A Batalha de Mìr - Capítulo VII [por Elara e Dahak]

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Lobo_Branco
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A Batalha de Mìr - Capítulo VII [por Elara e Dahak]

Mensagem#31 » 06 Out 2007, 23:40

Oi oi Elarinhaaa, como estas? Bem, espero eu.

Ótima continuação. Manteve o bom ritmo e aumentou em muito a já existente curiosidade pelo o que está por vim.

Uma boa apresentação de personagens, apesar da rainha não me encher os olhos - ela me foge do conceito de bom lider.rs

Faço coro com a Nasti sobre quais os reais motivos dessa guerra.

Dahak,

Bem, as chibatas dão certo, enton-se;

Lobo pega o chicote das mãos de Nasti, lhe entregando um outro, com cinco pontas e pequenas esferas de aço amarrado a elas.

- Asssim é mais efetivo. - diz, enquanto começa a batucar num pequeno tambor, ritimando as chibatadas.

p.s.: A rainha tem algum trauma com o serviço dos correios né? Num fik um pobre coitado de mensageiro para contar historia.
"— Nós também éramos crianças, e se eles nos deixaram órfãos, os deixamos sem filhos."(

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A Batalha de Mìr - Capítulo VII [por Elara e Dahak]

Mensagem#32 » 08 Out 2007, 00:04

Luis, Luis... você está empenhado. A Elara arrebentou nessa continuação...

A única coisa que, se é que pode ser dito assim, em incomodou, é que eu adoraria se qualquer uma das duas oportunidades, como o momento em que Aka está se lembrando das guerras, ou no momento no pátio de treino, ela tivesse tido um breve momento de flashback. Acho que seria o culminar de um acesso de grandeza, como ela tivera.

Mas de modo algum, estou reclamando. Só vi qualidades nesta parte do conto. Elara, está de parabéns. Pobre Luis, terá uma tarefa árdua pela frente, manter o nível de qualidade... ^^

A propósito, mandei um mensageiro buscar um velho amigo meu, o lobo mau. (para quem gosta de boas memórias, estou tendo um momento nostalgia aqui, lembrando de quando eu despedaçava contos de fadas...) Ninguém é tão bom assecla para torturas, como o bom lobo mau... Aquele bambino sabe como motivar as pessoas...

Portanto, Luis, meu amigão! Penas à obra!
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- Se os goblins começarem a brigar por espólios enquanto te perseguem, reze.

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Elara
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Mensagem#33 » 09 Out 2007, 21:28

Nasti,

Por que ela precisa dar continuidade à expansão? Continua no próximo capítulo!

Huehuehuheuehuehu

Dahak,

Vc que é o cara^^. Eu que estou tentando ficar à altura...

Ermel,

Sim, Silas é realmente o filho dela. Mais detalhes nos próximos capítulos.

Ah, e por falar nisso, amanhã é seu aniversário, né? parabéns!

Lobo_Branco,

Aguarde o pronunciamento e saberá mais. =)

Ent,

Valeu pala dica. Vou procurar dar um trato nos flashbacks daqui em diante. Mas é que sempre tenho medo de ficar muito grande e perder o fio da meada depois...

Lobo mau? Eu me lembro disso!!! :pidao:

A todos,

Será que o Dahak morreu com as chibatadas?

Chero!
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Mensagem#34 » 11 Out 2007, 12:23

Tem razão, Nasti... pior do que um chicote estralando, é um livro pesando na mala... ainda mais, quando aquele livro acaba por ser carregado mais tempo do que deveria...

Fala, Srta das Sombras!
Pode crer, eu realmente me divertia retalhando os contos de fada. Até pensei em continuar, mas, desde que perdi todos os meus arquivos antigos, nunca mais consegui ler meus contos de fadas de outrora, e não consegui mais me inspirar para continuar a cruzada... Ainda assim, estou certo de que o lobo é o cara... huahauahauhauhahu
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Mensagem#35 » 22 Out 2007, 02:11

Bom, agradeço a todos os que aqui estiveram até agora^^"
Os comentários de vocês são essencias para nos estimular, para nos dar feedback e etc.
Obrigadão mesmo.

Quero pedir desculpas pelo atraso, mas alguns problemas ocorreram.

ent escreveu:Tem razão, Nasti... pior do que um chicote estralando, é um livro pesando na mala... ainda mais, quando aquele livro acaba por ser carregado mais tempo do que deveria...


E tem super a ver com isso que o Ent falou sobre mala e etc. Tá complicado.
Enfim, pelos meus cálculos, amanhã será postado (segunda, hauahauahau).

Wagner, empenharei-me em não decepcionar e usarei as chibatadas de estímulo!
AHioaHiuAhioahUioao

Lalinha, preciso falar contigo. Mandei-te até um e-mail ^^"
A propósito, você me deu tantos pontos de continuação com essa sua história que fiquei extasiado de tantas idéias. Difícil foi me decidir por uma¬¬
HUhuhuhuhuh

Mai, fico muito contente em vê-la por aqui.
Ainda mais que a senhorita anda muito sumida :evil:
hehehehe
beijão!

Ermel, aguarde mais de Aka em breve ^^"

Lobo, em verdade, a Elara e eu que gostamos de fazer vítimas com um mesmo perfil, huoiahiuoaho
:twisted:
Chegou a conhecer "A Preciosa"?
Lá tem muito disso:P

Nasti, você deveria abrir um escolinha de estímulo a escrever \o/
Meu filho será um aluno de certeza!



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Mensagem#36 » 22 Out 2007, 03:12

Por que o SE?

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Mensagem#37 » 22 Out 2007, 17:01

Crianças de hj em dia estão um perigo!!!! Parecem coisa dos "inferno"... :evil:

rsrs
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Mensagem#38 » 24 Out 2007, 02:52

Desculpem o atraso.



A Batalha de Mìr – Capítulo IV
Antagonismo
Por Elara e Dahak




Enquanto se despia para tomar seu banho, Aka olhou-se no espelho e, como de costume, seus olhos logo se prenderam àquela cicatriz que lhe custou boa parte de seu seio esquerdo. As lembranças trazidas detinham ódio sim, mas a dor que proporcionavam era muito mais intensa que qualquer outra sentida por algum toque na região.

Ela ainda podia ouvir o barulho do fogo consumindo seu lar, consumindo sua mãe...

As memórias traziam lágrimas que tinham de desviar daquele seio danificado; o sal provocava uma ardência que a trazia de volta a realidade, de volta a seu estado agressivo e amargo.

Com a testa franzida, dirigiu-se para sua banheira de leite, retirou o esguio punhal que segurava seus cabelos e começou seu banho.

Adnes, ainda nas proximidades dos aposentos, verificou as janelas, portas, estátuas e toda a segurança.

Quem melhor que um ladrão para conhecer as falhas de segurança de um local? Era assim que a alteza pensava, motivo o qual a levou a contratar uma ladra perita, ágil e extremamente furtiva – Adnes.

Após conferir cada via de acesso do palácio, deu seu parecer positivo e desceu até o porão. Lá se encontrava um seleto grupo de assassinos, todos segurando um pergaminho com o símbolo real de Zaría.

– Interceptaram a todos?

A resposta veio em coro:

– Sim senhora!

Um sorriso fez-se evidente...

Era uma tarde ensolarada quando um dos ministros de Zaría bateu a aldrava dos aposentos de Manfred.

– Fevicz, caro amigo, trouxe-me um parecer dos reinos aliados?

Houve um momento estático.

– O que esse silêncio quer dizer?

O ministro levou os dedos aos olhos, respirou fundo enquanto olhava para o chão e balbuciou:

– Temos problemas...

– Os aliados não cumpriram com nossa aliança?

– Em verdade, não obtivemos respostas. Nada nos foi enviado até agora.

– Os mensageiros podem ter se atrasado...

– Não senhor. Encontramos pertences deles jogados nas estradas próximas. As Rapinas fizeram o reconhecimento prévio. Creio que estejamos sós, pelo menos por enquanto.

Foi a vez de Manfred se calar e assim permanecer por alguns minutos até que pediu que buscasse os mapas da região, além de que ordenasse ao Grupo das Rapinas que fizessem novo reconhecimento para então encontrá-lo na sala de reuniões.

Seu leal amigo prontamente atendeu aos pedidos de e também se dirigiu para o recinto. Ao chegar, deparou-se com seu rei rodeado de papéis, livros e pergaminhos.

– O que está fazendo, amigo?

– Procurando uma saída...

– O que tem em mente?

– Para ser sincero, não sei. Imagino que a aliança também esteja ameaçada por Aka. Ou talvez nossos mensageiros tenham sido assassinados.

– É possível. As amostras que vieram do norte continham brasas e chamuscados nos pertences. As amostras do sul continham sangue.

Manfred colocou-se a pensar e disparou:

– Ela quer nos isolar. Seus planos de conquista devem ser muito maiores do que imaginávamos...

– Temos de cogitar a iminência do ataque e pensar em...

Fevicz hesitou em completar seus pensamentos.

– O que foi, amigo? Por que se calou?

– Meu rei, meu amigo, sinto-me constrangido em dizer, mas creio que seria sábio ponderar maneiras de resistir as investidas de Eleadna.

– Você se refere a guerrear?

– Não. Sabemos das nossas condições e das vantagens alheia.

– Então, o que sugere?

– Que busquemos formas de conter, de barrar a situação.

– Como?

– Não sei. Mas não creio que a diplomacia resolva, nem invocando a aliança... E devo acrescentar que os sinais de brasa vindos do norte sugerem que já houve combate.

Manfred sabia que seu amigo estava certo. Aka parecia determinada em expandir seus domínios e o problema precisava ser encarado tal qual ele é.

– Por favor, reúna quatro homens de bom porte físico e treino-os por três dias. Faça o mesmo com outras quatro mulheres. Além disso, preciso de um caçador e uma caçadora. Preciso enviar mensagens que devem atingir seu destino, impreterivelmente devem atingir seu destino.

– Três dias?

– Sim. Passados esses três dias retorne.

– Compreendo. Voltarei em três dias.

Fevicz deu dois passos para trás, cerrou seu punho direito e o ergueu até a altura de seu coração. Manfred fez o mesmo e tomaram caminhos opostos.
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Mensagem#39 » 24 Out 2007, 14:42

Uia^^

Dessa vez você explorou bem os diálogos, né? E eu que pensava que seu forte eram as descrições. =P

Muito bom, você pensou em Adnes como eu jamais pensaria!

Concordo com a Nasti sobre a marcação.

^^

Minha parte vem aí. Só não garanto nada esse fim de semana porque tou atolada resolvendo as coisas do casamento.

Chero!
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A Batalha de Mìr - Capítulo VII [por Elara e Dahak]

Mensagem#40 » 29 Out 2007, 14:16

Caros amigos,

Esse eu caprichei. Espero que gostem.^^

A todos que tem acompanhado, muito obrigada. O apoio de vocês, seus comentários e críticas são imprescindíveis. A quem não está acompanhando ainda, a leitura será proveitosa, eu garanto!

Chero! :victory:

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A Batalha de Mìr
Capítulo V – Costumes
Por Elara e Dahak


Os Povos da Aliança convencionaram, há dez gerações humanas, um calendário para todos os reinos aliados do Sul, de acordo com o qual uma porção de 223 dias era equivalente a um ano completo.

Dez reinos formavam atualmente A Aliança, todos do sul, desde as proximidades desérticas com as terras conquistadas de Eleadna, até os longínquos mares d’A Enguia. Cada um desses reinos possui raças predominantes diferentes, e costumes variados também. No topo da organização desses reinos está Zaría, o pólo tecnológico e científico. Quando da formalização de A Aliança, ficou convencionado que cada ano seria tido como o ano da principal divindade de cada reino, em regime de revezamento. Assim, todos os deuses seriam reverenciados por todos os povos, em respeito À Aliança.

Eram dez as Deidades principais, segundo o número de reinos, a saber: O Druida, A Rapina, A Enguia, O Dragão, A Ninfa, A Estrela, O Sol, A Lua, O Boi e O Verme. Segundo o que fora ainda formalizado na convenção d’A Aliança, cada reino disporia, no ano daquela Deidade, de cada dez nascimentos, um para o reino de origem da Deidade ou para a dedicação da vida sacerdotal daquela entidade religiosa. Isto é, como Zaría reverencia o Sol, no ano do Sol, sem contar com o reino de origem da divindade, de cada dez nascimentos de cada reino, um será enviado a Zaría, sendo adotado pelas famílias de Amas, ou ainda, servirá em seu próprio reino, nos Templos do Sol. O mesmo acontece para todos os demais reinos d’A Aliança.

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Era o ano do Verme. O ciclo se completava mais uma vez. Naquele ano, as planícies desérticas do reino de Damna receberiam novos eleitos de todos os reinos para suas terras. Além disso, todos os reinos d’A Aliança estavam em reverência ao Verme, o Ser que trazia mais fertilidade às colheitas. No ano do Verme, todas as colheitas, em todos os reinos pareciam melhores, graças aos ritos e oferendas realizados diariamente.

Damna era um reino de sentinelas. O mensageiro que recentemente passou por aquelas terras em direção aos domínios de Eleadna foi observado pelas sentinelas, que prenunciavam o início do conflito. A confirmação veio com o mensageiro de Eleadna passando por aquelas desérticas terras com a cabeça do mensageiro de Zaría.

As sentinelas, como eram conhecidos os habitantes de Damna, eram povos que viviam em tendas, no meio do deserto. A sede do reino fica em um oásis um pouco afastado, nas terras do Oeste. Lá se encontram, além do Rei Eh-Rif, as famílias das Amas, que recebem os eleitos e os preparam para a vida nos desertos de Damna. Ali fora preparado Sharonte, o capitão mor dos exércitos daquele reino. Sharonte era hábil na arte de conduzir o Verme gigante, uma criatura imensa, a principal arma militar de Damna. Além disso, o Verme produzia um poderoso adubo que era comercializado com todos os reinos d’A Aliança. Não se sabia ao certo quantas criaturas como aquela existiam no reino de Damna, mas eram tratadas como divindades, e o que fizessem era considerado para o bem dos habitantes de Damna.

Eh-Rif considerava estranho que até aquele momento não tivesse recebido nenhum tipo de comunicação por parte de Zaría a respeito de um possível conflito. Mesmo assim, deixou as sentinelas de todo o reino de sobreaviso para qualquer ameaça. Sharonte avisou a todos os habitantes com rapidez, já que o Verme também era um transporte veloz em épocas de guerras.

E nesta peregrinação pelas areias desérticas, Sharonte observou, uma noite, um grandioso exército, no comando de um bárbaro, em direção às terras de Eleadna. Ora, Sharonte não fora visto porque sempre acampava em cavernas que se formavam dentre as dunas. O Verme jazia longe dali, em descanso nos túneis que fazia dentro das areias.
— Preciso avisar a Eh-Rif e ao povo de Zaría. – pensou.

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Chegara o dia do pronunciamento. Aka levantou-se e vestiu uma túnica negra de ricos ornamentos prateados, produzida por um dos povos escravizados da terra do Norte. Colocou sobre a túnica uma cota de malha, banhou o rosto e dirigiu-se às varandas do castelo, logo abaixo das quais um exército vindo dos mais distantes reinos setentrionais se encontrava aguardando.

Dali Aka tinha visão privilegiada. A arquitetura do local possibilitava a propagação da voz com facilidade, dessa forma a rainha poderia falar sem muitos problemas. O local tinha sido projetado pelos poucos engenheiros competentes dos reinos do Norte.

— Povo de Eleadna e exércitos das terras do Norte, eis que Vossa Majestade e Santidade, Aka, a Serpente Noturna, tem um pronunciamento a fazer. – anunciou Adnes.
Após ter sido aclamada pela grande maioria, Aka iniciou seu discurso:

Grandiosos guerreiros de Eleadna, temos conquistado juntos uma unidade entre os reinos das terras do Norte jamais vista em dez gerações d’A Aliança. Temos unido forças para anexar todos os reinos que jaziam independentes em nossas terras setentrionais até este momento, o que conseguimos com grande êxito. Até então, somos quatro reinos, dois maiores e dois menores. Mas ainda temos muito a fazer. Sabemos que Zaría é o pólo tecnológico d’A Aliança, e por isso está no topo de nossas prioridades. Se conquistarmos Zaría, A Aliança estará enfraquecida, e teremos diversas descobertas científicas a favor de nossas conquistas. Recentemente, enviei uma carta solicitando a rendição do povo de Zaría. Sinceramente, considerei que aquele povo fosse mais inteligente, como eles mesmos se proclamam, e fosse aceitar a rendição. Porém, o que recebi foi uma carta do Rei de Zaría, na qual declara ofensivamente que nunca se renderá.
Povo de Eleadna e exércitos das terras do Norte, não podemos deixar que um simples reino do Sul ofenda nosso poder de guerrear. Bebamos o sangue deles, a começar pelos sentinelas de Damna, logo nas fronteiras desse reino!
Sejam iniciados os preparativos para a guerra! Partiremos em poucos dias.


Um grande urro de guerra ecoou até as fronteiras de Damna.
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Mensagem#41 » 30 Out 2007, 03:21

Nomes um pouco confusos que me fazem perder a atenção. Fora isso a emoção continua a mesma!!
Agora vamos ver o resultado de tudo isso - Espero que Aka ganhe - =P
"And the question is
Was I more alive then than I am now?
I happily have to disagree
I laugh more often now
I cry more often now
I am more me!"

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Mensagem#42 » 10 Nov 2007, 15:45

Lala, você é uma caixinha de boas surpresas, sabia?!
Fiquei encantado com os rumos que você deu pro conto ^^"

Tou aqui em franco debate com meus botões sobre como dar continuidade :victory:

Desculpem um pouco meu atraso, mas essas semaninhas tão um inferno pra mim.
Mas ainda nos próximos dias úteis eu posto de certeza.

Mai. Lembro sim. E super acredito.
Aqui tem acontecido a mesma coisa.
Acaba um chato, vem um pior.

See ya!


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Mensagem#43 » 15 Dez 2007, 04:41

Hun...sorry por não avisarmos.
Eu tive uns probleminhas com tempo nas últimas semanas e combinei com a Elara pra darmos uma seguradinha...
Mas dentro em breve eu posto aqui minha parte ^^"


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Mensagem#44 » 04 Jan 2008, 19:08

Nhaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...

Depois de um longo e tenebroso inverno, eis que voltei!

Dahak! Cadê a continuação!!!???

Tou com saudades. De tudo. De todos. E doida para escrever.

Ah, obrigada pelas felicitações a respeito do casamento. Estou muito feliz. Estive sumida por estar organizando e curtindo meu novo estilo de vida. Afinal, agora eu sou a Dona Elara Multiuso^^.

Chero pra todos!
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Mensagem#45 » 16 Jul 2009, 10:36

Ok, conjurando "summons dead topic" XD.

Postei o mapa de Mìr no meu DA, caso alguém queira usar a ambientação para alguma crônica.

http://e-lara.deviantart.com/art/Mir-Map-127321099

Estou trabalhando com o Dahak para que possamos, dentro em, breve, dar continuidade aos trabalhos.

Chero!
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