frente. Na extensão do corredor que antecede aquela ampla sala, guardas mantêm-se imóveis, com suas lanças empunhadas.

Os cabelos negros de Aka cobrem apenas um lado de sua cabeça, deixando o outro transparecer uma tatuagem que sobe do pescoço, pela qual a rainha ganhou a alcunha de Serpente Noturna. Ela termina sua leitura, levantando a cabeça em direção à luz que vem de uma das janelas, o que reflete a ira estampada nos olhos avermelhados. Em um movimento rápido, ela puxa a espada de dentro da capa, que, afiadíssima, sibila cortando os ares e, em seguida, a garganta do mensageiro.

Ela ajoelhou-se e observou o jovem debater-se em meio à crescente poça do líquido rubro. Sorriu. Os guardas permaneciam impassíveis, no corredor, esforçando-se para esconder a curiosidade. Daquela posição, a maioria deles não conseguia enxergar o que estava acontecendo, e aqueles que presenciaram, ainda que longinquamente o fato, deixavam gotejar algum suor, dada a tensão. O espesso fluido carmesim cintilava diante do sol que adentrava o cômodo, enquanto Aka observava a lâmina da espada, empunhada de ponta cabeça a seu lado.

— Vocês! O que estão esperando? Acham que ficarei a manhã inteira vendo esse sangue sujar o cômodo? Chamem as criadas para dar um jeito nisso, agora! Enviem a cabeça desse infeliz como resposta àquele infame! – esbravejou para os guardas.

A rainha pensava em seu âmago, na estratégia de Manfred em apelar para as alianças. Talvez o Rei de Zaría quisesse demonstrar certo poder, como habilidoso líder diplomático, mas o povo de Eleadna é composto por guerreiros, cujo sangue não seria capaz de negociar a paz. Era preciso empunhar as armas, mais uma vez. Refletiu em todas as gloriosas conquistas do passado, e na necessidade de expandir o império, conquistado mediante grandiosas e maravilhosas batalhas. Este era o deleite de Aka.

Uma das criadas entrou no cômodo, com um pesado balde em madeira esborrando água. Com um pano encardido, começou a limpeza do sangue, que começava a deixar o odor característico. A água lentamente foi tomando a cor da guerra, mergulhando os pensamentos da rainha de Eleadna em diversos estratagemas para o que estava por vir. Assim, Aka limpou a lâmina da espada com um pouco da água que estava no balde, retirando-se do aposento em direção ao pátio principal do castelo.

Pelo caminho, os criados e outros nobres prestavam reverências à Serpente Noturna, que raramente visitava o pátio à luz do dia. Ela retirou a capa, deixando à mostra sua tez esbranquiçada, vestida em um corpete azul e calças de um fino tecido prateado, destacando a bainha de sua espada. Ali, encontrou quem procurava, o ser inteligente mais temido de Eleadna, o jovem senhor de guerras, treinado pelos melhores guerreiros de toda aquela extensão de terras: Silas, o sanguinário.
O guerreiro dava treinamento a outros seis jovens em meio ao pátio principal, coberto de areia e circundado por suportes para as melhores armas já confeccionadas. Ao mesmo tempo, todos no local depuseram suas armas, ajoelhando-se à frente de Aka, beijando em seguida seus pés em honrada serventia.

— Silas, prepare todos os melhores guerreiros de nossas terras nos próximos dias. Reúna-os nos arredores deste castelo, pois desejo realizar um pronunciamento. Deixe nas cidades apenas o contingente suficiente para que não fiquem desprotegidas. Traga também o Clã das Assassinas. – ordenou com tranqüilidade enquanto observava a mancha de sangue na ponta da capa que segurava em seu braço direito.

Nem sequer uma palavra ouviu-se de Silas. Era subserviente às palavras de sua mãe, a rainha. Ele levantou-se e, em um gesto, levou os jovens para longe de Aka, despedindo-se em uma vênia. A alteza observou a areia salpicada de vermelho do pátio. Relembrou seu treinamento deixando-se esvair por alguns instantes nas sombrias lembranças que desabrochavam em sua mente. Ergueu o rosto banhado em lágrimas. Ainda podia ouvir aquele som...

— Alteza? – uma voz feminina interrompeu o devaneio.
— Que insolência! Como ousa dirigir-me a palavra? – disse ela enquanto enxugava as lágrimas.
— Não é nada, é que eu pensei que... – tentou explicar a jovem.
— Pensou errado, Adnes. Agora, suma daqui.

Aka, em seguida, recolheu-se também. Tinha muitas coisas ainda a preparar, antes de seu pronunciamento, em poucos dias.
This is NOT Sparta!

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Mensagem#28 » 05 Out 2007, 17:00

Elaaaraaaaaa, você não existe, KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Escrever contigo é o que há.
Com as idéias fervilhando aqui na minha cabeça e você me solta uma parte dessas, só pode querer que eu me ponha a escrever novamente, HUaHhoiaHUoiAHHOhAO

Muitas deixas para eu continuar, muitos horizontes abertos.
Gostei muito do trato que deu em Aka, acho que estilo é tudo na posição que ela está. Mulher tem de se impor nesses tempos, seja pela força, seja pela beleza.

Bom, agora é pensar, pensar, pensar e escrever. Um beijo e parabéns, mais um ótimo serviço.



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Mensagem#29 » 05 Out 2007, 19:04

Hoho!
Que otima continuação temos por aqui!
A frieza calculista de Aka me fez logo cair no seu gosto, como ja disse o Dahak, mulher tem de se impor (As vezes, nem sempre :P). Ela se mantem imponente e poderosa graças a otima narrativa que nos proporcionou Elara! Fantastico como, aos poucos, vamos entrando como curiosos dentro do conto, deixando sempre aquele gostinho de quero mais.

Tenho apenas uma duvida, Silas é realmente filho dela? Ta, pode ser uma pergunta boba, mas achei que fosse apenas um jeito mais, formal, eu acho, de chama-la sabe? :p. Enfim, pelo visto, as chibatadas fizeram efeito, que tla aplica-las no Dahak? Tera o mesmo efeito? Hohoh!

Um grande abraço!
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Mensagem#30 » 05 Out 2007, 19:18

HUAIOhAUioaHiahuaiohaUio
João, já causaram efeito sim ;)


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