Tópico do Luminus

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Mensagem#31 » 14 Out 2008, 21:22

msn do luminus: eclison@hotmail.com

Complicaaaaado... estou enviando o arquivo pro argh, e quem mais quiser pode se manifestar... peço a todos e todas que lerem ( :rolando: ) o favor de vir aqui e dizer o que acharam.

E!

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Mensagem#32 » 14 Out 2008, 21:30

... telefone celular do Luminus: 31 8469-0768

Infelizmente, não aceita ligações a cobrar... e não tentem me ligar de madrugada, tenho que levantar cedo amanhã (6 da matina, para ser mais preciso) e catar os ovos das patas e das galinhas, antes que minha cadela coma-os.

E!

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Mensagem#33 » 14 Out 2008, 22:17

... a aventura é sobre um item possuído pela pessoa amada, que infelizmente faleceu em combate. Os personagens devem recuperar o item, e se possível dar um funeral digno à essa pessoa e às outras duas que faziam parte do grupo de mercenários, juntamente com Tralban.

E!

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Mensagem#34 » 27 Out 2008, 23:55

Escrevi outra aventura... dessa vez, algo mais descritivo ainda, que pode ser resolvido sem que haja um combate... até eu fiquei admirado, e depois verei onde foi que eu errei :cool:

Depois de revisado eu mando para a lista de e-mails da área RPG, para a seção de material da spell e para quem quiser, por e-mail (não que alguém tenha pedido a outra, mas enfim...).

Aguardem mais notícias!

E!

P.S.: Vocês viram que D&D minis enquanto jogo de miniaturas acabou, né? Agora a WotC quer vendê-las como acessórios... motivo da escolha? A maioria das pessoas que compravam eram os RPGistas, e como os "true miners" eram minoria, eles simplesmente cancelaram o jogo e o remodelaram... faz pensar no que é que será se algum dia os livros de RPG deles forem descobertos por não praticantes...

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Mensagem#35 » 28 Out 2008, 23:23

Dear Lady,

Muito obrigado pela movimentação... outras pessoas comentaram sobre o lugar apropriado do tópico, mas nenhuma mostrou poder > 9.000 e portanto não o moveram para a Taverna. Eu te agradeço pelo empurrãozinho :bwaha:

... e agora, para algo completamente diferente: Estava eu tomando banho, frio, tentando retirar a uruca que sempre se impregna nas nossas vísceras após mais uma discussão sobre AD&D e 4D&D, quando me vi resmungando o seguinte:

Luminus resmungou blablabla, kit disso, CdP daquilo, Heroic, Paragon, Epic, tiers, roles, uscambau... daqui a pouco, teremos até classes de prestígio para grupos de jogo...


Desnecessário dizer que, nessa hora, eu deixei cair o sabão (ainda bem que fui dispensado do exército: eu deixo o sabão cair em média 2,8 vezes por banho).

Seria essa idéia do "talento grupal" interessante? Será que uma espécie de "modificador coletivo" para um determinado grupo de personagens que sempre age junto seria viável? Como poderia ser implantado mecanicamente?

Eu pensei na seguinte maneira: quando os personagens chegassem a um nível apropriado, cada personagem do grupo abdicaria de um talento ou poder diário, e então essa "energia" seria convertida no talento coletivo. Esse talento poderia ser algo como:

+ TROPA DE ASSALTO: O grupo recebe um bônus de +2 em todos os testes de iniciativa;

+ GRANDE FEITO DE PROTEÇÃO: Uma vez por dia, você pode escolher fazer um teste de resistência ou um teste de perícia no lugar de outro membro do grupo, desde que sua chance de passar no teste seja maior que a dele ou dela;

+ ATAQUE DE ROLDÃO: Uma vez por combate, você pode permitir que outro personagem do grupo ataque em seu lugar. O mesmo personagem não pode ser escolhido mais de uma vez durante o mesmo combate.

E aí, o que me dizem? Parece prático? Não se prendam muito nos exemplos: eu sou péssimo em mecânicas de jogo... pensem na idéia, no grupo agindo como um grupo, nos personagens sacrificando o avanço individual e recebendo um bônus coletivo proporcionalmente maior, porém mais limitado.

Eu acho que, dessa vez, eu acertei :dança: :dança: :dança:

E!

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Mensagem#36 » 29 Out 2008, 08:58

Vincer,

Depois eu darei uma conferida no seu trabalho lá. Mas não prometo nada...

FORMATURA NEWS

O bom de a gente ser filho mais velho é que o povo quase não tem expectativas conosco, certo? Quase não há pressão, cobrança, nada disso... não é? Claro que não é. Filho mais velho é foda... ontem, a minha mãe veio para o meu lado, usando um vestido muito bonito, e disse "Filhote, esse é o vestido que eu usarei na sua formatura no final do ano que vem. O que você acha?". Eu disse que o vestido era lindo, como realmente é... o que me preocupa é se a formatura ocorrerá ou não...

E!

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Mensagem#37 » 01 Nov 2008, 11:24

Acabei de concluir a segunda aventura, "Porcos, Cães e Ovelhas", e já a enviei para a lista da Área RPG... quem tiver interesse, entre em contato que eu envio o arquivo :)

E!

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Mensagem#38 » 02 Nov 2008, 19:32

Madruga,

Arquivos enviados... mas não tem nada sobre kobolds nessas aventuras, sorry... e é bom saber que a idéia que eu tive é boa o suficiente para já ter aparecido em livros oficiais! Nessas horas, nem me incomodo em estar um pouco atrasado :)

E!

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Mensagem#39 » 03 Nov 2008, 10:21

Hehehehe, eles estão bem descritos, completamente prontos, com um arco de aventuras que dá uma boa campanha de 3,5D&D (do primeiro ao sétimo níveis), mas estou tentando mexer com outras coisas por enquanto... não desisti dos meus Kobolds, apenas estou esperando por um momento mais inspirado para continuar aquela história. Nesse exato momento, minhas idéias estão muito retrô (mais que o costumeiro) e não quero começar a triturar determinados sistemas de regras em detrimento do trabalho.

E pode deixar: eu planejo, nas férias, passar todo o material sobre a cidade subterrânea de Pratracrara e seus habitantes para o PC... são mais de 100 páginas escritas à mão, então já viu...

E!

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Mensagem#40 » 10 Nov 2008, 09:38

Mais um momento do Luminus debaixo do chuveiro... Dessa vez, com a tradução do 4D&D... pena que veio tão tarde!

Pulando os detalhes sórdidos, imaginei que uma boa tradução para o termo "bloodied" seria o termo "combalido". É pouco conhecido, mas existe, e duvido que geraria ambigüidade com algum outro termo da tradução. Não sei se foi sugerido por outra pessoa aqui na spell ou em outro fórum, mas me parece a escolha mais adequada. Pena que, nesse exato momento, o livro já deve ter ficado pronto...

E outra coisa que eu pensei sobre o assunto, ainda no final daquele banho: será que eles traduzirão "beholder" para "observador"? Mistéééééério...

E!

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Mensagem#41 » 20 Dez 2008, 13:31

Bom, vamos bater a poeira desse tópico...

NOTÍCIAS ACADÊMICAS

Então, o semestre chegou ao final. Consegui aprovação em 3 matérias (Geologia de Campo, Cálculo Numérico e Geofísica Geral), e fiquei de exame especial em uma. A prova foi na sexta, o resultado sai na segunda. Espero (e acredito) ter sido o suficiente, mas numa turma de mais de 50 alunos, onde 15 foram aprovados, 13 nem pegaram especial e uns 18 ficaram de exame especial, é prudente não ter muitas esperanças... de resto, 32 créditos para o Luminus semestre que vem: Gemologia, Análise Estrutural, Estágio Supervisionado de Campo, Geologia de Engenharia, Hidrogeologia, Petrologia Ígnea. Terei de estudar algumas coisas no final das férias, para não chegar cru no Estágio (primeira quinzena de março, em Diamantina), mas é até simples: só preciso pegar um material com o povo que fez a matéria nesse semestre.


NOTÍCIAS DA RPGA

Organizei o Weekend in the Realms aqui em BH, 12 mestres se candidataram, distribuí o material e cometi o primeiro grande engano da minha carreira como organizador de eventos de RPG: deixei que eles fossem embora e me entregassem parte dos questionários depois. Resultado? Até hoje só recebi metade dos questionários.

Agendei eventos para todo o mês de novembro, ninguém apareceu. Para todo o mês de dezembro, idem. Estou com medo do que será em janeiro.


NOTÍCIAS DE ONÍREA

Comecei a condensar todas as idéias para o continente de Azelon, está indo bem... logo logo devo disponibilizar a aventura "Não Tenho Troco" em PDF... sem os mapas, exceto se o Mirallatos topar a empreitada de receber meus originais em papel vegetal e transformar em coisas de CorelDraw.

Ademais, estou considerando terminar logo nesse íterim até o ano novo duas outras mini-aventuras, além da terceira, que eu tive de paralisar em meio a provas e trabalhos. Quando estiver pronto, eu aviso.

Estou escrevendo um conto baseado em "um certo" personagem de RPG, no qual narro a saga após seu exílio. É uma ficção baseada em fatos ocorridos em mesas de RPG nas quais joguei. Estou fazendo isso para dar um final digno a "um certo personagem" que me proporcionou muitos momentos de alegria junto aos meus amigos. O conto será escrito em 10 partes, cada uma com aproximadamente 1000 caracteres, e em inglês. O porquê disso? Eu enviarei as partes para serem avaliadas e talvez publicadas pela Dragon. Se pudesse, mandaria para cá, mas acredito que isso pode prejudicar a valiação deles, né? Fiquem atentos aos artigos dos caras... ah, o que é que esse personagem tem a ver com Onírea? Digamos que ele é "baseado em fatos oníricos".


FECHAMENTO DA EDIÇÃO

Bom, é isso... ainda tenho que falar de coisas recentes, como minha visita a São Paulo, meu namoro com a Nathássia (é isso mesmo, arrumei uma namorada com nome mais complicado que o meu!), meu fim de ano e outras coisas... aguardem maior movimentação no Tópico do Luminus nesse final de ano, e bom 2009 a todos e todas!

E!

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Mensagem#42 » 21 Dez 2008, 19:37

Dragão,

Manda as fotos pro tópico! Ou melhor, a foto... a gente tirou poucas...

E!

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Mensagem#43 » 02 Jan 2009, 22:30

Heheheh, nem posso reclamar do lance todo, porque a minha querida tremeu na hora de bter a foto... mas olhe bem, e você verá que o mais desfocado sou eu... defeito da câmera, ou da pessoa?

Estou um pouco atrasado, eu sei... mas vim aqui dizer que estou passando umas coisas a limpo (a mão mesmo) e semana que vem já tem coisa nova aqui... talvez um texto sobre alguma lenda do reino de Lenara, possivelmente A Forja da Vontade de Ferro... ou O Fabuloso Castelo Zynn... veremos...

E!

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Mensagem#44 » 06 Jan 2009, 12:01

Coitado, ele só se segurou para não cair... estava chovendo pacas nesse dia, se ele cai, de costas... eu pendurado nele... credo seríamos os três no chão, e eu estaria no meio :blink:

Agradeço a Deus por aquela mãozinha ali!!!!

E!

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Mensagem#45 » 10 Jan 2009, 11:43

A Aliança de Tralban (níveis 1 a 3)


RESUMO

Os personagens encontram um mercenário, chamado Tralban, muito ferido. Ele então pede-lhes que recuperem a aliança de casamento de sua esposa, Canirra, que fora morta por goblins na noite anterior, em uma caverna próxima. Se possível pede também que sua esposa e outros dois amigos, Fargran e Jastav, sejam enterrados de forma digna. Uma mini-aventura destinada a personagens (e jogadores) iniciantes, que pode desdobrar-se em uma campanha maior, dependendo dos interesses do mestre.


INTRODUÇÃO

Todos os trechos destinados aos jogadores são apresentados ao longo do texto "entre aspas". Cabe ao mestre escolher fazer sua leitura em voz alta ou parafraseá-lo, bem como modificar o que quiser.
Não são apresentadas estatísticas de monstros, tesouros ou mesmo os mapas para essa aventura (apesar de haver descrições com as medidas dos ambientes). Ela foi criada dentro de um conceito genérico, cabendo ao mestre decidir em qual sistema de regras utilizará os encontros, em que contexto, se separadamente ou em conjunto a outras aventuras, etc. A idéia é fornecer a estrutura da aventura, sem limitar os mestres a um sistema ou outro.
Recomenda-se ao mestre que leia a aventura e tenha uma boa noção dos encontros de combate apresentados. É possível que ele queira mesclar os dois primeiros, o que pode tornar a aventura mais fluida e dinâmica. Caso o grupo tenha um nível médio superior ao indicado, ou possua um número de personagens maior ou menor que 4, a quantidade de monstros (ou suas estatísticas) deve ser modificada de acordo: esta opção não é fornecida aqui, é deixada a cargo do mestre!
O parágrafo abaixo é apenas uma sugestão de como iniciar a aventura. Cabe ao mestre adequá-lo ou mudá-lo completamente, de acordo com os melhores interesses da campanha e do desenrolar do jogo. O nome da cidade, por exemplo, talvez tenha de ser trocado.
Se você não é um mestre, não pretende ser e ainda por cima tem interesse em jogar essa aventura, saiba que as informações a seguir são exclusivas do mestre e vetadas aos jogadores, portanto pare de ler nesse ponto! É, nesse ponto! Sim, agora mesmo!


AVENTURA

“Vocês caminham despreocupados pelos arredores de Eirigan, sua cidade natal, aproveitando uma calma manhã de verão. Sua carreira como aventureiros iniciou-se a pouco, e as coisas têm andado devagar. Não apenas o dinheiro está curto, como também uma sensação de inoperância e resignação começa a ganhar cada vez mais espaço em seus pensamentos.
Enquanto caminham pela estrada, uma pessoa encostada em uma árvore gesticula suavemente para que se aproximem. Seu rosto está manchado de sangue, suas roupas rasgadas e o restante de seu equipamento está em condições ruins: seu escudo, estilhaçado, está caído ao seu lado, sua cota de malha está rasgada e a bainha de sua espada, vazia. Vocês irão se aproximar dele?”

Se ninguém quiser conversa, o gancho não pode ser utilizado: a pessoa ferida (um guerreiro chamado Tralban) recuperará sua saúde na manhã seguinte, seguirá para a cidade e cumprirá ele mesmo a missão descrita adiante. Caso alguém se aproxime, descreva o seguinte:

“Ao se aproximarem, vocês logo o reconhecem: é Tralban, um aventureiro iniciante como vocês. Ele e seu grupo partiram para uma missão nas Trilhas Estreitas, no dia anterior. Como está sozinho, muito ferido e não há sinal de seus pares, talvez o pior tenha lhes acontecido.”

Se alguém oferecer curas mágicas ou alguma outra ajuda para Tralben, ele dirá o seguinte:

“Agradeço a oferta, mas não é necessário: hei de curar meus ferimentos com o tempo; necessito apenas de repouso. Contudo, peço-lhes que viajem pelas Trilhas Estreitas e recuperem a aliança de casamento de minha falecida esposa, Canirra, que os Deuses a tenham. Ela foi a primeira vítima de uma emboscada dos goblins, ao sul, e nossos outros amigos logo caíram, vítimas dos ataques. Seu corpo está a poucas horas de viagem, em direção ao sul... não tenho muito, mas permanecerei em seu débito se recuperarem a aliança de minha esposa, e derem a ela e aos meus amigos um funeral decente.”

Tralban então entrega um mapa aos personagens, caso estes aceitem ajudá-lo, e diz, com uma voz fatigada e grave: “estejam sempre alertas aos goblins, e cuidado: alguns deles são liderados por orcs!”. O local descrito no mapa fica a poucas horas de viagem dali, sendo facilmente identificável: é uma colina granítica, no centro de um descampado, com uma caverna na base. Os personagens podem equipar-se como quiserem antes de partir. Eles também podem fazer perguntas a Tralban, e algumas delas talvez rendam-lhes aventuras futuras: isso depende do mestre. Caso perguntem, por exemplo, qual era a missão e se ela foi concluída, o mestre pode dizer “recuperar um ítem mágico, e não conseguimos”, “descobrir a existência de algumas ruínas, e conseguimos”, “mapear uma fortaleza abandonada, e conseguimos”, ou qualquer outra coisa que achar interessante (pode até mesmo escolher não dizer nada!). A pessoa que contratou os personagens pode ser um mago (chamado Hazag), interessado em itens mágicos, uma clériga (chamada Cileia) que procura pelas ruínas de um antigo templo de sua divindade, um guerreiro (chamado Valgan) que procura clamar a fortaleza para si, ou qualquer outro personagem que o mestre julgar interessante. Quando os heróis decidirem partir em sua busca, leia o seguinte:

“A caminhada será relativamente rápida, e uma cavalgada talvez reduza o tempo ainda mais. O que lhes preocupa, contudo, é a região das Trilhas Estreitas, um lugar infestado de criaturas: goblins, kobolds, taslois e outros, cujos pequenos rastros e caminhos dão o nome a toda a região. A afirmação de Tralban, dizendo que os goblins são liderados por orcs, tornam a ameaça um pouco maior, e vocês mantêm-se alerta por todo o caminho. O mapa é relativamente simples, assim como o caminho a se seguir e, após uma das curvas da trilha, o destino pode ser claramente avistado: uma colina marrom, arredondada e coberta de musgos, em meio a um descampado de grama seca e nenhuma árvore. Muitas trilhas chegam ao centro da clareira, o que indica que os pequenos humanóides da região utilizam-na como um ponto de encontro... uma vez que tais humanóides são mais ativos à noite, seria melhor entrar na caverna e resolver tudo, antes do pôr-do-sol!”


ENCONTROS

Idealmente, a seqüência de encontros é a seguinte:

a) persoangens examinam a caverna;
b) quatro goblins entram na caverna, atacam os personagens e são derrotados;
c) personagens revistam os goblins e encontram os “itens estranhos”;
d) ato contínuo, zumbis emergem do corredor e atacam os personagens;
e) personagens descem pelo corredor, chegando à última câmara;
f) clérigo orc, alertado pela saída dos zumbis, enfrenta-os em combate e é derrotado;
g) personagens fazem o funeral dos aventureiros e recuperam a aliança;
h) personagens retornam à cidade com o tesouro.

A caverna é dividida em duas câmaras: a primeira possui aspecto natural, é aproximadamente circular (9 metros de raio, 5 de altura), com algumas estalactites no teto. A entrada é uma passagem de 4 metros de largura e, do lado oposto a ela, há um corredor (3 metros de largura, 2 metros de altura e 30 metros de comprimento) que conduz à segunda câmara, mais abaixo. O corredor e a segunda câmara não são naturais, e não têm iluminação alguma. A segunda câmara é retangular, com 9 metros de largura, 12 de comprimento e 2 de altura.

Primeira Câmara

“A entrada da caverna está a poucos passos de vocês, e a boa iluminação proporcionada pelo sol do começo da tarde ilumina quase todo o seu interior perfeitamente. A caverna tem um aspecto natural, com algumas estalactites no teto e chão limpo, provavelmente pelo uso freqüente. Ela apresenta cerca de vinte metros de diâmetro, com um teto variando em torno dos cinco metros de altura. Em seu centro vocês vêem estão algumas peças de armadura, armas e escudos, talvez pertencentes aos falecidos amigos de Tralban. No lado oposto, um escuro túnel conduz ao interior da colina.”

Caso os personagens investiguem os equipamentos:

“Há ali dois escudos, duas cotas de malha, uma maça, uma espada longa e uma adaga, mas tudo está muito amassado, praticamente inutilizado. Um bom ferreiro poderia consertá-las, mas no estado atual são pouco úteis.”

Nenhuma dos itens é mágico, e seu estado é tão lastimável que as armas impõem uma penalidade de -4 no ataque e no dano para quem utilizá-las em combate, os escudos não oferecem proteção adicional alguma, assim como as armaduras, que ainda reduzem o movimento à metade.
Imediatamente após os personagens terminarem de examinar os itens (e provavelmente enquanto algum deles ainda tenta vestir uma das armaduras), um grupo de 4 goblins retorna à caverna, atacado a partir da entrada. Três deles usam pequenas maças, e um usa um arco curto com flechas de caça (1d4 de dano). A iniciativa para o combate deve ser rolada normalmente, caso um dos personagens tenha declarado estar atento à entrada; caso contrário, os goblins ganham uma rodada livre para atacar e se mover. Leia então o trecho mais adequado:

“Quatro goblins entram pela caverna, armados. Eles não parecem assustados ou mesmo surpresos com a sua presença, e posicionam-se para o combate!”
“Enquanto vocês investigavam a caverna, repentinamente surgiram quatro goblins na entrada, surpreendendo a todos! Eles se movem e atacam rapidamente, escolhendo seus alvos. Um deles está armado com um arco e permanece próximo à entrada, enquanto os outros atacam com maças.”

Caso os personagens reclamem do “comportamento estranho” dos goblins, insinue que provavelmente os orcs que os comandam podem estar próximos, coordenando seus movimentos e avaliando suas capacidades. Eles na verdade não estão, mas este tipo de truque é bom para manter o suspense e a seriedade do grupo de jogo.
Após o combate, algum personagem pode querer revistar os goblins. Eles não carregam nenhum tesouro, mas sim alguns itens estranhos, pouco usuais para um goblin... se houver um conjurador de magias no grupo e ele examinar os itens, saberá que são componentes para magias relacionadas à criação de mortos-vivos. Leia então o trecho mais apropriado:

“Os goblins não carregam dinheiro algum e nenhuma de suas armas é melhor que aquelas que vocês mesmos carregam. Eles possuem, contudo, algumas ervas estranhas, um mugo fedorento, penas de vários pássaros, alguns ossos em pó e outras coisas, no minimo, `exóticas`. Vocês se perguntam por que é que um goblin carregaria essas coisas...”

“Os parcos itens dos goblins pouco lhe interessam, e o que chama a sua atenção são os vários componentes para rituais de criação de mortos-vivos carregados por eles. Estariam portanto a mando de alguém?”

O líder dos goblins é um clérigo orc, que planeja criar mortos-vivos com os cadáveres dos três aventureiros recentemente derrotados por seus lacaios. Ele então ordenara aos goblins que buscassem os componentes, e está esperando por seu retorno na próxima câmara, após o túnel.

O Corredor

No corredor, a 20 metros da entrada para a primeira caverna, há dois zumbis protegendo a passagem. Caso o primeiro combate dure mais de três rodadas, eles irão para a entrada e atacarão os personagens (um bom efeito talvez seja descrevê-los emergindo do túnel no exato momento em que alguém identificar os itens carregados pelos goblins!). Os zumbis levam duas ou três rodadas para se mover até a primeira caverna, e atacam quem estiver mais próximo. Sua movimentação é percebida pelo clérigo orc, que então utiliza algumas de suas magias para se preparar para o combate. Ele preferirá enfrentar os personagens na segunda câmara, que lhe concede um bônus de +2 em ataque, dano e resistências por se tratar de um templo da sua divindade.
Caso os personagens enfrentem os zumbis no corredor, utilize os trechos mais adequados:

“Ao contrário da sala anterior, este corredor é escuro, e seu final não pode ser visto de on de vocês estão. Caminhar por ele, nessas condições, pode ser perigoso...”.

“... vocês logo percebem que o corredor é bem trabalhado, muito antigo e segue para baixo, provavelmente para uma masmorra ou câmara. Um cheiro de carne podre vem de seu final, o que reforça a possibilidade de se tratar de uma tumba ou algo do gênero. Subitamente, vocês vêem algo mover-se na escuridão, e duas criaturas emergem da penumbra. Seus ossos expostos, corpo apodrecido e aspecto repulsivo deixa poucas dúvidas sobre sua vil natureza...”

A Câmara Final

Após o corredor, no interior da segunda caverna, há um clérigo conduzindo um ritual: ele está utilizando os corpos dos três aventureiros do grupo de Tralban para criar mortos-vivos (o ritual é evidente para qualquer integrante de um grupo que tenha identificado os componentes trazidos pelos goblins, ou para qualquer conjurador de magias que o presencie, mesmo que não tenha examinado os componentes). Sugerimos que o clérigo tenha dois níveis acima do nível médio do grupo (idealmente, será de terceiro nível), e lutará sozinho contra todos. Ele tem um modificador de +2 em jogadas de resistência, ataque e de dano, pois está no santuário de sua divindade.

“Após uma longa caminhada colina adentro, vocês parecem chegar ao final do corredor, que se abre em uma sala um pouco maior que a primeira caverna. Esta, porém, é retangular, bem trabalhada, e dá a todos uma sensação incômoda, como se o próprio ar viciado conspirasse contra suas intenções.
Do outro lado do salão, três corpos humanos estão sobre um altar, e uma luz violeta-pálido revela que há uma outra criatura, no lado oposto, fazendo algum tipo de prece, talvez conduzindo um ritual. O ser logo percebe a presença de vocês, dá um sorriso e, com um machado grotesco em suas mãos, avança em sua direção!”

Se os personagens conseguirem derrotar o clérigo, eles podem recuperar o anel e os corpos dos aventureiros. Segundo o código dos heróis, o enterro deve ocorrer não muito longe do local de falecimento (informe isso aos jogadores), e cabe aos personagens escolher o local exato. Quando retornarem à cidade, após devolver a aliança de Canirra à Tralban, recompense-lhes com a experiência adequada, e um item mágico oferecido por Tralban. Eles talvez tenham ganho um grande aliado para aventuras futuras... conceda também algum tesouro em moedas, possivelmente encontrado no encontro final, com o clérigo orc.
Caso fracassem, o clérigo orc acaba de conseguir mais quatro zumbis em potencial...






... FIM?

Eclison Junio “Luminus” Tito Tolentino, 14/10/2008

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