Tópico do Luminus

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Faerunian
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Mensagem#16 » 17 Ago 2008, 20:01

Muitos deles, no IGC, acreditam que é uma grande falta de respeito você fazer uma coisa destas: estudar por conta e querer bancar a prova.


Bom, pelo menos no ICEx cê não vai encontrar esse problema. Muito pelo contrário; quanto mais autodidata melhor. Então se ainda tiver algo do ICEx pendente, fica aí a dica.

E, se não passar na prova, como fica? Faz o semestre? Reprova? Complicado...


Uai, claro. Se não passar, toma pau. Aí sóóó no próximo semestre. E o pré-requisito para fazer essas provas é nunca ter cursado a matéria.


Boa sorte aí, tu vai precisar hehehe
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Luminus
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Mensagem#17 » 20 Ago 2008, 21:12

Pois é, Faerunian... o problema é: arrisco tudo numa prova, não me aprovo, e daí essa matéria só se repetirá dali a um ano, e não no semestre seguinte (muitas das matérias na Geologia, para não dizer todas, só é ofertada uma vez por ano).

E eu só devo duas matérias no ICEx: Cálculo Numérico (que eu estou fazendo) e um módulo de física de 2 créditos, que é manha.

Engraçado, um professor já me deixou fazer só a prova no semestre que vem, e o argumento que mais pesou nessa decisão foi justamente o fato de eu já ter feito a matéria! O povo que nunca me viu na sala acha ruim, acha que eu estou dispensando a orientação deles... IGC é outro mundo mesmo :P

E!

Luminus
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Mensagem#18 » 29 Ago 2008, 20:47

Tem uma livraria aqui em BH, chamada Leitura Savassi, que vende muita coisa pelos olhos da cara. Vez ou outra, contudo, eles dão uma dentro e fazem uma promoção bacana. Pois pois, estão vendendo 2 livros da Ediouro por 3,90 cada. O primeiro é um conjunto de regras para o RPG O Senhor dos Anéis, lançado em 1995. Vem com minis de papel, um mapa colorido, fichas de personagem e manual de regras (opa!, diretrizes), além de uma aventura. O outro módulo é só uma aventura. Por 7,80 eu comprei, e com gosto.

E valeu a pena.

Provavelmente nunca jogarei o sistema, mas adquiri dois livros bons para utilizar como fontes de idéias e referências para as aventuras e narrativas que por vezes desenvolvo. Por exemplo, uma idéia que eu tive foi criar uma aventura de temática medieval, com descrição de encontros, combates, etc mas sem atrelar a um sistema de regras. se você fala "Kobold", pouca gente que jogue com um sistema medieval não entende do que é que se trata. Ainda, há uma certa equivalência entre as dificuldades representadas por determinado desafio, não importando o sistema de regras.

Então... além de dar a dica da Leitura Savassi... gostaria de saber se vocês aí comprariam (ou, ao menos, teriam a curiosidade de baixar e ler) uma aventura escrita sem nenhum bloco de estatísticas, apenas com a descrição do objetivo, dos encontros, das estratégias e etc. Vocês acham que seria viável?

Opiniões acompanhadas de explanações, por favor. E respondam até segunda, porque não terei outra brecha dessas tão cedo, e dia 4 partirei para o meio do mato, onde ficarei por 11 dias.

E!

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Sampaio
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Mensagem#19 » 29 Ago 2008, 20:50

Não sabia dessa da Leitura.
Talvez eu vá lá então.
Spell: não somos bonzinhos, somos sinceros!
http://www.spell.net.br/portal/index ... &Itemid=72

Perguntem qualquer coisa lá:
http://www.formspring.me/Pedrohfsampaio

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Mensagem#20 » 30 Ago 2008, 10:17

Quem tiver interesse em comprar os livros e for de outro estado, manda 12 conto para mim que eu mesmo compro e envio (5 reais deve pagar a carta registrada...).

Mas e a idéia da aventura sem sistema, ninguém quer nem comentar? Vixe...

E!

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Mensagem#21 » 31 Ago 2008, 21:12

argh,

Foi mal, eu pensei que vc falava da aventura em separado que está sendo oferecida promocionalmente por 3,80 pela Leitura Savassi... erro meu...

Bom, um já opinou... falta o restante...

E!

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Mensagem#22 » 18 Set 2008, 09:45

Caiu na minha caixa de e-mails uma discussão atravessada sobre as origens de Crônicas da Sétima Lua... como acredito que Tormenta já deu o que tinha que dar, achei interessante dividir o momento com todos e todas daqui:

http://dareyou.blogger.com.br./

Deleitem-se...

E!

P.S.: Brevemente, fotos do Luminus no trabalho de campo de Altamira!

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Mensagem#23 » 21 Set 2008, 11:09

Como saber quando seu grupo de D&D/AD&D/3,0D&D/3,5D&D está desequilibrado:

http://www.youtube.com/watch?v=5NTAAvJIGrs

http://www.youtube.com/watch?v=3JIcepUNFck

http://www.youtube.com/watch?v=tLN-YAkjPIY

Àqueles que já passaram da "Heroic Tier" no D&D da Hasbro, favor comentar possíveis correlações...

E!

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Mensagem#24 » 24 Set 2008, 22:00

Como prometido, as fotos do trabalho de campo em Altamira-MG, entre os dias 4 e 14 de setembro:

http://www.orkut.com.br/Main#Album.aspx ... 1222275781

Se der errado, me avisem!!

E!

P.S.: Tem outro campo, de 6 a 9 de outubro... aguardem mais fotos!!!

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Mensagem#25 » 28 Set 2008, 19:26

Azelon é um vasto continente, estendendo-se dos trópicos até à região polar de Onírea, abrigando em suas terras e mares numerosos povos e civilizações.

As regiões mais densamente povoadas estão ao norte, onde o clima ameno e as vastas planícies e terras férteis próximas ao litoral permitiram o desenvolvimento e a multiplicação dos humanos. Indo para o sul, as extensões de terras cultiváveis diminuem, o que reduz as populações no continente. Ao mesmo tempo, os tritões do Mar dos Espinhos multiplicam-se, assim como as fadas das Ilhas do Arco. Seguindo-se ainda mais ao sul, muitos dos povos desaparecem, e apenas os humanos e gigantes sobrevivem ao gelo polar.

Indo do litoral para o centro de Azelon, surgem outros povos. Anões, Orcs, Elfos, Goblins, Gnomos, Kobolds, Gnolls e tantos outros povos misturam-se em todas as regiões, disputando as terras que crêem pertencer ao seu povo. Muitas extensões de terras selvagens aguardam aventureiros dispostos a conquistá-las, e é melhor que eles o façam, ou outros povos o farão...

Um interessante aspecto sobre as raças é a sua distribuição, os diferentes modos em que povoaram Azelon. Enquanto os humanos esparramaram-se praticamente por todo o continente e criaram pequenos núcleos de cidades interligadas que então evoluíram para países, os elfos do clã Caethir seguiram um caminho oposto: têm como terra pátria a grandiosa floresta de Caethill, que ocupa todo o centro do continente, e de lá espalharam-se e formaram novos clãs dispersos por todo o continente. Outras raças povoam suas terras há séculos, sem grandes expansões ou contrações em suas terras. É o caso dos anões da dinastia Orim, que praticamente não saíram de suas terras iniciais, evoluindo vagarosamente, porém com organização e metas, criando o maior reino conhecido, que é hoje a extensão da primeira cidade desse clã. Ao contrário, os orcs sempre povoaram desordenadamente a região conhecida como Orkhath, enviando exércitos e espiões a todos os reinos vizinhos. Há ainda povos que não têm mais um grande reino para chamarem de lar: Halflings e Gnomos hoje vivem em terras pertencentes aos humanos, após um exílio milenar que sucedeu a perda de suas terras durante uma guerra ancestral. De maneira similar, os Gnolls hoje seguem uma tradição tribal, após terem sua sociedade massacrada por uma aliança de orcs e bugbears. Hobgoblins, ogros, goblins, kobolds e taslois também são vistos entre várias das outras raças, mas não são conhecidos grandes centros populacionais dessas raças, embora haja rumores de que, no subterrâneo, os kobolds e os goblins possuam vastas cidades e até mesmo impérios.

Se muitas sociedades são conhecidas no continente, pouco se pode dizer a respeito dos povos do mar, ou daquelas que vivem nas Ilhas do Arco. Sendo em boa parte insondável, o Mar dos Espinhos é o pano de fundo de muitas lendas entre os povos continentais, e portanto qualquer visitante vindo de lá é visto com suspeita e assombro. Sob as águas do Mar dos Espinhos temos muitas outras criaturas, mas os tritões são a única civilização conhecida. Similarmente, as Ilhas do Arco são vistas com maior suspeita, pois seus emissários são invariavelmente criaturas mágicas, caracterizadas comumente como "fadas", que nunca procuram o continente com algo mais palpável como um acordo de comércio ou um pedido de ajuda. Sua interação com os povos continentais ocorre pontualmente, muitas vezes trazendo notícias e convites para bailes e festividades, para onde os convidados são enviados magicamente, não guardando qualquer memória do caminho pelo qual seguiram.

Além das sociedades de terra, água e ar (dizem as lendas que os dragões têm um império entre as nuvens), há muitos grupos isolados de indivíduos das mais variadas raças, que formam núcleos de poder e influência deslocados e protegidos das grandes cidades. Muitos grupos de aventureiros aposentados vêem vantagens em abandonar os grandes centros e procurar lugares remotos, de onde podem observar as verdadeiras ameaças que circundam suas terras. Outros, com propósitos menos nobres, escondem-se além da civilização (ou em seus subterrâneos) para melhor alcançar seus lucros e traçar suas teias de influência e manipulação. Há ainda aqueles que perambulam entre as cidades de seu povo, ou mesmo entre as terras de várias raças, levando e trazendo notícias de um lado e de outro. Essas pessoas são vistas por muitos como as mais importantes, seja para o desenvolvimento de alianças, seja para a evolução de conflitos. Muitos aventureiros escolhem esse caminho, especialmente aqueles que não possuem o vigor físico e a disciplina necessários às expedições que desbravam as terras selvagens. Assim, poucos são os mensageiros que representam os interesses de seus mecenas antes dos seus próprios planos, e não raro é seu instinto de auto-preservação que desenvolve oportunidades para alianças ou guerras entre dois povos, ou duas raças.

Este é, portanto, um breve panorama sobre Azelon, o mais fervilhante continente do mundo de Onírea, que abriga numerosas raças, que se organizam e inter-relacionam das mais diversificadas maneiras. Seus povos vivem conflitos internos e externos, e os feitos de seus aventureiros, por mais marginais e insignificantes que possam parecer, podem trazer novas cores e dar novos contornos àquilo que é tido como certo e determinado por vilas, cidades e reinos, dos mais próximos aos mais distantes.

E!

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Mensagem#26 » 02 Out 2008, 18:46

Os diferentes habitantes de Azelon, por várias razões, evoluíram de forma independente e segundo tradições específicas de cada povo. Uma dessas razões foi a maneira como encararam o mundo que os cerca, os poderes que o regem e as ameaças que estão sempre à espreita.

Humanos foram aqueles que melhor desenvolveram religiões, lendas e mitos. Eles conceberam, na aurora de suas civilizações, as figuras divinas que personificavam a vida, a luz, a morte e o tempo. Essa visão inicial foi em muito evoluída, ganhando aspectos únicos em determinadas culturas, mas ainda preservando alguns princípios comuns.

Há populações que acreditam em vários deuses e deusas, cada qual com um aspecto da existência sob seu domínio: deuses da guerra, do conhecimento, da vida, morte... Essas pessoas acreditam que os deuses que regem "aspectos maoires" (como a vida e a guerra), são os mais poderosos, enquanto aqueles que regem aspectos menores (festividades, comércio, etc) merecem respeito, mas detêm menos poder. E de tal forma hierarquizaram a "relevância" das facetas da vida que, quando se deparam com outros povos que têm como divindade maior figuras de aspectos mundanos e menos abstratos (da forja, da cavalaria, da caça), não tardam em taxá-los de primitivos, atrasados, selvagens. O outro lado da moeda tem também sua expressão: os povos com panteões simplificados, cujos códigos religiosos são simples e diretos, vêem altivez e dissimulação naqueles que caracterizam suas religiões com pormenores, exceções e sofismas.

Outros humanos crêem em um único deus ou deusa, associando a ele ou ela não apenas a criação do mundo, mas dos próprios humanos. Invariavelmente, esses povos tendem a pregar uma proximidade de todos a essa figura ancestral, perfeita, um verdadeiro ideal a se alcançar. Quando o elevam ainda mais alto, tratando-o como onipotente e onipresente, afirmam que alcançá-lo é impossível, devendo todos viver sob suas regras e dogmas. Essas regras e dogmas estão muitas vezes reunidos em textos sagrados, derivados de uma única instituição organizada para estruturar a fé e conduzir os fiéis pelo caminho mais correto.

Há ainda variações na aceitação dos dogmas do próximo. Há populações humanas (especialmente aquelas que vivem no centro-leste) que desenvolveram uma grande tolerância ao convívio com outras religiões, e por vezes os templos de deuses ditos "opostos" (da paz e da guerra, do fogo e do frio, do dia e da noite) convivem harmoniosamente, provendo a população que alcançam com lições moderadas e amplas, onde se vê não a supremacia de um aspecto sobre o outro, mas sim a sucessão e o equilíbrio buscado entre essas forças. Nessas regiões, são raros os devotos de um único deus, pois os sacerdotes buscam alcançar a polivalência e a inclusão do maior número de pessoas possível em seus círculos de fé.

Em outros locais, a diversidade existe, mas é muito bem demarcada a fronteira entre um culto e outro. Não é necessariamente algo como um muro ou um rio, mas antes um hábito de se percorrer apenas certas porções da cidade, evitando o conflito (ou até mesmo o contato) com aqueles da religião "diferente". Não há um preconceito, nem uma noção de superioridade vastamente espalhada em um grupo ou outro, mas sim uma tendência a se evitar o que é diferente. Há uma tensão latente nessas sociedades e, embora ela não seja suficiente para iniciar conflitos e guerras, o surgimento de um cisma dentro da sociedade poderia jogar os dois lados "opostos" em um conflito aberto e generalizado. E provavelmente as pessoas veriam tal conflito como algo inevitável, ou até mesmo necessário.

Há, por fim, as sociedades que não aceitam o culto a certas divindades, mesmo acolhendo-as como participantes de seu panteão. Enxergam nela o nêmesis, o inimigo natural a se eliminar, e conduzem suas populações para tal. A diversidade acaba por ser uma desculpa utilizada para empurrar indivíduos à clandestinidade, ou para justificar a repressão e a censura praticada pela classe dominante. Então, mesmo em relação às divindades exteriores ao panteão, há hostilidade e intolerância. Algumas sociedades possuem apenas uma única divindade como "verdadeira", empregando uma caçada indiscriminada contra todos aqueles que pensam de modo diferente.

Curiosamente, muitos dos aspectos de relacionamento com outros etos citados acima só são válidos nas relações entre duas ou mais sociedades humanas. Especialmente no quesito tolerância, os humanos mostram-se em geral extremamente receptivos às filosofias e dogmas de outras raças, procurando sempre emquadrá-las dentro de suas sociedades da maneira mais parcimoniosa possível. Muitos dizem que por detrás desse comportamento está o instinto humano de auto-proteção: aceitando como válidos os dogmas das outras raças, eles eliminam um ponto de conflito em potencial, podendo então associar-se de maneiras variadas com esses povos, e até mesmo trocar de lado em negociações e até mesmo em guerras. Um humano, portanto, é visto pelas outras raças como o maior aliado em potencial, mas também como o elo mais propício a se romper em qualquer aliança.

E!

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Mensagem#27 » 04 Out 2008, 09:44

Flodo mesmo, o tópico é meu, faço o que eu quiser dele... ainda mais que passarei a próxima semana no mato, outro trabalho de campo... tenho que aumentar a densidade de posts nesse fim de semana para contrabalançar a ausência até sábado que vem...

Afinal de contas, como todo o mundo sabe, cada mil caracteres inseridos no fórum aumentam em 1mm o pênis do autor, ou os seios da autora.

E!

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Mensagem#28 » 14 Out 2008, 13:52

Escrevi uma aventura dentro da proposta "sem regras", e enviei para a lista do yahoo e para a seção de "material novo" da spell... quem quiser ver em "primeira mão", manda e-mail para eclison@gmail.com e eu encaminho o PDF... é uma aventura simples, para personagens de primeiro nível, coisa pouca mesmo.

Mas é melhor que nada, certo?

E!

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Mensagem#29 » 14 Out 2008, 15:11

:ops:

É, agora que você falou, Madruga... faz sentido... é que a seção de off-topic cresceu taaaaaanto dentro da spell que eu só visito essa parte do fórum... daí, por vício, criei o tópico aqui mesmo. Como ninguém falou nada... continuei aqui.

Mas olha, eu falarei de assuntos aleatórios nesse tópico... nem todos relacionados ao RPG ou aos usuários da spell (como pode ser visto nas primeiras duas páginas). Acredito que ele tem "algo" de off-topic o suficiente para ficar aqui. Mas se você quiser movê-lo para Taverna, por mim tudo bem :cool:

E!

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Mensagem#30 » 14 Out 2008, 15:34

Madruga,

A historinha sobre kobolds está completa, com mapas e tudo o mais, mas está em um caderno brochurão em algum lugar do meu quarto... provavelmente junto de alguma matéria desagradável da faculdade... se algum dia eu reencontrar, te prometo que digito o texto, digitalizo os mapas e te envio!

Por enquanto, manda um e-mail aê que eu te envio o texto dessa aventura :)

E!

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